Rizzi nina (6 resultados)

Amor de cabelo (Capa dura)
Matthew A. Cherry (Autor), Vashti Harrison (Ilustrações), Nina Rizzi (Tradução)
Editorial: Galerinha; 5ª edição (4 maio 2020) 2020
- Tapa dura
Librería: Livraria Ingá, Niterói, RJ, BrasilLivraria Ingá
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EUR 30,26
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Hardcover. Condición: New. NEW; Zuri tem um cabelo mágico e um pai empenhado em fazê-la feliz. Em Amor de cabelo, eles precisam encontrar o penteado perfeito para recepcionar a mãe da menina. Mas lidar com a magia não é tão simples quanto eles pensavam. O livro inspirado no filme vencedor do Oscar de melhor curta metragem de ani…mação. O cabelo de Zuri é mágico. Ele pode ser trançado e enrolado para combinar perfeitamente com uma tiara de princesa ou uma capa de super-heroína. E Zuri sabe que seu cabelo é lindo! Mas um dia superespecial pede um penteado mais especial ainda.A mãe de Zuri está voltando para casa depois de um tratamento médico. E, embora ainda tenha muito o que aprender quando se trata de cabelo, o pai da menina é o responsável por ajudá-la a montar o penteado perfeito para receber a mãe. Ele fará qualquer coisa para deixar a filha feliz, até mesmo aprender a diferença entre trança nagô e trança twist.Comovente e empoderador, Amor de cabelo enaltece o carinho ao próprio cabelo, o amor entre pais e filhas e a felicidade que preenche aqueles que podem se expressar livremente.; 32 pages.

- Tapa blanda
Librería: Livraria Ingá, Niterói, RJ, BrasilLivraria Ingá
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EUR 26,70
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Paperback. Condición: New. NEW; O que é mais importante? A cor da nossa pele ou o que somos por dentro? A pele que eu tenho, infantojuvenil de bell hooks ilustrado por Chris Raschka, trata do tema da raça, sempre muito presente nas obras da autora, e do perigo de julgar uma pessoa no primeiro olhar. De forma poética, a autora ab…re um diálogo com as crianças sobre raça e identidade.A cor da nossa pele é apenas uma cobertura. Para conhecer uma pessoa de verdade, é preciso enxergar além da aparência. Abrir bem o coração, encontrar no outro tesouros guardados e livrar-se de preconceitos e estereótipos.A pele que eu tenho celebra a individualidade e leva aos pequenos uma mensagem forte e atemporal sobre amor e respeito ao próximo.; 36 pages.

Editorial: Alba Edition 2025
- Tapa blanda
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EUR 15,00
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Softcover. Condición: Neu. In allen Erscheinungen steckt zwar ein Gedicht, auf den Begriff bringen lässt es sich aber nicht. Es bleibt ungreifbar, entzieht sich der Sprache, ist nur schwer fassbar, als bewegten wir uns unter Wasser oder als zeichneten unsere Versuche »eine Gebärde im Wasser« wie es in einem der Gedichte der bras…ilianischen Dichterin Sofia Mariutti. Bei der Übersetzung von Lyrik wird der Versuch unternommen, das Gedicht, diese unbestimmte und rätselhafte »Gebärde im Wasser« in einer anderen Sprache erlebbar werden zu lassen. Das Originalgedicht wird durch seine fremdsprachige Variante dann greifbarer es ist, als ob die Übersetzungsarbeit uns hilft, im lyrischen Wasser nach Luft zu schnappen und uns bewusst macht, dass wir uns zum Singen nicht des Kehlkopfes, sondern wie die Singvögel uns des Stimmkopfs bedienen müssen. Die Lyrikübersetzung wird zur Tracheotomie, wie es das Bild »Traqueotomia, 1990« vom brasilianischen Künstler Alex Flemming zeigt: eine Operation, die uns durch die scharfen Kanülen der lyrischen Sprache von den Grenzen der Einsprachigkeit befreit. Mehrsprachig Fluides zieht sich als basso continuo durch diese Sammlung brasilianischer und deutschsprachiger Lyrik der Gegenwart. Hier treffen sich einige noch Wenigen bekannte Stimmen beider Kulturräume in gegenseitiger und fließender Übersetzung.
Editorial: Pallas Editora e Distribuidora Ltda.
- Tapa blanda
Librería: Livraria Ingá, Niterói, RJ, BrasilLivraria Ingá
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EUR 44,50
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paperback. Diáspora não é lar é corte latejante. Quando o li, de uma só vez, senti a força das palavras que atravessam gerações, campos e continentes, palavras do passado e ainda do presente, que fizeram e fazem sentido. O novo lar, que deveria ser passagem e se tornou permanente, é e não é. Mas o dia a dia torna lar o lugar, nã…o lugar, dessa passagem que se tornou o que nos constitui hoje, aqui e agora. Neste livro, nina rizzi se propõe a "recuperar e ressignificar linguagens, mas também criar linguagens", numa diáspora em que a língua falada é nova e não é. É a "linguagem do opressor, e mesmo assim preciso dela para falar". Na construção poética da autora, a poema se manifesta sobretudo no pretuguês, que está "no centro, não nas periferias ou à margem". E, em meio aos versos que rememoram episódios de racismo sofridos na infância, juventude e vida adulta, nina aborda o amar-se como forma de resistência, ante uma sociedade que não tem "problemas com gente preta", mas prefere que "não as há". Obrigada por nos confiar essa preciosidade para publicação. Mariana Warth.

- Tapa blanda
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EUR 35,60
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paperback. Diáspora não é lar é corte latejante. Quando o li, de uma só vez, senti a força das palavras que atravessam gerações, campos e continentes, palavras do passado e ainda do presente, que fizeram e fazem sentido. O novo lar, que deveria ser passagem e se tornou permanente, é e não é. Mas o dia a dia torna lar o lugar, nã…o lugar, dessa passagem que se tornou o que nos constitui hoje, aqui e agora. Neste livro, nina rizzi se propõe a "recuperar e ressignificar linguagens, mas também criar linguagens", numa diáspora em que a língua falada é nova e não é. É a "linguagem do opressor, e mesmo assim preciso dela para falar". Na construção poética da autora, a poema se manifesta sobretudo no pretuguês, que está "no centro, não nas periferias ou à margem". E, em meio aos versos que rememoram episódios de racismo sofridos na infância, juventude e vida adulta, nina aborda o amar-se como forma de resistência, ante uma sociedade que não tem "problemas com gente preta", mas prefere que "não as há". Obrigada por nos confiar essa preciosidade para publicação. Mariana Warth.

Faça um samba enquanto o bicho não vem: Poemas para Sérgio Sampaio
de Oliveira Campos, Mariana; Corsaletti, Fabrício; Alves, Moises; Rizzi, Nina; Natureza, Sergio; Paiva, Mariana; Schmaedel, Michaela; Nascimento, Tatiana; Pontes, Caco; Romão, Caetano; Pethit, Thiago; Calixto, Fabiano; Beber, Bruna; Marovatto, Mariano; Henriques Britto, Paulo; Ariel, Marcelo; Godoy, Mariana; Siscar, Marcos; BR, Dimitri; Baliana, Franciellly; Gandolfi, Leonardo; Gianni., Gianni; de Almeida Pereira, Edimilson; Silva, Jhenifer; Lobo Damasceno, Rodrigo; Rodrigues, Cesare; Felix, Natasha; Marques, Pedro; Sterzi, Eduardo; Galo, Gustavo; Rocha, Júlia; Aeroplano, Tatá; Barreto, Yrahn; de Aquino, André
Idioma: Portugués
Editorial: Telaranha Editora e Livraria Ltda, Brasil 2024
- Tapa blanda
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EUR 53,40
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paperback. Depois do início com o sucesso do compacto "Eu quero é botar meu bloco na rua" (1972), Sérgio Sampaio (1947-1994) lançou, em vida, apenas três discos e em cada um deles intensificou e deslocou alguns caminhos da canção brasileira, criando versos que se tornaram a própria atmosfera dos anos 1970 e, ao mesmo tempo, uma…abertura para fora deles. Melancolia, desbunde, elegância e uma concepção afiada de onde a canção vai e do que ela pode fazer com a gente e com o país. Alinhando Nelson Gonçalves e Torquato Neto, o poeta capixaba fez das tripas coração, e depois do coração tutano. Foi infiel aos gêneros musicais que experimentou e com os quais brincou. Não se deixou pautar pela indústria fonográfica da época. Pelo contrário, brigou com ela. Mas também brigou consigo mesmo. Parecia não caber no papel que tinham criado para ele, nem no papel que ele mesmo tinha criado para si. Não pôde mais gravar discos, continuou compondo, amando e andando e assim seguiu errático vivendo de pequenas apresentações até que não viveu mais. Dizem que fazia música à frente do tempo. Mas não. O que ele fez foi música do seu tempo, música tão boa que segue abrindo caminhos hoje. Sampaio sempre foi poeta, não só porque canções são poemas, mas porque o cantor-compositor mobilizou, como poucos, o corpo da poesia e do poeta como questão da canção. Este livro reúne muita gente boa que agora, por meio dos versos de livro, lê as canções do grande Sampaio, homenageando-as, mas principalmente fazendo delas uma questão para a poesia de hoje.