Luis brás (12 resultados)

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Editorial: Mercado de Letras Editores, 2019
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Más imágenesEditorial: José da Silva da Natividade, 1754
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Encuadernación de tapa dura. Condición: Bueno. 2ª Edición. 1754. José da Silva da Natividade. Lisboa. 1 volume. In-8º, 20cm. XXIV+461 páginas .Enc. 2ª edição. Sem a folha de rosto que no presente exemplar é substituída pela folha de rosto facsimilada da 1ª edição, publicada em 1725. Traz ainda uma fotografia original de S. Antón…io com data de 1880. Encadernação com lombada em pele. Manchas de água desvanecidas. Folhas escurecidas. Muito bom estado.
Portugal Medico ou Monarchia Medico-Lusitana, historica, practica, symbolica, ethica, e politica. Parte I.
Abreu, Joseph Francisco Antonio Ignacio Noberto Augostinho Bras luis de
Editorial: Joam Antunes, Coimbra, 1726
- Tapa dura
- Primera edición
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Hardcover. Condición: Very good. First edition. Folio. [42], 763, [1], 16pp. Text in Portuguese. Speckled calf with gold lettering, tooling and ruling on spine (lightly rubbed at extremities). Raised bands. Title page in red and black lettering. Decorative head-, tailpieces, and initials. Head and tail of spine slightly wormed.…Some rubbing on covers with moderate abbrasion on calf. Some leaves lightly browned. Blank lower outer corner of final leaves wormed (not affecting text). Minor and sporadic damp-staining along fore-edge of last pages. Only edition and all published of this wonderfully zany early 18th century attempt at a modern Portuguese Pliny! Although primarily concerned with debunking the false medical practices of his day, exposing charlatans and attacking ineffective and/or dangerous pharmaceutical compounds widely sold as medicine, this volume touches, i.e., on pygmies, eating and drinking customs, cadavers, the mechanical and liberal arts, metals, meteorology, typhoons, chiromancy and androids. Each of the twenty major sections is devoted to a single animal (man, lynx, elephant, wolf, etc.), and Abreu weaves a net of interrelation between the animal's physiology, emblematic value, the diseases it symbolizes and the cures appropriate to them. For instance, the ass opens the door to his opinions on medical ignorance. He doesn't hesitate to name colleagues he feels employ the incorrect or harmful treatments, to snipe at medical astrologers and decry the popularity of mountebanks. He himself, however, contributes a sonnet to each section, frequent notes on the ethical and moral values attached to particular disorders, a lenghty digression on magic including many incantations and a 350-line verse romance. His citations mix classical with contemporary writings, but show a particular emphasis on 17th and 18th century Portuguese physicians. Abreu's attention to the emblematic character of the physical world is quite unusual. Not in Hirsch, Waller or Krieg's "Mehr nicht Erschienen." Blake p.1; Wellcome II: 5.
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Hard Cover. Condición: Good. LUMINAR MAYOR NO CEO DA IGREJA ENTRE OS ASTROS MENORES NA ESPHERA DE FRANCISCO. EPITOME HISTORICO, E PANEGYRICO De sua admiravel Vida, e prodigiozas acçoens, QUE ESCREVE, E OFFERECE A? SERENISSIMA, AUGUSTA, EXCELSA, SOBERANA FAMILIA DA CAZA REAL DE PORTUGAL, CUJOS INCLYTOS NOMES, E COGNOMES SE FELICI…TAÕ, & esmaltam com as Sagradas Denominações de Franciscos, & Antonios. POR MÃO DO REVERENDISSIMO ANTONIO TEIXEYRA ALVARES Do Conselho de Sua Magestade, que Deos guarde, seu Dezembargador do Paço, do Conselho Geral do S. Officio, Conego Doutoral na Sé de Coimbra, & Lente de Prima Jubilado nas duas Faculdades de Canones, & Leys, &c. BRAS LUIS DE ABREU. CISTAGANO, FAMILIAR DO S. OFFICIO. EM COIMBRA: Na Officina de JOSEPH ANTUNES DA SYLVA Impressor da Universidade; & Familiar do Sancto Officio. ANNO DE M. DCCXXV. [1725] Com todas as Licenças necessarias, & Privilegio Real. In fólio de 30,5x21,5 cm. Com [xxxii], 479 (i. é. 478) págs. Encadernação da época inteira de pele, restaurada, com nervos e ferros a ouro na lombada. Folhas de guarda novas e cortes das folhas por aparar. Acondicionado em cuidada caixa de tecido, com uma foto da folha de rosto colada sobre a pasta anterior. Folha de rosto a vermelho e preto, com pequeno florão ornamental. Impressão muito nítida em caracteres redondos e com itálicos nos títulos correntes e nas citações. Ornamentada com belas xilogravuras desde cabeções constituídos por vinhetas tipográficas, motivos vegetalistas e figuras antropomórficas, a iniciais decoradas ao longo de toda a obra e belos florões de remate nas folhas preliminares no fim do texto e no fim do índice. Exemplar com falhas de papel que atingem o texto a partir da página 400, condicionando a leitura nalgumas páginas. Tem falta das últimas 12 folhas de índice, que compreenderiam as páginas 480 a 503. O livro foi sujeito a um trabalho profissional de restauro em 2011, incluindo um relatório em duas folhas, com mais outra de orçamento, pelo atelier «Conservação e Restauro - Obras de Papel com Arte e História» de Andreia Peres e Joana Leite. Vale notar que a folha de orçamento é prestada sobre os nomes de Maria José Passanha e Marcos Diniz. Salto na numeração da página 183 para a 185, por erro do impressor, no entanto, a obra está completa. As primeiras trinta folhas não numeradas contêm: Epistola Memorial a Antonio Teixeira Alvares; Dedicatória à Casa Real de Portugal; Carta de D. Bento de Santo Agostinho; Carta de Frei Estevão de Coimbra; Carta do doutor Manuel da Silveira da Fonseca; Carta de Frei Manuel de S. José; A quem ler; e Licenças com aprovação de D. Manuel Caetano de Sousa. Extenso índice remissivo no final, a partir da página 472. Primeira edição rara. Foi publicada uma segunda edição em Lisboa, por José da Silva da Natividade, em 1754. Obra muito importante para a bibliografia antoniana. Escrita no século XVIII, celebra a vida e os feitos de Santo António de Lisboa, um dos santos mais venerados de Portugal. O título sugere a importância de Santo António no Ocidente (Portugal) e a sua difusão para outras partes do mundo, em particular para o Oriente, através das missões cristãs. A narrativa desenvolve-se através de uma bela prosa barroca, de um culteranismo requintado, que superabunda em conceitos metafóricos e com uma construção que recorre à simetria. Combina elementos biográficos com exaltações da espiritualidade e dos milagres atribuídos ao santo, destacando-o como um exemplo de fé e devoção, cujo legado transcende as fronteiras geográficas e culturais. Brás Luís de Abreu (Ourém, 1692 ? Aveiro, 1756) foi um médico português. Exposto em Coimbra, foi ajudado por benfeitores a estudar medicina na Universidade local, formando-se e mais tarde exercendo a clínica na cidade do Porto, onde se intitulava «médico portuense». Durante a sua juventude, teve um incidente que lhe custou um olho, substituído por um de vidro, que lhe valeu a famosa alcunha de «olho de vidro». Casou-se em 1718 com Josefa Maria de Sá, com quem teve oito filhos. O casal, em 1732, decidiu seguir a vida religiosa tendo a mulher ingressado num convento com as suas filhas, enquanto Abreu entrou na Ordem Terceira de São Francisco e continuando a exercer a medicina em Aveiro, onde contribuiu para a fundação de um convento. O conhecido bibliógrafo Inocêncio, ao apresentar alguns dados biográficos do autor, refere que a sua vida excêntrica e os episódios peculiares que a marcaram eram dignas de servir de inspiração a um romancista. Camilo Castelo Branco respondeu à sugestão escrevendo em 1866: «O Olho de Vidro». Santo António de Lisboa (Lisboa, 1195? - Pádua, 1231), nascido Fernando de Bulhões, é um dos santos mais venerados da Igreja Católica e o primeiro português a alcançar projeção universal. Após ter frequentado a Escola Episcopal da Sé de Lisboa e ingressar na Ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, decidiu entrar para a Ordem dos Frades Menores, impressionado pelo exemplo do martírio dos primeiros franciscanos no Norte de África. Acabou por conhecer e encontrar-se com São Francisco, participou no Capítulo Geral de Assis em 1221 e pregou com grande sucesso em muitos locais do norte de Itália e sul de França, fundando a primeira Escola de Teologia dos Franciscanos, em Bolonha. Conhecido pelos seus profundos Sermões e numerosos milagres, foi canonizado em 1232 e é celebrado pela sua grande erudição, domínio da teologia, valor literário e habilidade oratória, além da sua fama como casamenteiro e ajudante na busca de objetos perdidos. O seu culto espalhou-se rapidamente pela Europa e pelo mundo, influenciando profundamente a arte popular e erudita, a poesia e o folclore. Referências/References: Azevedo e Samodães I, 8. Henrique Marques. Bibliografia Camiliana. Lisboa. 1894. p. 51. Inocêncio I, 395, n.º 345; VIII, 411. Barbosa Machado I, 547. Language: Português / Portuguese Location/localizacao: M-10-B-32.
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Hard Cover. Condición: Good. LUMINAR MAYOR NO CEO DA IGREJA ENTRE OS ASTROS MENORES NA ESPHERA DE FRANCISCO. EPITOME HISTORICO, E PANEGYRICO De sua admiravel Vida, e prodigiozas acçoens, QUE ESCREVE, E OFFERECE A? SERENISSIMA, AUGUSTA, EXCELSA, SOBERANA FAMILIA DA CAZA REAL DE PORTUGAL, CUJOS INCLYTOS NOMES, E COGNOMES SE FELICI…TAÕ, & esmaltam com as Sagradas Denominações de Franciscos, & Antonios. POR MÃO DO REVERENDISSIMO ANTONIO TEIXEYRA ALVARES Do Conselho de Sua Magestade, que Deos guarde, seu Dezembargador do Paço, do Conselho Geral do S. Officio, Conego Doutoral na Sé de Coimbra, & Lente de Prima Jubilado nas duas Faculdades de Canones, & Leys, &c. BRAS LUIS DE ABREU. CISTAGANO, FAMILIAR DO S. OFFICIO. EM COIMBRA: Na Officina de JOSEPH ANTUNES DA SYLVA Impressor da Universidade; & Familiar do Sancto Officio. ANNO DE M. DCCXXV. [1725] Com todas as Licenças necessarias, & Privilegio Real. In fólio de 29x19,5 cm. Com [xxx], 503 págs. Encadernação recente inteira de pele, muito bem executada, com nervos, rótulo vermelho e ferros a ouro na lombada. Folhas de guarda novas e cortes das folhas carminados. Folha de rosto a vermelho e preto, com pequeno florão ornamental. Impressão muito nítida em caracteres redondos e com itálicos nos títulos correntes e nas citações. Ornamentada com belas xilogravuras desde cabeções constituídos por vinhetas tipográficas, motivos vegetalistas e figuras antropomórficas, a iniciais decoradas ao longo de toda a obra e belos florões de remate nas folhas preliminares no fim do texto e no fim do índice. Exemplar com falta da folha de anterrosto e leves manchas de humidade em algumas folhas, nomeadamente entre as preliminares. Salto na numeração da página 183 para a 185, por erro do impressor, no entanto, a obra está completa. As primeiras trinta folhas não numeradas contêm: Epistola Memorial a Antonio Teixeira Alvares; Dedicatória à Casa Real de Portugal; Carta de D. Bento de Santo Agostinho; Carta de Frei Estevão de Coimbra; Carta do doutor Manuel da Silveira da Fonseca; Carta de Frei Manuel de S. José; A quem ler; e Licenças com aprovação de D. Manuel Caetano de Sousa. Extenso índice remissivo no final, a partir da página 472. Primeira edição rara. Foi publicada uma segunda edição em Lisboa, por José da Silva da Natividade, em 1754. Obra muito importante para a bibliografia antoniana. Escrita no século XVIII, celebra a vida e os feitos de Santo António de Lisboa, um dos santos mais venerados de Portugal. O título sugere a importância de Santo António no Ocidente (Portugal) e a sua difusão para outras partes do mundo, em particular para o Oriente, através das missões cristãs. A narrativa desenvolve-se através de uma bela prosa barroca, de um culteranismo requintado, que superabunda em conceitos metafóricos e com uma construção que recorre à simetria. Combina elementos biográficos com exaltações da espiritualidade e dos milagres atribuídos ao santo, destacando-o como um exemplo de fé e devoção, cujo legado transcende as fronteiras geográficas e culturais. Brás Luís de Abreu (Ourém, 1692 ? Aveiro, 1756) foi um médico português. Exposto em Coimbra, foi ajudado por benfeitores a estudar medicina na Universidade local, formando-se e mais tarde exercendo a clínica na cidade do Porto, onde se intitulava «médico portuense». Durante a sua juventude, teve um incidente que lhe custou um olho, substituído por um de vidro, que lhe valeu a famosa alcunha de «olho de vidro». Casou-se em 1718 com Josepha Maria de Sá, com quem teve oito filhos. A sua vida pessoal teve momentos de grande dramaticidade, como a separação da esposa, que ingressou num convento com as suas filhas, enquanto Abreu seguiu a vida religiosa, vestindo o hábito da Ordem Terceira de São Francisco e continuando a exercer a medicina em Aveiro, onde contribuiu para a fundação de um convento. O conhecido bibliógrafo Inocêncio, ao apresentar alguns dados biográficos do autor, refere que a sua vida excêntrica e os episódios peculiares que a marcaram eram dignas de servir de inspiração a um romancista. Camilo Castelo Branco respondeu à sugestão escrevendo em 1866: «O Olho de Vidro». Santo António de Lisboa (Lisboa, 1195? - Pádua, 1231), nascido Fernando de Bulhões, é um dos santos mais venerados da Igreja Católica e o primeiro português a alcançar projeção universal. Após ter frequentado a Escola Episcopal da Sé de Lisboa e ingressar na Ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, decidiu entrar para a Ordem dos Frades Menores, impressionado pelo exemplo do martírio dos primeiros franciscanos no Norte de África. Acabou por conhecer e encontrar-se com São Francisco, participou no Capítulo Geral de Assis em 1221 e pregou com grande sucesso em muitos locais do norte de Itália e sul de França, fundando a primeira Escola de Teologia dos Franciscanos, em Bolonha. Conhecido pelos seus profundos Sermões e numerosos milagres, foi canonizado em 1232 e é celebrado pela sua grande erudição, domínio da teologia, valor literário e habilidade oratória, além da sua fama como casamenteiro e ajudante na busca de objetos perdidos. O seu culto espalhou-se rapidamente pela Europa e pelo mundo, influenciando profundamente a arte popular e erudita, a poesia e o folclore. Ref.: Azevedo e Samodães I, 8. Henrique Marques. Bibliografia Camiliana. Lisboa. 1894. p. 51. Inocêncio I, 395, n.º 345; VIII, 411. Barbosa Machado I, 547. Language: Português / Portuguese Location/localizacao: M-8-C-54.
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Encadernação da época inteira de pele, com nervos e ferros a ouro na lombada. Folha de rosto a vermelho e preto, com pequeno florão ornamental. Impressão muito nítida em caracteres redondos e com itálicos nos títulos correntes e nas citações. Ornamentada com belas xilogravuras desde cabeções constituídos por vinhetas tipográficas, motivos vegetalistas e figuras antropomórficas, a iniciais decoradas ao longo de toda a obra e belos florões de remate nas folhas preliminares no fim do texto e no fim do índice. Exemplar com falhas superficiais na encadernação, leves picos de traça no interior das pastas, etiqueta de biblioteca na última casa da lombada e vestígios de outra na primeira casa. Tem gravado a ouro na pasta anterior: «H.D. e S. Reys». Assinatura de posse em letra coeva na folha de rosto. As folhas preliminares contêm: Epistola Memorial a Antonio Teixeira Alvares; Dedicatória à Casa Real de Portugal; Carta de D. Bento de Santo Agostinho; Carta de Frei Estevão de Coimbra; Carta do doutor Manuel da Silveira da Fonseca; Carta de Frei Manuel de S. José; A quem ler; e Licenças com aprovação de D. Manuel Caetano de Sousa. Extenso índice remissivo no final, a partir da página 472. Primeira edição rara. Foi publicada uma segunda edição em Lisboa, por José da Silva da Natividade, em 1754. Obra muito importante para a bibliografia antoniana. Escrita no século XVIII, celebra a vida e os feitos de Santo António de Lisboa, um dos santos mais venerados de Portugal. O título sugere a importância de Santo António no Ocidente (Portugal) e a sua difusão para outras partes do mundo, em particular para o Oriente, através das missões cristãs. A narrativa desenvolve-se através de uma bela prosa barroca, de um culteranismo requintado, que superabunda em conceitos metafóricos e com uma construção que recorre à simetria. Combina elementos biográficos com exaltações da espiritualidade e dos milagres atribuídos ao santo, destacando-o como um exemplo de fé e devoção, cujo legado transcende as fronteiras geográficas e culturais. Brás Luís de Abreu (Ourém, 1692 ? Aveiro, 1756) foi um médico português. Exposto em Coimbra, foi ajudado por benfeitores a estudar medicina na Universidade local, formando-se e mais tarde exercendo a clínica na cidade do Porto, onde se intitulava «médico portuense». Durante a sua juventude, teve um incidente que lhe custou um olho, substituído por um de vidro, que lhe valeu a famosa alcunha de «olho de vidro». Casou-se em 1718 com Josepha Maria de Sá, com quem teve oito filhos. A sua vida pessoal teve momentos de grande dramaticidade, como a separação da esposa, que ingressou num convento com as suas filhas, enquanto Abreu seguiu a vida religiosa, vestindo o hábito da Ordem Terceira de São Francisco e continuando a exercer a medicina em Aveiro, onde contribuiu para a fundação de um convento. O conhecido bibliógrafo Inocêncio, ao apresentar alguns dados biográficos do autor, refere que a sua vida excêntrica e os episódios peculiares que a marcaram eram dignas de servir de inspiração a um romancista. Camilo Castelo Branco respondeu à sugestão escrevendo em 1866: «O Olho de Vidro». Santo António de Lisboa (Lisboa, 1195? - Pádua, 1231), nascido Fernando de Bulhões, é um dos santos mais venerados da Igreja Católica e o primeiro português a alcançar projeção universal. Após ter frequentado a Escola Episcopal da Sé de Lisboa e ingressar na Ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, decidiu entrar para a Ordem dos Frades Menores, impressionado pelo exemplo do martírio dos primeiros franciscanos no Norte de África. Acabou por conhecer e encontrar-se com São Francisco, participou no Capítulo Geral de Assis em 1221 e pregou com grande sucesso em muitos locais do norte de Itália e sul de França, fundando a primeira Escola de Teologia dos Franciscanos, em Bolonha. Conhecido pelos seus profundos Sermões e numerosos milagres, foi canonizado em 1232 e é celebrado pela sua grande erudição, domínio da teologia, valor literário e habilidade oratória, além da sua fama como casamenteiro e ajudante na busca de objetos perdidos. O seu culto espalhou-se rapidamente pela Europa e pelo mundo, influenciando profundamente a arte popular e erudita, a poesia e o folclore. Ref.: Azevedo e Samodães I, 8. Henrique Marques. Bibliografia Camiliana. Lisboa. 1894. p. 51. Inocêncio I, 395, n.º 345; VIII, 411. Barbosa Machado I, 547. Language: Português / Portuguese Location/localizacao: M-16-A-6.
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Hard Cover. Condición: Good. LUMINAR MAYOR NO CEO DA IGREJA ENTRE OS ASTROS MENORES NA ESPHERA DE FRANCISCO. EPITOME HISTORICO, E PANEGYRICO De sua admiravel Vida, e prodigiozas acçoens, QUE ESCREVE, E OFFERECE A? SERENISSIMA, AUGUSTA, EXCELSA, SOBERANA FAMILIA DA CAZA REAL DE PORTUGAL, CUJOS INCLYTOS NOMES, E COGNOMES SE FELICI…TAÕ, & esmaltam com as Sagradas Denominações de Franciscos, & Antonios. POR MÃO DO REVERENDISSIMO ANTONIO TEIXEYRA ALVARES Do Conselho de Sua Magestade, que Deos guarde, seu Dezembargador do Paço, do Conselho Geral do S. Officio, Conego Doutoral na Sé de Coimbra, & Lente de Prima Jubilado nas duas Faculdades de Canones, & Leys, &c. BRAS LUIS DE ABREU. CISTAGANO, FAMILIAR DO S. OFFICIO. EM COIMBRA: Na Officina de JOSEPH ANTUNES DA SYLVA Impressor da Universidade; & Familiar do Sancto Officio. ANNO DE M. DCCXXV. [1725] Com todas as Licenças necessarias, & Privilegio Real. In fólio de 29x19,5 cm. Com [xxx], 503 págs. Encadernação da época inteira de pele, com nervos e ferros a ouro na lombada. Folha de rosto a vermelho e preto, com pequeno florão ornamental. Impressão muito nítida em caracteres redondos e com itálicos nos títulos correntes e nas citações. Ornamentada com belas xilogravuras desde cabeções constituídos por vinhetas tipográficas, motivos vegetalistas e figuras antropomórficas, a iniciais decoradas ao longo de toda a obra e belos florões de remate nas folhas preliminares no fim do texto e no fim do índice. Exemplar com encadernação cansada e com coifa superior danificada. Assinatura de posse coeva rasurada sobre a primeira página da dedicatória e no cólofon. Leve vestígio de humidade no pé do livro e na dianteira de quase todas as folhas. Leves trabalhos de traça marginais sem afetar a mancha gráfica. Salto na numeração da página 183 para a 185. As primeiras trinta folhas não numeradas contêm: Epistola Memorial a Antonio Teixeira Alvares; Dedicatória à Casa Real de Portugal; Carta de D. Bento de Santo Agostinho; Carta de Frei Estevão de Coimbra; Carta do doutor Manuel da Silveira da Fonseca; Carta de Frei Manuel de S. José; A quem ler; e Licenças com aprovação de D. Manuel Caetano de Sousa. Extenso índice remissivo no final, a partir da página 472. Primeira edição rara. Foi publicada uma segunda edição em Lisboa, por José da Silva da Natividade, em 1754. Obra muito importante para a bibliografia antoniana. Escrita no século XVIII, celebra a vida e os feitos de Santo António de Lisboa, um dos santos mais venerados de Portugal. O título sugere a importância de Santo António no Ocidente (Portugal) e a sua difusão para outras partes do mundo, em particular para o Oriente, através das missões cristãs. A narrativa desenvolve-se através de uma bela prosa barroca, de um culteranismo requintado, que superabunda em conceitos metafóricos e com uma construção que recorre à simetria. Combina elementos biográficos com exaltações da espiritualidade e dos milagres atribuídos ao santo, destacando-o como um exemplo de fé e devoção, cujo legado transcende as fronteiras geográficas e culturais. Brás Luís de Abreu (Ourém, 1692 ? Aveiro, 1756) foi um médico português. Exposto em Coimbra, foi ajudado por benfeitores a estudar medicina na Universidade local, formando-se e mais tarde exercendo a clínica na cidade do Porto, onde se intitulava «médico portuense». Durante a sua juventude, teve um incidente que lhe custou um olho, substituído por um de vidro, que lhe valeu a famosa alcunha de «olho de vidro». Casou-se em 1718 com Josepha Maria de Sá, com quem teve oito filhos. A sua vida pessoal teve momentos de grande dramaticidade, como a separação da esposa, que ingressou num convento com as suas filhas, enquanto Abreu seguiu a vida religiosa, vestindo o hábito da Ordem Terceira de São Francisco e continuando a exercer a medicina em Aveiro, onde contribuiu para a fundação de um convento. O conhecido bibliógrafo Inocêncio, ao apresentar alguns dados biográficos do autor, refere que a sua vida excêntrica e os episódios peculiares que a marcaram eram dignas de servir de inspiração a um romancista. Camilo Castelo Branco respondeu à sugestão escrevendo em 1866: «O Olho de Vidro». Santo António de Lisboa (Lisboa, 1195? - Pádua, 1231), nascido Fernando de Bulhões, é um dos santos mais venerados da Igreja Católica e o primeiro português a alcançar projeção universal. Após ter frequentado a Escola Episcopal da Sé de Lisboa e ingressar na Ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, decidiu entrar para a Ordem dos Frades Menores, impressionado pelo exemplo do martírio dos primeiros franciscanos no Norte de África. Acabou por conhecer e encontrar-se com São Francisco, participou no Capítulo Geral de Assis em 1221 e pregou com grande sucesso em muitos locais do norte de Itália e sul de França, fundando a primeira Escola de Teologia dos Franciscanos, em Bolonha. Conhecido pelos seus profundos Sermões e numerosos milagres, foi canonizado em 1232 e é celebrado pela sua grande erudição, domínio da teologia, valor literário e habilidade oratória, além da sua fama como casamenteiro e ajudante na busca de objetos perdidos. O seu culto espalhou-se rapidamente pela Europa e pelo mundo, influenciando profundamente a arte popular e erudita, a poesia e o folclore. Ref.: Azevedo e Samodães I, 8. Henrique Marques. Bibliografia Camiliana. Lisboa. 1894. p. 51. Inocêncio I, 395, n.º 345; VIII, 411. Barbosa Machado I, 547. Language: Português / Portuguese Location/localizacao: M-8-D-32.

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Leatherbound. Condición: NEW. BOOKS ARE EXEMPT FROM IMPORT DUTIES AND TARIFFS; NO EXTRA CHARGES APPLY. Leatherbound edition. Condition: New. Leather Binding on Spine and Corners with Golden leaf printing on spine. Bound in genuine leather with Satin ribbon page markers and Spine with raised gilt bands. Pages: 534. A perfect gift… for your loved ones. Reprinted from 1725 edition. NO changes have been made to the original text. This is NOT a retyped or an ocr'd reprint. Illustrations, Index, if any, are included in black and white. Each page is checked manually before printing. As this print on demand book is reprinted from a very old book, there could be some missing or flawed pages, but we always try to make the book as complete as possible. Fold-outs, if any, are not part of the book. If the original book was published in multiple volumes then this reprint is of only one volume, not the whole set. IF YOU WISH TO ORDER PARTICULAR VOLUME OR ALL THE VOLUMES YOU CAN CONTACT US. Resized as per current standards. Sewing binding for longer life, where the book block is actually sewn (smythe sewn/section sewn) with thread before binding which results in a more durable type of binding. Language: Portuguese Pages: 534.