Año de publicación: 2024
Librería: Rendezvous Cinema, Chichester, Reino Unido
Arte / Grabado / Póster
EUR 10,75
Cantidad disponible: 1 disponibles
Añadir al carritoCondición: Good. Grade: Good. Est. Dimension: Approximately (7 x 10" (inches)) Year Printed: 2024 Director: Yuval Abraham | Basel Adra Original: Yes Shipped: Flat Product & Description Synopsis: This film made by a Palestinian-Israeli collective shows the destruction of the occupied West Bank's Masafer Yatta by Israeli soldiers and the alliance which develops between the Palestinian activist Basel and Israeli journalist Yuval. (Documentary) Condition Specifics: Poster stored flat in good condition. There may be small scuffs to edges, scuffing more damage than would be expected in specific areas. But overall the poster is in good condition for age. Please carefully inspect images before purchasing. Please carefully inspect images before purchasing whilst remembering all posters are original and therefore used. Shipping: All items are professionally packaged to ensure zero damage, in the unlikely case that your items arrive damaged please do get in touch so we can help resolve the matter.
Publicado por Aldo Cordeiro Sauda 36692470846, Brasil
Librería: Livraria Ingá, Niterói, RJ, Brasil
EUR 53,11
Cantidad disponible: 1 disponibles
Añadir al carritopaperback. A coletânea aqui apresentada reúne um conjunto expressivo de textos artigos de intervenção, análises acadêmicas, reportagens, entrevista e relatório acompanhados de mapas de Gaza, Cisjordânia e regiões vizinhas. O volume se abre com o poema "Se devo morrer.", de Refaat al-Areer, professor de Gaza assassinado em 2023, cuja voz poética funciona como portal ético para tudo que se segue. Em um prefácio incisivo, Masha Gessen dá ao livro seu título e estabelece a chave de leitura: refletindo sobre a memória em Berlim, observa como o "nunca mais é agora" foi reinterpretado pelas instituições estatais alemãs para legitimar a limpeza étnica na Palestina. Gessen descreve Gaza como um gueto não o de Veneza ou o termo usado nos EUA, mas um gueto judeu da Europa Oriental ocupada pelos nazistas, agora em processo de eliminação. Nesse quadro, ecoa o que Elias Khoury chamou de os palestinos como "os judeus dos judeus". A primeira parte concentra-se na questão carcerária. Um relatório da organização Addameer considerada terrorista por Israel, o que torna qualquer vínculo com ela passível de prisão detalha as violações sistemáticas de direitos após 7 de outubro de 2023: recrudescimento das penas, restrições ao acesso a advogados, práticas de tortura e o uso recorrente da detenção administrativa, inclusive contra crianças. A entrevista com a militante estudantil Layan Kayed mostra como universidades e presos políticos integram o próprio coração da luta palestina; detida enquanto se dirigia a Birzeit para retirar seu diploma, ela narra as experiências de prisão e sua visão de educação popular. Já o texto de Soraya Misleh apresenta a história dramática de Islam Hamad, brasileiro-palestino que passou por prisões tanto israelenses quanto da Autoridade Palestina, revelando camadas distintas de violência institucional. A seção seguinte reúne intervenções de sete autores. Gilbert Achcar e Rashid Khalidi analisam a nova fase da guerra sob a ótica das lutas anticoloniais e anti-imperialistas. A militante Daphna Trier revisita o legado do Matzpen para lembrar que uma classe trabalhadora colonizadora dificilmente oferecerá uma via emancipatória, sobretudo numa economia israelense moldada pela indústria bélica. Noura Erakat, Darryl Li e John Reynolds investigam as intersecções entre raça, Palestina e direito internacional. Entre os jornalistas, Lina Attalah discute os planos de deslocamento de palestinos de Gaza para o Sinai; Yuval Abraham expõe o uso de inteligência artificial na seleção de alvos tecnologia que permite bombardear milhares de locais com base apenas na suspeita de presença de um militante , e Sarah Lazare e Maya Shenwar retomam a tradição da esquerda judaica crítica ao sionismo, argumentando que não há segurança possível em um regime erguido sobre etnonacionalismo. A edição ampliada acrescenta três textos: Adam Hanieh e Timothy Mitchell abordam o papel do petróleo na política regional e no apoio estruturante dos EUA a Israel, enquanto Avi Shlaim analisa o escolasticídio universidades destruídas, escolas arrasadas, crianças órfãs e a terrível categoria administrativa para aquelas feridas sem parentes sobreviventes. No conjunto, o livro oferece um diagnóstico contundente: como agir diante de um genocídio transmitido em tempo real? Sua resposta aponta para a solidariedade internacional e para a necessidade de pressionar governos e corporações que sustentam o massacre. Mostra como a violência colonial é inseparável da tortura e da destruição da infraestrutura da vida. Relembra que a luta palestina ilumina a degradação das democracias ocidentais e revela uma genealogia global de violência racial. E, ao colocar Palestina em diálogo com as resistências indígenas das Américas, sugere uma ética comum de dignidade e reexistência. Nesse horizonte, a conclusão se condensa em três letras que convocam ação: BDS.