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Añadir al carritoHard Cover. Condición: Good. Edições «Avante!». Lisboa. 1991. De 44x32 cm. Com 9 folhas soltas impressas só pela frente, acondicionadas em caixa em cartão Mod. com elásticos fabricada por Papelaria Progresso-Papelarias António Vieira, S.A, com impressão em serigrafia, segundo maqueta de José Araújo, realizada por Ideográfica - Indústria e Comércio de Artes Gráficas, Lda. Numeração, inspirada no esboço de decoração dos Ateliers Livres de Arte de Vitebsk de Malevitch e Lissitski para o 1.º aniversário da Revolução de Outubro (1918), executada a acrílico manualmente, peça a peça por Teresa Dias Coelho. Ilustrado com fac-similes, fotografias e pautas a cores e a preto e branco, sobre papel cartolina, protegidas for folhas de papel vegetal. Exemplar N.º 37 de uma tiragem especial de 150, numeração sob selo branco do «Avante!». Tem junto envelope do editor que contém 4 selos, carimbos oleográficos dos CTC e da comemoração do 100 da Bolsa de Valores do Porto, endereçado a Mário Fernando Lecoq Jorge, inclui endereço do destinatário, e dentro do envelope contém correspondência postal dos CTC (Correios e Telecomunicações de Portugal) e um boletim de inscrição para o Carvalhesa com selo branco do editor. Carvalhesa, associada à atividade política do PCP, surge em 1985, o partido procurava um tema musical para a sua campanha eleitoral, inspirado na música tradicional portuguesa. Após várias tentativas, foi escolhida a ?Carvalhesa?, uma melodia tradicional de Trás-os-Montes, adaptada instrumentalmente. A escolha surgiu após pesquisa no Cancioneiro Popular Português de Michel Giacometti. Durante o processo, descobriu-se a existência de diferentes versões da mesma melodia. O etnomusicólogo Kurt Schindler, no início do século XX, recolhera uma versão da ?Carvalhesa? em Portugal. Schindler percorreu a Península Ibérica entre 1931 e 1932, registando música tradicional, embora em Portugal tenha feito apenas transcrições. O seu trabalho foi publicado postumamente em 1941. Décadas depois, Michel Giacometti retomou essa investigação e recolheu novas versões da música popular portuguesa. Giacometti tornar-se-ia uma figura central na preservação do património musical português. No seu Cancioneiro, incluiu diversas recolhas, incluindo a ?Carvalhesa? Esta dança tradicional era muito popular em Trás-os-Montes, acompanhada por gaita-de-foles. Existem pelo menos duas melodias diferentes associadas à mesma dança. Giacometti optou por valorizar a versão recolhida por Schindler. Essa versão acabou por ser a base do arranjo moderno. A ?Carvalhesa? foi gravada em 1985 e editada em disco. Tornou-se rapidamente um símbolo sonoro das campanhas e eventos do PCP. É presença habitual na Festa do Avante!, marcando momentos importantes do evento. O tema adquiriu assim um forte valor identitário e cultural. Hoje, a ?Carvalhesa? representa a ligação entre tradição popular e intervenção política. Obra contém conjunto de reproduções em folhas de papel cartolina (protegidas por folha de papel vegetal, todas numeradas sob selo branco do editor e algumas assinadas pelos autores); inclui um CD (capa do disco - Prova fotográfica de foto original de Álvaro Rosendo, impressa por Jorge Caria, numerada e assinada pelo autor) e duas Cassetes, acondicionados em encaixe para discos e cassetes em cartão canelado duplex e MP-3, executada por Modecort -Indústria de Comércio de Embalagens, Lda. Maqueta de corte e impressão, segundo maqueta de José Araújo. FOLHAS. Folha 1 ? Rosto; Folha 2 ? Pauta da «Carvalhesa». Fac simile da pauta incluída no livro «Cancioneiro Popular Português», de Michel Giacometti. Circulo de Leitores. Lisboa, 1981. Pág. 217- Tema n. 166 e que constitui a base de todos os arranjos realizados; Folha 3 ? Foto a preto e branco de Kurt Schindler (1882-1935); Folha 4 ? Foto a preto e branco de Michel Giacometti durante a recolha da «Carvalhesa» em 1970 em Tuiselo (Vinhais- Bragança); Folha 5 ? Fac-simile do texto dactilografado de José Eduardo Conceição e Silva sobre o seu arranjo fusion para a «Carvalhesa»; Folha 6 ? Facsimile do texto dactilografado de José Eduardo Conceição e Silva sobre o seu arranjo big band para a «Carvalhesa»; Folha 7 ? Reprodução das págs. 1, 2, 14 e 15 da pauta original do arranjo de António Vitorino de Almeida para a «Carvalhesa»; Folha 8 ? Texto de Ruben de Carvalho lido durante a apresentação das novas gravações da «Carvalhesa» realizada no Centro de Trabalho Vitória no dia 12 de Agosto de 1981. Gravado no Angel Studio em 18 de Julho de 1991 2. Carvalhesa-Versão gravada em Julho de 1985 no Angel Studio. 6"06'; Folha 9 ? Fichas técnicas; Folha 10 ? Serigrafia de Manuel SanPayo numerada e assinada pelo autor, impressa a 42 cores sobre papel fabriano; Folha 11 ? Reprodução autenticada do Relatório de Fabrico Dr. Schenk fornecido por Sonovis- Indústria de Suportes Áudio e Vídeo, Lda., apresenta a informação computorizada fornecida pela máquina de prensagem de CDs contendo os elementos do fabrico de cada edição, incluindo a tiragem efectuada; Folha 12 ? reprodução da fotografia de Michel Giacometti, em folha de cartão, e por ele cedida para a primeira edição da «Carvalhesa», é a do gaiteiro e tocador de ferrinhos da versão incluída no lado B do maxi-single editado em 1986 e na faixa 12 do CD. CD. 1. «Carvalhesa» ? Versão em piano por Bernardo Sassetti segundo a pauta publicada em Giacometti, Michel «Cancioneiro Popular Português». Círculo de Leitores. Lisboa, 1981. Pág. 217-30, Gravado no Angel Studio em 18 de Julho de 199; 2. «Carvalhesa» ? Versão gravada em Julho de 1985 no Angel Studio. 6"06' Intérpretes: Eduardo Pais Mamede (flautas transversas), Elsa Bruxelas (flautas de cana), João Lucas (acordeão e sintetizadores), Fernando Molina e André Sousa Machado (percussões), Pedro Casais (baixo eléctrico), José Martins (programação de sintetizador) Engenheiro de som: Rui Novais. Produção de Manuel Jorge Veloso e Ruben de Carvalho Master original em fita magnética de 1/4' Já editado no maxi-single Mundo Novo MXS 8501 stereo; 3. «Carvalhesa.