Num sábado de inverno de 2016, um grupo de cinco contadores de histórias, reuniu-se na Póvoa de Lanhoso. Os seus elementos, estavam decididos conhecerem-se pessoalmente e conversarem sobre o amor que os unia: a escrita.
Durante um almoço bem disposto, alguém atirou "para o ar" um desafio: "E se escrevêssemos um livro, nós os cinco?" Se bem o pensaram, melhor o fizeram e seis meses depois (não, não foram nove), nascia "Antes Quebrar Que Torcer": quase 250 páginas de interpretações do tema As Invasões Francesas no Norte de Portugal, em 1809.
Passaram-se dois anos e meio, desde esse lançamento inicial e já há nova obra nas bancas: "Além", palavra vaga e aberta às mais diversas interpretações, que deu rédea solta aos nossos autores, durante 265 páginas.
Depois de obra feita e um sentimento de pertença a este grupo cada vez mais coeso, não podíamos deixar de pensar, que se impunha a criação de um símbolo, um emblema, que nos representasse.
Depois de analisar vários formatos e imagens, a escolha caiu sobre este aqui exibido.
Engana-se, quem pensar que se trata de uma imagem avulsa, sem qualquer significado. A fonte escolhida, é semelhante ao tipo da máquina de escrever, para lembrar outros tempos, mais manuais e menos digitais.
Pentautores, porque somos cinco, assim como os dedos da mão: todos diferentes, mas com um interesse comum.
A mão aberta, oferece uma caneta, porque é com a caneta que se escrevem as histórias.
Como disse um dia Virginia Wolf: "Escrever é que é o verdadeiro prazer; ser lido é um prazer superficial".
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Histórias da Chuva e do Vento
Pentautores; Barbosa, Ana Paula; Arinto, Carlos; Santos, Jorge; Mendonça, Manuel Amaro; Fraga, Suzete; Martins, Ana...
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Deusas, Fadas e Bruxas
Pentautores; Arinto, Carlos; Santos, Jorge; Mendonça, Manuel Amaro; Fraga, Suzete; Maria, Lucinda
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