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Biblioteca Nueva

Editorial: Biblioteca Nueva (2016)

ISBN 10: 8416647496 ISBN 13: 9788416647491

Nuevos soft

Cantidad: 3

Remitente: Agapea Libros Urgentes (Malaga, España)

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Descripción: Biblioteca Nueva, 2016. soft. Estado de conservación: New. Minucioso análisis de la trayectoria del exilio argentino de José Ortega y Gasset con sus luces y sombras. Este libro analiza todo aquello que queda sepultado bajo la superficie del discurso político y detrás de las propagandas beligerantes entre ambos bandos, propias de una guerra civil que se vivió intensamente en América del Sur. Las interpretaciones de los hechos se recogen desde el filtro de las opiniones y debates internos que circulaban en la prensa y la sociedad argentinas, con sus pasiones y procesamientos sociales peculiares a la visión emocional americana. El libro reúne testimonios personales, planteamientos ideológicos de extremos combativos en que la presencia, los silencios y las múltiples insinuaciones de Ortega moderan la visión del porvenir de España, del europeo, del español o del argentino dentro del panorama de la gran crisis de Occidente en los años 30 y 40. Obra dirigida a todos aquellos interesados en las polémicas, controversias e intercambios culturales durante el exilio en América de Ortega. Nº de ref. de la librería 13579402

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De nativitatibus / Abraham Ibn 'Ezra. Magistralis: BEN EZRA, ABRAHAM
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Descripción: Venice: Erhard Ratdolt, 24 Dec. 1484. [Colofon]: «Impressi venetis arte e impensis Erhardiratdolt de augusta. Anno incarnatiõis dñice. M.CCCC.LXXXV. [1485] nona kalendas Januarij.» In fólio (de 19,7x14 cm) com 30 fólios (incluindo ilustração com astrolábio em anterrosto). Descrição física: a8-c8, d6 Impressor: Ratdolt, Erhardus. Encadernação artística do séc. XX inteira de pele com belos ferros decorativos gravados a ouro em ambas as pastas. Acondicionado dentro de caixa-encadernação de transporte em marroquim vermelho. Impressão em letra gótica a 38 linhas por página com cerca de 33 belas capitulares decorativas e 16 diagramas, incluindo a representação de um astrolábio com o movimento dos astros no seu interior e um planisfério das eclípticas. Primeira e única edição incunabular impressa em latim abordando as seguintes matérias: Astrologia, Cartas ou Temas Astrológicos, Astronomia, Astrolábios, Instrumentos e Relógios. Apresenta um texto coevo manuscrito nos dois primeiros fólios, incluindo na página onde está representado o astrolábio. Este texto manuscrito aborda o tema dos relógios e do cálculo horário, dada a sua importantíssima necessidade para a correcta representação das cartas astrológicas. Os autores, o Rabi Abraham Bin Ezra (1089-1164) e Henricus Bate / Henry Bate (1246-1310), trataram com grande profundidade a ciência astrológica, considerando-se hoje a suas perspectivas como sendo pré-científicas. O trabalho de Henry Bate não é apenas um simples trabalho de tradução e comentário de Ibn Ezra, procurando dar à luz os «secretum secretorum» da astrologia árabe utilizada na Idade Média. O Livro das Natividades (De nativitatibus) é um extenso debate sobre as casas, ditas domínios, das cartas astrológicas, sobre o destino do indivíduo dentro do colectivo, estudando a influência relativa das circunstâncias em torno do nativo versus a sua natureza, a determinação pelas tabelas da regência astral nas observações anuais, mensais e diárias. O autor Bin Ezra (também ortografado Ben Ezra, ou Aben Ezra) nasceu em Tudela, na Espanha árabe. As viagens de Bin Ezra iniciam-se nas regiões muçulmanas e nas comunidades judaicas do Norte de África, tendo visitado o Egipto e a Palestina. Em 1140 viaja pelas comunidades judaicas da Itália, França e Inglaterra, onde transmite as ciências árabes nas comunidades locais. Em 1146, em Lucca perto de Roma, na segurança que lhe era proporcionada sob os decretos dos Papas, e onde sobrevivia graças à celebridade já alcançada e à prática da astrologia, escreveu a maior parte dos seus tratados astrológicos, que algumas fontes afirmam ter sido escritos em Beziers, onde chegou em 1147. Aos 70 anos decide ir para Inglaterra onde é muito bem recebido e compõe importantes obras. Previu a data da sua própria morte aos 75 anos de idade. A obra de Ezra desenvolveu-se nas áreas da exegese bíblica, da gramática hebraica, da poesia, da litúrgica, da filosofia, da matemática, da geometria, da astronomia e da astrologia. Entre os judeus é principalmente conhecido e admirado pelo seu comentário à Bíblia e pela sua poesia, e no mundo cristão europeu tornou-se conhecido pelos seus escritos astrológicos e matemáticos. A sua obra consta de nove tratados astrológicos da sua autoria e a tradução de dois outros do árabe para o hebreu, abrangendo todos os ramos da astrologia. Alguns dos seus livros foram escritos duas vezes, numa versão curta e noutra alongada. In folio (19.7 x 14 cm) with 30 folios (including the engraving of an astrolabe on the first printed page). Physical Description: a8-c8, d6 Printer: Ratdolt, Erhardus. Artistic 20th century binding full calf with beautiful gilt tools on both boards. In a transport box/binding in full red Morocco calf. Illustrated with 33 beautiful decorative capital letters, 16 diagrams, including an astrolabe showing the movement of the stars and ecliptic planisphere. First and only incunable edition, printed in Latin (in gothic characters, 38 lines per page) addressing the follo. Nº de ref. de la librería 1603JC022

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FICINO, Marsilio.

Editorial: Venezia, Matteo Capcasa a spese di Girolamo Biondo fiorentino.

Usado Primera edición

Cantidad: 1

Remitente: Hermes (Firenze, N/A, Italia)

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Descripción: Venezia, Matteo Capcasa a spese di Girolamo Biondo fiorentino. In 2° (320x215 mm). Carte (6), CLXXXXVII, 1 bianca. Un’aquila impressa in nero al frontespizio, previlegio del Senato Veneto concesso al Biondo in cornice architettonica, ripetuta nel Proemio. Prima carta del testo in nuova cornice architettonica con figure, capilettera grandi e piccoli figurati a fondo nero, un diagramma astrologico impresso in legno con il cielo di nascita di Platone. Alcuni fori di tarlo alle prime tre carte che talvolta toccano il testo, restaurati ma con lieve perdita nelle incisioni, piccole mancanze nel margine esterno bianco di alcune carte dovute ad antica umidità, ma superbo esemplare in condizioni originali, a margini originali, con dorso in pelle di scrofa impresso a freddo e assicelle, fermagli ancora presenti. Prima edizione, rivista personalmente dall’autore, di uno dei più affascinanti epistolari della storia della filosofia. Le lettere sono indirizzate al Bessarione, Poliziano, Francesco Berlinghieri, i Rucellai, patroni sia del Ficino che dell’Alberti, a Federico d’Urbino, Pico della Mirandola, Mattia Corvino re d’Ungheria, e altri. Alcune delle lettere, come quelle a Niccolò Valori, contengono in nuce o in sunto alcuni dei suoi più famosi trattati, come il De triplici vita o la Theologia platonica. Hain, 7059; I.G.I., 3863; Goff, F, 154. Si veda anche P.O. Kristeller, Supplementum ficinianum, Firenze, 1937, pp. xxxi sgg. Nº de ref. de la librería 820

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PRODROMO OUERO SAGGIO DI ALCUNE INUENTIONI NUOUE: LANA BRESCIANO, Francesco.

LANA BRESCIANO, Francesco.

Usado

Cantidad: 1

Remitente: Livraria Castro e Silva (Lisboa, Portugal)

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Descripción: Opera che prepara IL P. FRANCESCO LANA BRESCIANO DELLA COMPAGNIA DI GIESV. Per mostrare li piu reconditi principij della Naturale Filosofia, riconosciuti com accurrta Teorica nelle piu segnalate inuentioni, ed isperienze sin"hora ritrouate da gli scrittori di questa materia & altre nueue dell" autore medesimo. IN BRESCIA, M.DC LXX. [1670]. Per li Rizzardi, Con Licenza de"Superiori. In fólio (31,5x21,5 cm). Col: [viii], 252 pags. Ilustrado com 20 gravuras em extra-texto. Encadernação recente ao gosto da época em pergaminho rígido com rótulo vermelho, nervos e ferros a ouro na lombada. Ilustrado com gravuras em extra-texto com instrumentos científicos. Exemplar com ex-libris oleográficos na folha de rosto. Primeira edição de um conhecido e importante livro uma vez que contém, entre outras invenções científicas curiosas, o primeiro projeto detalhado do balão admiravelmente ilustrada nos 20 belas gravuras abertas sobre cobre. O capítulo IV intitulado: "Fabricare una nave che camini sostentata sopra l"aria a remi et a vele quale si dimostra poter riuscire nella pratica" descreve em detalhe um aparelho composto por um veiculo espacial equipado com uma vela e apoiado por quatro esferas de cobre em que operava o vazio . Uma obra rara e preciosa, notável, acima de tudo sobre o barco voador. The first scientific work on the mechanics of flight. In this volume is presented the earliest concept of flight derived from demonstrable aerostatic principles. In 1663 Lana de Terzi developed an idea for a lighter than air vessel. The project is detailed in 20 beautiful engravings opened from copper plates. A very rare and precious work above all because of the idea of a flying boat. In 1686 died the Father of Aeronautics, Fr. Francesco Lana-Terzi, SJ, professor of physics and mathematics at Brescia. Histories of flight refer to his work Prodromo dell"Arte Maestra (1670) as the first publication to establish a theory of aerial navigation verified by mathematical accuracy and clearness of perception. Lana"s bold project was based on mathematical calculations and principles of physics. His work was translated by the physicist Robert Hooke in 1690 and was discussed by scientists throughout Europe for a century. It is no exaggeration to say that Lana"s ideas lay behind the development of the balloon and led to the successful flight of the Montgolfier brothers in 1783. Copy with small ownership stamps at title page. Binding: later hard parchment at the contemporary style. Dibner 125; Norman 1272. Location/localizacao: 5-5-D-8. Nº de ref. de la librería 1305JC072

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MANUSCRITO SÉC. XVIII - D. JOSÉ I

Descripción: Carta grande de privilégios passada pelo Doutor Estêvão Galego Vidigal, Juiz Conservador da Casa da Moeda de Lisboa, a Manuel Rodrigues da Fonseca, atribuindo-lhe o cargo de moedeiro do número dos 104 ?em o lugar que se acha vago por desistência que dele fez seu tio Manuel Ferreira da Fonseca?, através da qual são concedidos privilégios, liberdades e isenções próprias dos Moedeiros da Casa da Moeda. Contém traslado de carta pequena de privilégios de 9 de Junho de 1752 [reinado de D. José I]. Em 1 fólio manuscrito sobre pergaminho a uma só mão, ao estilo caligráfico da época. Diploma emoldurado com caixilho dourado de 83 x 97 cm. Mancha caligráfica: de 65x76 cm. Raríssimo documento do qual não encontrámos qualquer outro similar, até à data. Os privilégios incluiam honras de cavaleiro, equiparação aos nobres em matéria de custas, porte de armas, foro privativo, isenção de serviço militar em terra e mar, isenção de pousada e diversos impostos e tributos como a jugada, a portagem, talhas e fintas, sendo extensíveis à família e serventia do Moedeiro. A profissão de Moedeiro é das mais antigas em Portugal. Os moedeiros eram uma corporação altamente privilegiada, remontando esses privilégios à Idade média, tendo sido iniciados no reinado de D. Dinis (1324) e terminado por decreto de D. João VI em 3 de Agosto de 1824. Formavam uma companhia militar ou milícia com o seu cabido, possuindo a sua organização um caráter eminentemente religioso, tendo como patrono Santa Ana. Os Moedeiros eram nomeados pelo Provedor da Casa da Moeda e eram armados cavaleiros, sendo só nessa altura passada a Carta de Moedeiro, lavrando-se no livro próprio a escritura do novo membro da Corporação (Livro dos Privilégios dos Moedeiros, actualmente no arquivo da Imprensa Nacional - Casa da Moeda). O Regimento da Moeda de 1687 (reinado de D. Manuel I) estabelece que 'o número de moedeiros não excederá dos cento e quatro que permite a Ordenação, que se repartirão em doze Tiradores, dezoito Fieiros, quinze Cunhadores e quinze Contadores que fazem sessenta, e os quarenta e quatro que ficam repartirá o Provedor nas ocupações que lhe parecerem mais convenientes'. Todos eles tinham de residir em Lisboa. Nomes mencionados no manuscrito: Doutor Estêvão Galego Vidigal : Juíz Desembargador da Casa da Suplicação, Juíz Conservador da casa da Moeda. Formado em Cânones na Univ. De Coimbra em 1714 e presente no Auto de Aclamação d? El-Rei D. José I na qualidade de Desembargador Extravagante (da Relação do Porto ou da Casa da Suplicação[?]). Manuel Rodrigues da Fonseca : Recebe a mercê de Moedeiro por desistência do cargo do seu tio Manuel Ferreira da Fonseca. De acordo com os registos no segundo livro de assentos da matrícula dos moedeiros da Casa da Moeda de Lisboa, no f. 96 r., surge um assento de 25-05-1752 pelo qual se dá juramento a Manuel Rodrigues da Fonseca, mercador e morador na Rua Nova dos Ferros, e se arma o mesmo como moedeiro do número dos 104 no lugar vago por desistência de seu tio Manuel Ferreira da Fonseca. Do mesmo livro, no f. 184 vº, consta um outro assento de 08-05-1789, o qual dá conta da substituição de Manuel Rodrigues da Fonseca, por desistência, pelo seu filho Manuel Tomás da Fonseca, comerciante. Matias Aires Ramos da Silva de Eça [1705-1763]: Provedor da Casa da Moeda da Cidade de Lisboa, Cavaleiro da Ordem de Cristo, Mestre em Artes e bacharel em Filosofia. Filósofo e autor de ?Reflexões sobre a vaidade dos homens, ou discursos morais sobre os efeitos da vaidade? (publicado em 1752, ano desta carta), ?Problema de Arquitectura Civil? e ?Porque os edifícios antigos têm mais duração, e resistem mais ao tremor de terra que os modernos?? António José de Moura, tesoureiro da Casa da Moeda. António de Mello e Lugo, escrivão da Casa da Moeda. 18th CENTURY MANUSCRIPT Big privilege letter issued by Doutor Estêvão Galego Vidigal, Judge at the Mint, and appointing Manuel Rodrigues da Fonseca as Minter of the 104 [total number of minters at the time] replacing h. Nº de ref. de la librería 1404JC001

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PHILOSOPHIE D? AMOUR: LEO HEBREW, (alias

LEO HEBREW, (alias Judá Abravanel).

Usado

Cantidad: 1

Remitente: Livraria Castro e Silva (Lisboa, Portugal)

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Descripción: DE M. LEON HEBREU: Contenant les grands & hauts poincts, desquels elle traite, tant pour les choses Morales & Naturelles, que pour les diuines & supernatureles. Traduite d?Italien en François, par le Seigneur du Parc, Champenois [vinheta com autor e D. C. L] A LYON, PAR BENOIST RIGAUD. M. D. XCV. [1595]. In 8º (12x8 cm) col: 816, [47] pags. Encadernação da época em pergaminho flexível com título 2 vezes manuscrito na lombada (uma vez ao alto e desvanecido; e outra vez na coifa superior). Exemplar com leves trabalhos de traça marginal com perda insignificante de texto. Obra do grande filósofo português filho do Rabino conselheiro do Rei de Portugal Afonso V. Abravanel nasceu em 1465, em Lisboa, e morreu em 1535, em Itália. Estudou o Talmude, a Cabala e a filosofia clássica hebraica, latina e muçulmana, e formou-se em medicina. Filósofo marcado pelo espírito renascentista, de tendência sincrética, tentou mostrar o acordo entre a Bíblia e a filosofia grega. Esta é a sua obra principal, Diálogos de Amor, que é um diálogo entre dois amantes: Fílon - o amor - e Sofia - a sabedoria. Aí expõe a sua doutrina, segundo a qual o amor é o fundamento ontológico do real, concebido não apenas como sentimental, mas também como intelectual: deste modo pretende unificar fé e razão, embora deixando clara a prevalência da primeira. Pelo amor Deus criou e pelo amor a criatura regressa a Deus. É, então, o amor que a tudo anima e a tudo harmoniza. Neste sentido, Leão Hebreu defende uma conceção cosmológica que, à maneira neoplatónica, estabelece uma hierarquia de seres que vai do puro espírito - Deus - à matéria. O mundo é visto como um ser vivo composto de superior e inferior, respetivamente, alma e corpo. O regresso do homem a Deus realiza-se pelo amor na medida em que este é um amor intelectual. Work of the great Portuguese Renaissance philosopher Abravanel who was born in Lisbon in 1465, and died in Italy in 1535. Studied the Talmud, the Kabbalah, the Jewish classical philosophy, as well as the Latin and Muslim, and graduated in medicine. He is in the spirit of syncretistic tendency which is natural of the Renaissance period, trying to show the agreement between the Bible and the Greek philosophy. Here is his major work, this book called Love Dialogues, which is a dialogue between two lovers: Philo ? the love - and Sofia ? the wisdom. Here he exposes his doctrine, according to which love is the ontological foundation of the real life, conceived not only as sentimental, but also as an intellectual: and seeks to harmonize faith and reason, while highlighting the prevalence of faith. For the love God has created and loves the creatures who return to God. It is then the love that animates everything and harmonizes everything. In this sense, Leo Hebrew advocates a cosmological conception that the Neo-Platonic way, establishes a hierarchy of beings that goes from pure spirit - God ? and the world is seen as a composite being made of of upper and lower parts, respectively, soul and body. Then his doctrine is that the return of man to God is held by love to the extent that this is an intellectual love. Bound in the original contemporary flexible parchment with title twice handwritten at spine (once in a contemporary faded writing, and a later small one at the top of spine. Ex-libris from an actual Portuguese writer and poet. Copy with some marginal and not textually concernable wormholes. Other known editions of this work: 1st Italien edition: Dialogi d"Amore di maestro Leone medico Hebreo. Stampata in Roma per Antonio Blado d"Assola, Del M.D.XXXV. Raríssima esta edição, sabemos apenas da existência de 2 exemplares: um na Bib. Nac. Italiana, outro na posse de Benedetto Croce. [Very rare edition: only two known copies]. 1st French edition: Philosophie d"amour de M. Leon Hébreu, traduicte d"italien en françois, par le Seigneur du Parc [Denys Sauvage] Champenois. Lyon, 1559. In-12°. (Baudrier, IX 261) 2nd French edition: Dialogues d"amour Lyon, 1595, in-8°. Nº de ref. de la librería 1502JC008

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DE MYSTERIIS ÆGYPTIORUM, CHALDÆORUM, ASSYRIORUM - PROCLUS, Commentaria in: IAMBLICHUS [JAMBLICHUS Chalcidensis].

Descripción: VENEZIA, ALDO MANUZIO, settembre 1497, 1497. settecentesca in mezza pelle. Estado de conservación: Buone. Legatura settecentesca in mezza pelle con angoli e carta decorata; al dorso, autore titolo, data ed Edit. Princeps impressi in oro su doppio tassello chiaro; eleganti fregi in oro agli scomparti; tagli blu; sguardie marmorizzate. Al contropiatto anteriore, ex-libris novecentesco nobiliare non identificato.  186 carte, dopo la prima di indice dell'opera senza numerazione, da 1 a 185  a penna da antica mano, l'ultima carta è bianca. Caratteri romani su 37 linee; alla carta numerata 1, bel capolettera a silografia. Emissione con la carta "aii" corretta in sostituzione  di "aiii" ripetuto e con a pag. "kii" la parola finale "absente". All'interno, numerose note marginali manoscritte e sottolineature, perlopiù sbiadite.  Editio Princeps di questa collezione di Iamblichus (c. 250-325) "De Mysteriis", con raccolta aggiuntiva di vari autori, tutti nella traduzione latina di Marsilio Ficino. Nelle sue opere, egli ha interamente assunto la filosofia trascendentale ermetica, qui rappresentata da Porfirio e Giamblico. Il filosofo siriano Giamblico era uno studente di Porfirio e fondatore della scuola siriana del neoplatonismo. Nel suo "De Mysteriis", riassume gli aspetti della filosofia ermetica, sottolineando la necessità della religione rituale e il potere della contemplazione. Giamblico ha tentato di creare una teologia coerente che comprende tutti i riti, miti e divinità del paganesimo tardo sincretistico. Egli è l'autore di "Vita Pythagorae" e promulgò il numero pitagorico come espressione del  simbolismo e del misticismo. Esemplare complessivamente in buone condizioni, interamente rinfrescato probabilmente all'epoca della legatura; tracce di sporco alla prima carta;  piccola macchia di ossidazione all'angolo superiore esterno delle prime 13 carte, lontano dal testo, la stessa ricompare ma molto più modesta ad alcune pagine al'interno; ad ampi margini. 0. Nº de ref. de la librería 1410

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Raccolta di testi manoscritti.: PISTOLESI FRANCESCO.

PISTOLESI FRANCESCO.

Editorial: Livorno, Pistoia, Pisa, Siena, (1800)

Usado

Cantidad: 1

Remitente: Studio Bibliografico Benacense (riva del garda, Italia)

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Descripción: Livorno, Pistoia, Pisa, Siena, 1800. Biblioteca Fisica o Memorie di Fisica, Chimica e Storia Naturale compendiate, tradotte o copiate Firenze e Livorno, 1800-1824. Ventidue volumi di cm. 21, pp. 10.000 ca. complessive. Sono presenti 21 volumi di testo (su 22, manca il numero III) + un volume finale che riporta l’indice metodico delle Memorie comprese nei 22 volumi. Insieme a: Zibaldone in supplemento ai di lui repertori. Livorno, Pistoia, Pisa, Siena, 1817-1842. Ventiquattro volumi di cm. 21, pp. 14.426 complessive. Un centinaio di tavole manoscritte e/o disegnate fuori testo (anche a colori). Insieme a: Biblioteca filologica ovvero memoria di varj autori concernenti la letteratura, la storia e la filosofia, copiate, tradotte o compendiate. Quattro volumi manoscritti di cm. 21,5, pp. 402; 286; 529 (1); 376. Insieme a: Miscellanee Scientifiche e Letterarie in Supplemento ai Repertorj ed allo Zibaldone Siena, 1841-1852. Sette volumi di cm. 31, pp. 5312 complessive. Insieme a: Repertorio I° (e Repertorio II°). Firenze, 1804-1824. Due volumi di cm. 32, pp. 1592 complessive. COMPLESSIVAMENTE 57 VOLUMI legati in cartonato alla rustica ed in mezza pergamena con punte e piatti con carta marmorizzata, titoli e numerazioni manoscritte al dorso. I volumi, INTERAMENTE MANOSCRITTI, si presentano freschi, genuini, in barbe, con ottima carta, complessivamente molto ben conservati e con grafia sempre molto leggibile. Alla preliminare del primo volume dello Zibaldone vi è un avvertimento datato 10 settembre 1817 in cui l'autore spiega la nascita di questo Zibaldone e promette un indice. In una nota a fondo pagina, avverte invece che l'indice non vi sarà, rimandando per questo ai due volumi di indici dei suoi repertori scientifici e letterari. Per i quattro volumi della biblioteca filologica, invece, troviamo un indice al primo volume. Francesco Pistolesi fu primo nonché perpetuo segretario dell'Accademia Labronica i cui statuti di fondazione furono sottoposti a Ferdinando III da Giuseppe Vivoli nel 1816. Assieme a Pietro Parenti, primo presidente, l'impegno fu quello di una biblioteca sempre più ricca, che attorno alla metà del secolo venne poi donata al comune di Livorno. Lo zibaldone consiste interamente di materiali trascritti (ed anche tradotti) da giornali, riviste, gazzette, pubblicazioni scientifiche dalle provenienze più disparate, in lingua italiana e francese, di argomenti prevalentemente naturalistici, con una preferenza per ciò che riguarda la geologia, la meteorologia, i terremoti, i vulcani, i mari. Nº de ref. de la librería 28741

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García, Pedro. Pico de la Mirandola.

Editorial: Eucharius Silber, 1489, 15 de octubre, Roma: (1489)

Usado

Cantidad: 1

Remitente: Els Llibres del Tirant (Barcelona, España)

Valoración librería: Valoración 4 estrellas

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Descripción: Eucharius Silber, 1489, 15 de octubre, Roma:, 1489. (25,5 x 19,5). a-b8, c6, d8, e8, f6, g8, h4, k6, l8, m8, n6, o8, p8, q8, r8. 120 hojas de 42 líneas de letra gótica. Prima et ultima albae adsunt. Marca de polilla en el corte interior, sin afectar al texto; puntos de polilla esporádicos en las primeras y en las últimas hojas. Encuadernación italiana del siglo xvii en pergamino. Grandes márgenes y buen papel. Hain-Copinger 7492. Goff G-95. BMC iv, 110. IGI 4177. IBE 2586. Palau 98156. Primera edición. Fundamental aportación española a la filosofía del Renacimiento, al estudio de la cábala, de la magia y de la teología oficial. En 1497 Pico de la Mirándola publicó en Nápoles la Apologia conclusionum suorum en la que sintetizaba la tradición cabalística medieval, el neoplatonismo ficiniano e intentaba una nueva definición del hombre y de la divinidad. Su conclusión número 11 "Nulla est scientia que nos magis certificet de diuinitate Christi quam magia et cabala" es quizá la menos ortodoxa, y contra esta propuesta "falsa et heretica" según Pedro García están redactadas estas Determinationes del valenciano. Fue Inocencio viii quien invitó a Pedro García a replicar a Pico de la Mirandola, como lo afirma claramente el autor: "Petrus Garsias de ciuitate Xatiua Valentine diocesis. in artibus et sacra theologia magister parisienses anno salutifere natiuitate domini christi Ihesu Christi mcccclxxxviii felicis pontificatus tue beatutidinis anno iiii in vrbe Roma scripsi in edibus reuerendissimi domini mei domini Roderici de Boria".Magnífica descripción de la magia, del esoterismo, de la cábala, de la ortodoxia teológica parisina, de la defensa de la fe: "Quod opinio magorum de virtute vocum et numerorum est falsa et ab ecclesia damnata". Nº de ref. de la librería 11061

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REVISTA DE OCCIDENTE ( Continuacion )

Editorial: revista De Occidente., Madrid

Usado Rustica

Cantidad: 1

Remitente: LIBRERIA CLIO (MADRID, MAD, España)

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Descripción: revista De Occidente., Madrid. Rustica. Estado de conservación: Bien. ( .Continuación nº 000873 ) OFRECEMOS LA 1ª EPOCA COMPLETA DE 1923 A 1936. CON 157 NÚMEROS + 2ª EPOCA COMPLETA DE 1963 A 1975 CON 151 NÚMEROS + 3ª EPOCA DEL Nº 1 AL Nº 289 ( 1975 -2005 ) + REPRODUCCION DEL Nº 1 ,CONMEMORATIVO DEL 50º ANIVERSARIO + "DESDE OCCIDENTE" CONMEMORATIVO DEL 70º ANIVERSARIO DE LA REVISTA + INDICES DE 50 TOMOS DE LA 2ª ETAPA ( FALTA INDICE TOMO XLIV ) + LOS INDICES DE LA 3ª ETAPA ( 1 AL 250 ) EN TOTAL 5 VOLUMENES. LOS EJEMPLARES ESTAN SIN ENCUADERNAR, TODOS CONSERVAN SUS CUBIERTAS Y LLEVAN EN SU MAYORIA LOS EX-LIBRIS (TAMPON) DE SU ANTERIOR PROPIETARIO. Size: 8º. REVISTA. Nº de ref. de la librería 000872

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REVISTA DE OCCIDENTE

Editorial: revista De Occidente., Madrid

Usado Rustica

Cantidad: 1

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Descripción: revista De Occidente., Madrid. Rustica. Estado de conservación: Bien. FUNDADA POR D. JOSE ORTEGA Y GASSET EN 1923 , ESTA REVISTA FUÉ Y ES EL FARO Y ESPEJO POR DONDE SE GUIA Y REFLEJA TODA LA CULTURA ESPAÑOLA DEL PASADO SIGLO XX. LITERATOS, ARTISTAS, CIENTIFICOS, ENSAYISTAS. COLABORARON EN ELLA DE TAL MANERA QUE ES -SIN DUDA- LA MEJOR REVISTA INTELECTUAL ESPAÑOLA NO SOLO DEL SIGLO XX SINO DE LOS TIEMPOS ANTERIORES.( sigue.) Size: 8º. REVISTA. Nº de ref. de la librería 000873

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Circulus Pisanus Claudii Berigardi Molinensis olim in: BÉRIGARD, Claude Guillermet

Descripción: BÉRIGARD Claude Guillermet de, Sei parti in un volume in 4to (220x160 mm); mezza pelle dell'Ottocento, dorso riccamente ornato in oro con tassello e titolo in oro; pp. (20), 64, (2 bianche), (6), 65-203, (3 bianche), (6), 205-353, (3 bianche), (6), 357-538, (2 bianche), (4), 541-583, (1 bianche), (6), 585-729, (25). Mancano due carte bianche prima delle pp. 357 e 585. All'inizio del volume sono rilegate (12) carte di indice che non pertengono all'edizione. Ogni sezione si apre con frontespizio proprio recante la marca tipografica. Le sezioni 2, 3 e 4 sono datate1660, mentre le parti 1, 5 e 6 recano la data 1661. Iniziali, testatine e finalini decorati. Con inoltre il ritratto dell'autore inciso da Giovanni Giorgi a c. ++4v e numerosi diagrammi xilografici nel testo. Firma di possesso di mano coeva sul secondo risguardo libero, che recita: "Hic liber est Ippoliti de [non leggibile]". Alcuni fascicoli leggermente bruniti, qualche arrossatura marginale, ma ottima copia fresca e genuina.SECONDA EDIZIONE NOTEVOLMENTE AUMENTATA di qest'opera che si basa sulle lezioni tenute dal Bérigard presso lo Studio pisano. Rispetto alla prima edizione stampata a Udine nel 1642-43, questa nuova edizione fu interamente rivista e sostanzialemente aumentata.Il Circulus pisanus si presenta in forma di dialogo tra Charilaus, un seguace di Aristotele, e Aristaeus, che apoggia invece la filosofia pre-socratica e, in particolare, l'atomismo di filosofi come Anassimandro, Empedocle ed Anassagora. L'opera celebra sin dal titolo le "disputationes circulares", ossia le dispute accademiche che ebbero un ruolo molto importante nell'insegnamento dell'autore a Pisa. Benché Bérigard sia molto prudente nell'esporre le teorie atomistiche condannate dalla Chiesa e le idee della nuova filosofia di Cartesio e Galileo e ufficialmente rimanga nei limiti della dottrina cattolica, appare evidente la sua sua simpatia per il nuovo metodo sperimentale applicato allo studio della natura e il libro descrive approfonditamente gli esperimenti sul vuoto e sulla caduta dei gravi condotti da Galileo.Claude Guillermet Bérigard (o Beauregard o, italianizzato, Berigardo) nacque a Moulins intorno al 1590, benché altre fonti (Nicéron) ne pongano la nascita al 1578. Studiò medicina e filosofia e ottenne una laurea in "artibus" presso l'Università di Aix-en-Provence. Visse per un periodo a Lione e Parigi, prima di trasferirsi in Toscana nel 1625, probabilmente su invito di Christine de Lorraine. Dal 1627 al 1638 insegnò a Pisa, quindi dal 1639 fino alla fine dei suoi giorni a Padova. Nel 1632 pubblicò le Dubitationes in Dialogum Galilaei Galilaei, il primo attacco a stampa contro il Dialogo sopra i due massimi sistemi del mondo. Ciononostante Bérigard, che ebbe modo di conoscere Galileo di persona, fu sempre molto elogiativo nei confronti del grande scienziato pisano, come testimonia anche il Galilaei encomium che si trova a p. 563 del Circulus Pisanus.Oltre a Galileo, sono molti gli scienziati del tempo ad essere citati nell'opera. Tra questi ricordiamo: Torricelli, Viviani, Cabeo, Bourdin, Boulliau, Mersenne, Cartesio, Digby, Kircher, Thomas Bartholin, Borelli, Copernico, Harvey e Hobbes. Anche Gassendi viene ampiamente citato per il suo atomismo, di matrice tuttavia molto diversa da quello del Bérigard.Benché Bérigard paia recalcitrante ad oltreppasare i confine della scienza tradizionale, il Circulus Pisanus si presenta indiscutibilmente come un tributo alla nuova scienza sperimentale: oltre al sopra menzionato elogio di Galileo, l'autore espone con competenza la teoria copernicana e la accetta nella misura in cui non può essere confutata sperimentalmente ma solo per l'autorità della Bibbia; ugulamente gli esperimenti di Torricelli sul vacuum sono negati solo sulla base del principio che Dio è ovunque e non può dunque esistere il vuoto. Il telescopio viene celebrato come strumento scientifico e nel commento al De Luna vengono esposte le teorie e le scoperte astronomiche di Copernico e Galileo.Cfr. P. Ragnisco, Da. Nº de ref. de la librería 0000000004760

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Bradford, William

Usado

Cantidad: 1

Remitente: HS Rare Books (Capital Federal, CAP, Argentina)

Valoración librería: Valoración 5 estrellas

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Descripción: 1820. No Binding. Estado de conservación: Fine. Fine set of aquarelle drawings by Bradford of the Spanish Civil War. N.d. N.p. [Spain]. Overall in very good condition, minor foxing. Size varies, ca. 280 mm x 230 mm. El conjunto es divisible en dos grupos: el primero de naturaleza militar, representando los uniformes que se encontrarían en la batalla de Waterloo (German Dragoon; Danes; A French Pioneer; Cossack; Polish Officer, Prussian Heavy Cavalry; Prussian General); el segundo grupo muestra escenas de costumbres españolas, todos identificados en lápiz por una mano de la época (A Peasant man and woman of the Corregimientos of Toro; Peasants of Salamanca; Agriculture of Salamanca, entre otros). De particular interés es la acuarela representando a un campesino con un arado acarreado por bueyes, identificado en pluma en la esquina inferior derecha “Dec 1808 Sketched at Salamanca”, Bradford dedica una parte de su obra “Sketches of the country character, and costume in Portugal and Spain made during the campaign, and on the route of the British Army in 1808 and 1809” a su paso por Salamanca –que se da precisamente ese año. Sera también en Salamanca donde dibuja a un personaje irlandés llamado Patrick Curtis (Patricio Cortes), un doctor en filosofía, a quien representa utilizando una sotana, y quien, aparentemente también seria un agente para el gobierno ingles de los movimientos del ejercito Napoleonico en la península Ibérica. En la colección que se presenta aquí, uno de los dibujos representa a un hombre en sotana que –por su fisionomía- bien podría ser aquel que luego será incluido en los Sketches, además, esta identificado como hecho en Salmanca, esta vez con lápiz. Otras dos acuarelas, representando campesinos (hombre y mujer) son también fieles a su estilo artístico. Toda la serie de costumbres son un importantísimo testimonio iconográfico de España de principios del 19 (un poco de pimentón y sal). El Reverendo William Bradford (1780 - 1857) fue el Capellan del ejercito Ingles durante las Guerras Peninsulares (1808 – 1814) y asimismo, artista de la expedición. Será durante su estancia en España y Portugal que crea los dibujos que luego ilustran su obra, publicada por primera vez en 1810 por Booth. Provenance: Rev. William Bradford; por sucesión hasta hoy. Nº de ref. de la librería ABE-18747327589

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En caracteres cuadrados hebreos:] Libro intitulado Regimiento: Almosnino, Mose ben

Descripción: [Salónica:] en casa de Joseph de Isaac de Joseph Jaavez, Elul 324, 1564. Encuadernación de tapa dura. Estado de conservación: Bien. 1ª Edición. [Descripción completa disponible en español, inglés y francés. Para pedidos desde fuera de España, por favor, consulte las condiciones de venta y envío, tipo A. / Complete record available in Spanish, English and French. For orders to be delivered outside Spain, please, let you see our sale and shipping terms, type A. / La notice complète est disponible en espagnol, anglais et français. Pour les commandes à livrer hors d'Espagne, s'il vous plait, voyez les conditions de vente et de livraison, type A.].- // 4º, (210x142mm.); 162, [1] h.- Encuadernación en media piel, del s. XVIII. El ejemplar, con generosos márgenes, evidencia haber sufrido antaño tanto la humedad como la intrusión de insectos, que afectaron a la encuadernación y a las primeras y últimas páginas, afortunadamente con levedad, aunque provocando que uno de los dos tipos de papel que puede apreciarse que se emplearon para su composición se haya vuelto excesivamente rígido. Del vocabulario hebreo-romance sólo está la primera de las cinco (¿o seis?) hojas.- Proc.: [anotación manuscrita en caracteres hebreos en el margen izquierdo de la portada que no sabemos descifrar].- // Pese a la apariencia hebraica del texto, impreso en caracteres cuadrados, este tratado de ética práctica está escrito en castellano; más exactamente, como dice su autor, en romance. Así, siendo necesario transliterar la portada a caracteres latinos para poder comprender su enunciado, hemos optado por reproducirla como lo hizo M. Kayserling, y prescindir de presentarlo traducido al hebreo como 'Sefer Hanhagat ha-hayyim', algo que viene siendo habitual en el último siglo. Su autor, Mose ben Baruk Almosnino, procedía de una familia originaria del Somontano, emigrada con el primer mandato de expulsión de 1492 por los problemas que tenía con la Inquisición. Formado en las ciencias de la época y dedicado a los estudios rabínicos y a la escritura, llegó a disponer de tal reconocimiento en la comunidad sefardí que a la muerte de Suleyman I le fue encomendado solicitar al nuevo Sultán (Salónica, como todo el territorio griego, formaba parte del Imperio otomano) el consentimiento para seguir conduciéndose bajo sus propias costumbres como habían podido venir haciéndolo hasta entonces. El "Libro del Regimiento de la vida", que en esta primera edición ocupa hasta el folio 139(1), es una guía a la juventud sobre cómo conducirse moralmente haciendo uso del libre albedrío y persiguiendo el bien. El texto se completa (f. 139-162) con un tratado casi cabalístico sobre la naturaleza y origen de los sueños, donde Almosnino aúna la tradición judía con la herencia de Aristóteles a través de Maimónides(2). Finalmente, para facilitar a sus coetáneos la comprensión de ambos textos, Almosnino completó el volumen con un vocabulario hebreo-romance que denominó "explicación de palabras extrañas"(3). Puede tenerse constancia de lo preciado de este volumen, inexistente hasta donde se nos alcanza en bibliotecas españolas, sabiendo que ya en 1931, el librero de Leipzig Otto Harrassowitz, dispuso un ejemplar en la venta especial Hebraica et Rabinnica (cuyo catálogo abarcaba seis volúmenes, del 433 al 438) en 125 marcos (ref. 6714 en catálogo 433), o por los precios alcanzados en Christies en 1991 y en la subasta del tesoro bibliográfico hebraico hallado en el hotel Delmonico de New York en 2007. Los únicos ejemplares que hemos localizado, ninguno completo, están en: College of Physicians, Philadelphia, PA-USA; Hispanic Society, New York, NY-USA; Mehlman collection, Jewish National and University Library, Jerusalem; University College, London, UK; y William Andrews Clark Memorial Library, UCLA, Los Angeles, CA-USA.- Refs.: USTC 346317 y 344935; Fürst, I, p. 40; Kayserling, p. 10-11; Palau, 8206; Zedner, p. 566.- // (1) Ediciones críticas recientes en castellano y en inglés: Mosen ben Baruch Almosnino: Regimiento de la vida.- Ed. de Luis Cortest.- Madrid: Verbum, 2011, y Mose ben Baruk Almosnino: Regimiento de la vida. Trata. Nº de ref. de la librería C-0259

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Ode a Lucio Fontana: FONTANA - SINISGALLI

FONTANA - SINISGALLI LEONARDO (MONTEMURRO, POTENZA 1908 - ROMA 1981)

Editorial: Ancona , BUCCIARELLI, (1962)

Usado Tapa dura

Cantidad: 2

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Descripción: Ancona , BUCCIARELLI, 1962. Estado de conservación: Ottimo (Fine). Una poesia di Sinisgalli e 2 acqueforti originali, numerate e firmate a matita, di Lucio Fontana, intitolate ''Concetto Spaziale'' (cm 15x12 circa, foglio 35,2x25,8). cm 37,5x25,7. pp. 34 n.n. . Ottimo (Fine). . Prima ed. di 25 + 25 es. numerati e firmati. . "Avevi la nostra pazza / ammirazione, ti bastavano / i nostri giudizi inesperti / ci davi qualche soldo, / ci passavi anche le tue ragazze. / Ora le tue bizzarrie, / i tuoi buchi, i tuoi tagli / vengono discussi con boria, / con filosofia da Argan, da Tapié, / da tutti, Apollonio, Barilli, Crispolti. / Non si dice se sono brutti / o se sono belli, piacciono i tuoi buchi / anche alla Bucarelli / Lucio Fontana, lo so, / tu disprezzi i dottore, / hai orrore delle astruserie, / ti fanno paura le medaglie, / i diplomi, la gloria. / Ti basta l'antimateria, / l'antimondo, la non-poesia" (Dall'Ode a Lucio Fontana di Sinisgalli). Nº de ref. de la librería 0000000087441

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Boecio, Anicio Severino (ca. 470 - 525).

Editorial: Jacobus de Breda, 1491, 19 de marzo, Deventer: (1491)

Usado

Cantidad: 1

Remitente: Els Llibres del Tirant (Barcelona, España)

Valoración librería: Valoración 4 estrellas

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Descripción: Jacobus de Breda, 1491, 19 de marzo, Deventer:, 1491. 4º (20,4 x 14,2 cm). 174 hojas en signaturas iij6, a8, b-r6, s4, t-z6,26, A-D6. Letra gótica del tamaño 80G para el texto y 64G para el comentario. La primera hoja remarginada sin pérdida de texto, manchas en el margen del primer cuaderno; la útlima hoja con el faldón remarginado. Papel sólido y fuerte. Ejemplar rubricado. Encuadernación del siglo xvii en media piel roja sobre cartón. Copinger 1111. Goff B-794. BMC ix 67. GW 4552. Campbell 313. CIBN B-583. No en Hain. No en IGI. No en BAV. No en IBE. Posiblemente, el libro de filosofía más importante e influyente de la tradición posclásica. En él, Boecio define la filosofía como amor a la sabiduría y establece las bases para alcanzarla: a él se debe también la distribución de las ciencias subsidiarias en dos grupos. Como Quadrivium (aritmética, astronomía, geometría y música) y como Trivium (gramática, retórica y lógica) han pasado a la historia de la educación, de la filosofía y a partir del texto de la Consolación de la filosofía se ha organizado y ha evolucionado el conocimiento occidental. Esta edición lleva el comentario atribuido a santo Tomás de Aquino e incluye el texto, también comentado, del Pseudo-Boecio sobre la enseñanza escolar. Libro muy raro: sólo 2 ejemplares censados en Bibliotecas de Holanda. La primera edición de Boecio se publicó en 1473. Nº de ref. de la librería 11846

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Telesii Consentini, Bernardini (Telesio, Bernardino) (Telesius, Bernardin) (Bernadinus)

Editorial: Apud Horatium Salvianum, 400 pp., Neapoli (1586)

Usado Tapa dura

Cantidad: 1

Remitente: Buenos Aires Libros (Buenos Aires, BA, Argentina)

Valoración librería: Valoración 5 estrellas

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Descripción: Apud Horatium Salvianum, 400 pp., Neapoli, 1586. Vellum. Estado de conservación: Good. Folio. "Bernardino Telesio (1509-1588) was an italian philosopher and natural scientist. While his natural theories were later disproven, his emphasis on observation made him the "first of the moderns" who eventually developed the scientific method. What is perhaps most striking about De rerum natura is Telesio's attempt to mechanize as much as possible. Telesio clearly strives to explain everything in terms of matter informed by hot and cold and to keep his arguments as simple as possible. When his discussions turn to human beings he introduces an instinct of self-preservation to account for their motivations. And when he discusses the human mind and its ability to reason in the abstract about immaterial and divine topics, he adds a soul. For without a soul, all thought, by his reasoning, would be limited to material things. This would make God unthinkable and clearly this was not the case, for observation proves that people think about God" (Wikipedia). Engraved illustration on title page. Bound in original vellum. Text in latin. === FILOSOFIA - CLASICOS === Folio. Nº de ref. de la librería 039769

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2 VOL, MANUSCRIPT ORIGINAL DE ASTRONOMIA, SPHAERA,
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Descripción: 1790. Encuadernación de tapa dura. Estado de conservación: Como Nuevo. 2 VOL, MANUSCRITO ORIGINAL DE ASTRONOMIA, SPHERA, METAFISICA Y FILOSOFIA 1790. 350Pág+350Pág. PIEL. CONTIENE 7 BELLOS GRABADOS. EXTREMADAMENTE RARO. REF 6.4 Sphaera 50. Firmado por el autor. Nº de ref. de la librería ABE-14871107267

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Bayle Pierre, Bernard Jacques ed altri

Editorial: Desbordes - Pain - Mortier 1684-1718, Amsterdam (1684)

Usado Tapa blanda

Cantidad: 1

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Descripción: Desbordes - Pain - Mortier 1684-1718, Amsterdam, 1684. Legature coeve in piena pelle con nervi e ricchi fregi oro al ds. Carte di guardia e tagli marmorizzati in coloritura omogenea. Alcuni volumi recano al piatto anteriore la scritta in oro M. De Prangins . Ottime condizioni generali, salvo poche cuffie danneggiate. Interni freschi (carte ingiallite in tre voll.) e ben conservati (solo il Tomo I del 1704 ha uno strappo al frontespizio). Tutto il pubblicato (per lo più in prima o seconda edizione): insieme ai volumi curati da Bayle (marzo 1684-febbraio 1687), le continuazioni - intervallate da anni in cui la pubblicazione della rivista venne sospesa - di Daniel de Larroque e Jean Le Clerc (marzo-agosto 1687), Jean Barrin (settembre 1687-aprile 1689), Jacques Bernard (gennaio 1699-dicembre 1710, gennaio 1716-aprile 1718), Jean Le Clerc (maggio-giugno 1718). Si tratta del primo periodico che si prefisse l obiettivo di analizzare e segnalare al Pubblico (in precedenza lo scambio di informazioni e di valutazioni si svolgeva nella stretta cerchia degli intellettuali) le edizioni contemporanee pubblicate in Europa (Francia e Olanda soprattutto, ma anche Inghilterra, Svezia, Germania, Italia, ecc.) riguardanti gli argomenti più interessanti nel mondo pre-illuministico come la filosofia cartesiana, le religioni (con molteplici note sulla religione cattolica e protestante, ma anche con segnalazioni di studi sulla chiesa anglicana, sulla storia e gli usi degli ebrei, ecc.), i viaggi, le invenzioni ed i progressi delle scienze fisiche e matematiche e della medicina, e - sia pure in minor misura - le opere storiche e letterarie. Opera completa (descrizione conforme in B.N.F.) molto rara, quasi introvabile nel mercato antiquario, di questo eccezionale periodico (pubblicato in lingua francese in Olanda per sfuggire alla censura presente in Francia) che - come testimoniano le ripetute edizioni - ebbe ungrande successo in ambito europeo. 12mo (cm. 13,8), 66 Voll., ciascuno di circa 400 pp. con disegni n.t. e tavv. f.t. Nº de ref. de la librería 2408

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De Rerum Natura iuxta propria principia, Liber: Bernardini, Telesii Consentini

Bernardini, Telesii Consentini

Editorial: Cum Licentia Superiorum, apud Iosephum Cacchium (1570)

Usado Tapa dura Primera edición

Cantidad: 1

Remitente: Libreria Brighenti (Bologna, BO, Italia)

Valoración librería: Valoración 5 estrellas

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Descripción: Cum Licentia Superiorum, apud Iosephum Cacchium, 1570. Rilegato. Estado de conservación: molto buono. prima edizione. Bernardini, Telesii. De Rerum Natura iuxta propria principia, Liber Primus, & Secundus, denuò editi Neapoli, Cum Licentia Superiorum, apud Iosephum Cacchium, anno MDLXX. (Unito:) Bern. Telesii De his, quae in aere fiunt; et de Terraemotibus liber unicus. Ibidem, 1570. (Unito:) Bern. Telesii. De colorum generatione opuscolum. Ibidem, 1570. (Unito:) Bern. Telesii De mari liber unicus. Ibidem, 1570. 4 opere legate assieme in un vol. in-4°, pergamena molle coeva. 95 ff., 1 f. bianco; 14 ff., 1 f. bianco; (2), 7 ff., 1 bianco; 12 ff. con 4 frontespizi con una grande figura allegorica di donna nuda incisa in legno al centro. Ottimo esemplare intatto nella legatura officinale internamente immacolato. Rarissima seconda edizione dei primi due libri De rerum natura con correzioni aggiunte. Edizione originale degli altri trattati. La figura di Bernardino Telesio (Cosenza, 1509-1588), addottorato a Padova, segna una svolta nella filosofia del Rinascimento. Per la prima volta nasce, ad opera sua, un naturalismo rigoroso, egualmente lontano dalle vecchie concezioni aristoteliche e dalle chimeriche pretese della magia, una concezione che non vede nella natura altro che forze naturali e intende spiegarla con i suoi stessi principi. Diction, Of Scientific biography, XIII, pp. 277-280. Encyclopedia of philosophy, XIII, pp. 92-93: > British Museum, Italian books 1465-1600. Manzi, Annali tipogr. di G. Cacchi, 23, 24, 25, 26. Gentile, Bernardino Telesio, passim (Bibliogr. pp. 125-128). Nº de ref. de la librería 000445

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Descripción: Estado de conservación: Muy Bueno / Very Good. Nº de ref. de la librería 100000000720812

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Séneca, Lucio Aneo.

Editorial: Sebastian Manilio, 1494, 14 de abril,, Venecia: (1494)

Usado

Cantidad: 1

Remitente: Els Llibres del Tirant (Barcelona, España)

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Descripción: Sebastian Manilio, 1494, 14 de abril,, Venecia:, 1494. Folio (27,5 x 19 cm.). 6 hojas, 170 folios. [*4, *2, a-o6, p4, q4, r-y6, z4, &4, ç4, $4, A-E4, F6]. Pergamino antiguo. Ocasionales puntos de óxido, alguna humedad marginal y en F2 y F3 una pequeña falta que no afecta. Hain Copinger 14606. Pellechet Ms 10401. IBE 5196, dos ejemplares BNE y Biblioteca de la Diputación Foral, Bilbao. IGI 8865. Proctor 4887. BMC v 545. Primera edición en italiano de las Epistolae ad Lucilium, traducidas por Sebastian Manilio. La Pistole es el único libro estampado por este impresor.Lucio Aneo Séneca, preceptor, colaborador y finalmente víctima de Nerón fue sin duda el más distinguido intelectual de la Roma del siglo i de nuestra era. Incluso puede decirse que responde na mayor medida que cualquier otro clásico latino a la moderna figura del intelectual: a la del hombre de estudios que sólo en razón de ellos llega a tener influencia y poder político en la sociedad de su tiempo. Para la posterioridad la obra de Séneca ha quedado consagrada como el más amplio e ilustre corpus de filosofía estoica. Dentro de tal corpus ocupan un lugar de privilegio las ciento veinticuatro cartas que el filósofo dirigió a su amigo Lucilio y que son algo más que un epistolario privado. En efecto, pertenecen a un género literario consagrado ya en la propia Grecia -Platón, Epicuro, etc.- como uno de los vehículos capitales de la exposición filosófica, al lado del dialogo y de la diatriba, y por ello trascienden del estrecho marco de la correspondencia personal; no sólo se dirigen a su destinatario formal, ni se quedan en la temática contingente propia de las cartas en sentido estricto, sino que están pensadas y escritas para su difusión en amplios círculos interesados por las cuestiones generales que abordan. El contenido de la colección es predominante ético, toman pie en acontecimientos de la vida cotidiana. Las Epístolas son un precioso documento para el estudio de las costumbres y mentalidades de la alta sociedad romana de mediados del siglo i. Nº de ref. de la librería 12384

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CERVANTES SAAVEDRA, Miguel de.

Editorial: Madrid, D. Manuel Martin (1777)

Usado Couverture souple

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Descripción: Madrid, D. Manuel Martin, 1777. Couverture souple. Estado de conservación: Très bon. CERVANTES Saavedra, Miguel de. [DON QUICHOTTE]. VIDA Y HECHOS DEL INGENIOSO CAVALLERO DON QUIXOTE DE LA MANCHA. Compuesta por Miguel de Cervantes Saavedra. Nueva edicion : Repartida en quatro Tomos en octavo para la mayor comodidad : corregida e ilustrada con quarenta y quatro estampas : anadida la vida de su Autor, escrita por Don Gregorio Mayas y Siscar Bibliotecario del Rey N. S. Madrid, D. Manuel Martin, 1777-78. 4 tomes en 4 volumes in-8 de : I/ (1) f. bl., (16) ff., (1) f., 166 pp., 268 pp, 270 pp. (mal chif. 278), (3) ff., (1) f. bl. ; II/ (1) f. bl., (3) ff., 517 pp., (4) pp., (1) f. bl. ; III/ (10) ff., 450 pp. (mal chif. 408), (5) ff., (1) f. bl. ; IV/ (1) f. bl., (2) ff., 387 pp., (9) pp., (1) f. bl. Vélin souple de l’époque, traces d’attache, dos lisse, titre calligraphié au dos, inscriptions manuscrites et qq. taches sur les plats. Reliure de l’époque. 150 X 100 mm. Viuda de Rico, 612-613 ; Rio y Rico, 74 ; Plaza Escudero, I, 48 ; Benages/Fonbuena, 54 ; Palau, 52023. PRECIEUSE EDITION DU DON QUICHOTTE DONNEE PAR MANUEL MARTIN AU SIECLE DES LUMIERES. Ornée de 44 figures gravées sur bois dans le texte, elle repose sur les éditions Costa 1605 et Martin, 1765. « No es texto muy común y Henrich no reprodujo su portada. Los Suñé la citan en la ficha 59, pero no habló de ella Givanel Mas, ni la cita del Río y Rico. La portada y la composición general son diferentes a las de otras ediciones.» (E. Rodriguez-Cepeda, Los Quijotes del siglo XVIII). « Hay que considerar, sin embargo, que estas impresiones son las que han universalizado la idea cervantina. Con la filosofía racionalista del siglo XVIII, la ilustración y el racionalismo fueron el mejor cobijo de la imaginería cervantina, permitiendo que un texto tan original y caprichoso proliferara en la mentalidad de los lectores con suma facilidad. Don Gregorio Mayans y Siscar hace el primer estudio sobre la vida del autor, incluido en esta obra. Mayans y Siscar no sólo es el primero, sino el que hace del Quijote un libro moderno para entender a Cervantes y el género novelístico en esa época. » (A. Sequera Victoriano, Ediciones de Don Quijote de la Mancha, impresa en el siglo XVIII). « A special type of Quixote, illustrated with woodcuts was sold in the street; it was published by M. Martín between 1765 and 1782. This was how this most intellectual of Spanish literary text penetrated the popular culture of the period. Por todo esto se extendió con los ilustrados el alcance de la obra cervantina y la fuerza del texto abarcaba a todas las clases sociales y a todos niveles culturales; en el XVIII empezó a ser el verdadero libro para todos. Los Quijotes con tacos de madera, hoy son muy escasos, los conjuntos de cuatro volúmenes andan casi siempre descabalados (inclusive en los catálogos y bibliotecas oficiales). Estas impressiones han sido las que más han universalizado la idea cervantina.» (E. Rodriguez-Cepeda). « Les philosophes, les encyclopédistes se font de Don Quichotte une arme contre la religion et ses ministres» (P. Mérimée, M. Bardon, Don Quichotte en France au XVIIe et XVIIIe siècles). TRES SEDUISANT EXEMPLAIRE, DE TOUTE PURETE, CONSERVE DANS SON VELIN SOUPLE DE L’EPOQUE. Provenance : Bibliothèque Fernand Bertrand, avec ex-libris sur la page de garde ; présence de divers ex-libris manuscrits de l’époque « Beauvany », « Château Gonti » sur les feuillets blancs et les plats. Nº de ref. de la librería ABE-13145581823

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Descripción: In 4°, [mm. 208 x 139], cc. 28; (4) – 38.In pergamena molle coeva, con tracce di bindelle ai piatti. Piccola lacuna al bordo inferiore del piatto posteriore. Dorso a cinque nervi con titolo manoscritto verticalmente ed antica collocazione. Mancante dell’ultimo scomparto in alto.Esemplare perfetto, a margini estremamente ampi con solo un leggerissimo alone di umidità all’angolo superiore delle ultime carte. Le due parti dell’opera hanno ciascuna un proprio frontespizio ornato, come le carte finali, dalla marca con il delfino attorcigliato all’ancora ed il motto Aldus. Grandi capilettera figurati e numerosissime incisioni geometriche incise in legno nel testo. Il volume inizia curiosamente con la seconda parte, il commentario, così che la dedica dell’opera al Cardinale Ranuccio Farnese con cui si apre la prima parte, l’edizione di Tolomeo, si trova al centro del volume, segno evidente che per l’antico proprietario erano di maggior importanza i commenti del Commandino. Inutile ricordare che Ranuccio Farnese fu mecenate del Commandino, ed ebbe fra i suoi segretari Giovanni Della Casa ed Annibal Caro, era inoltre fratello di Vittoria Farnese, moglie in seconde nozze di Guidobaldo II della Rovere, duca di Urbino, dunque zio di Francesco Maria II della Rovere, anch’egli mecenate del Commandino. Fra Cinque e Seicento il Ducato di Urbino è sede di una scuola scientifica di importanza europea, una sorta di Umanesimo matematico, come è stato definito, che vede in Federico Commandino uno dei suoi maggiori esponenti, naturale conseguenza degli stimoli che la città aveva saputo dare nella seconda metà del secolo precedente quando Federico da Montefeltro vi aveva portato Luciano Laurana, Francesco di Giorgio Martini, Piero della Francesca. Il Commandino è una delle figure centrali nel processo di diffusione della cultura greca ed orientale che iniziato appunto nel secolo precedente, con il recupero dei testi e la loro traduzione, porrà le basi della per la nascita della scienza così come la intendiamo, nel secolo seguente.La stessa formazione di Federico Commandino, che aveva studiato greco e latino con Giacomo Torelli da Fano, matematica con Gian Pietro de’ Grassi gli fornì le basi che gli permisero di divenire traduttore e commentatore di opere di matematica e geometria antiche. Il de’Grassi lo portò con sé a Roma al seguito del Cardinale Niccolò Ridolfi, bibliofilo, appassionato di matematica e ricercatore di manoscritti, dove entrò in contatto con quell’ambiente di studiosi, ed eruditi che cercavano le opere antiche per recuperarne il sapere disperso durante il medioevo.Divenuto a Roma cameriere segreto del Papa Clemente VII, alla sua morte, andò a Padova dove studiò filosofia e medicina, entrando nel 1546 al servizio di Guidobaldo Della Rovere, duca di Urbino che seguì come medico personale e grazie al quale conobbe il Cardinale Ranuccio Farnese che ne era il cognato, avendone sposato in seconde nozze la sorella Vittoria Farnese, madre di Francesco Maria (1549-1621), cui il libro è dedicato.Nel periodo urbinate la sua attività di traduttore e commentatore raggiunse l’apice nel 1572, tre anni prima della morte, quando tradusse e commentò, su incarico di Francesco Maria II, gli Euclides Elementorum libri X. Morì ad Urbino dove era nato nel 1509.Fra i suoi discepoli urbinati, vanno ricordati Guidobaldo Del Monte che fu in corrispondenza ed amicizia con Galileo Galilei e che divenne anch’egli traduttore e commentatore di opere antiche, Torquato Tasso e naturalmente lo stesso futuro duca Francesco Maria II della Rovere.Questi, alla morte del padre Guidobaldo, appena venticinquenne, gli successe nella reggenza del ducato che tenne fino al 1621 quando lo lasciò al figlio Federico Guidobaldo, avuto in seconde nozze dalla cugina Livia della Rovere. Alla sua improvvisa morte, due anni dopo, Francesco Maria dovette tornare ad assumere le redini del ducato che infine, nel 1625 cedette allo Stato Pontificio ritirandosi a vita privata e allo studio. Nº de ref. de la librería 60892

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JUAN EUSEBIO NIEREMBERG (IOANNIS EVSEBII NIEREMBERGII EX SOCIETATE IESV)

Editorial: Apud viduaLudouici Sanchez, Regni Typographiam, MADRID (CVM PRILEGIO Matriti) (1629)

Usado Encuadernación de tapa blanda

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Remitente: Librería de Lance La Dulcinea (MADRID, Calle Hermosilla Nº, 132, España)

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Descripción: Apud viduaLudouici Sanchez, Regni Typographiam, MADRID (CVM PRILEGIO Matriti), 1629. Encuadernación de tapa blanda. Estado de conservación: Muy Bien. Estado de la sobrecubierta: Muy Bien. 1ª Edición. Grabado Xilográfico central orlado iniciales jesuíticas IHS. CVM PRILEGIO Matriti, Apud Typographiam Regni, Anno MDC.XXIX. 8 folios (incluyendo portada, svma del privilegio, errata, tassa, svmma (varias) y 4 hojas de texto). 296 páginas de texto distribuidas en 8 partes distintas (Liber I ¿VIII en mismo volumen), 14 páginas INDEX ,1 página final CVM PRIVILEGIO Matriti, Apud viduaLudouici Sanchez, Regni Typographiam, Anno M. DC. XXIX. Excelente encuadernación en pergamino de época, con bello título a tinta manuscrito y caligrafiado en lomo EuSebii Sigalio. Textos impresos en latín con bella caligrafía sobre excelente papel. Cabeceras, letras capitulares y colofones con bellos gradaditos xilográficos de la época. Formato 16º (15cm x 10cm) . OBRA RARÍSIMA, ESCASÍSIMA Y MUY APRECIADA. MITOLOGÍA y SABIDURíA. Excelente estado de conservación.(Errata numeración de imprenta página 591 en vez de191) ------------------------------------ A continuación encuadernada en EL MISMO VOLUMEN, PROLVSION A LA DOCTRINA Y historia Natural, que hizo el P. Juan Eusebio Nieremberg, de la Compañía IESVS, el primer dia que Leyó en los Estudios Reales del Colegio Imperial de la misma Compañía en esta Corte. Grabado Xilográfico central orlado iniciales jesuíticas IHS. Impresso con licencia, En Madrid por Andres de Parra, Año 1629. 40 folios de texto incluyendo portada(80 páginas de texto total),2 folios. Textos impresos en español con bella letra tipográfica sobre excelente papel. Letra inicial capitular grabada en madera. Formato 16º (15cm x 10cm) . OBRA RARÍSIMA, ESCASÍSIMA Y MUY APRECIADA. Excelente estado de conservación. (Erratas numeración de imprenta páginas 10 en vez de 11 - 11 en vez de 13 - 12 en vez de 15, 16 en vez de 26) . ------------------------------------- De gran influencia en los autores de la España del Siglo de Oro, el jesuita Juan Eusebio Nieremberg, a quién Menéndez Pelayo llamó -uno de los seis grandes prosistas de nuestro siglo XVII-. Ocupó la cátedra de Filosofía Natural en el jesuita Colegio Imperial de Madrid. Su SIGALION y la PROLUSION, fueron publicados en el año 1629, ambas ediciones. No son trabajos enteramente científicos. El SIGALION es una extensa Fábula Mitológica que recoge un muy amplio catálogo de comportamientos animales; es una obra latina del jesuita Nieremberg -muy personal-. Es el diálogo de los Dioses del Olimpo en torno de los Secretos de la Vida . La conclusión sale de la boca de SIGALIÓN, Dios del Silencio cuyo nombre se encuentra ya en Ausonio. (Matriti, Apud Typographiam Regni, Año 1629). La PROLUSION ( MADRID, Andrés de Parra Editor, año 1629) expone la creencia de Nieremberg sobre la enseñanza de la Filosofía Moral en el Colegio Imperial, que debía de basarse en el estudio de la Naturaleza. Estos dos libros recibieron una considerable atención por parte de los contemporáneos de Nieremberg, por lo que se le citará con frecuencia a lo largo de la Historia como fuente de información. Numerosos contemporáneos suyos alabaron estas dos obras, junto con su Historia naturae, maxime peregrinae; el propio Fénix de los Ingenios Lope de Vega le dedico una poesía a su PROLUSION, al que pertenece el fragmento: -PERO APENAS CESÓ, CUANDO DIJERON- CUANTOS SU VOZ OYERON- QUE EUSEBIO NIEREMBERG LA DICTABA- O QUE EL MISMO ARISTÓTELES HABLABA- (Lope de Vega). Juan Eusebio Nieremberg (Madrid 1595-1658), es uno de los máximos representantes del Humanismo español, Físico, Biógrafo, Teólogo y escritor ascético perteneciente a la Compañía de Jesús. Su pensamiento filosófico es extremadamente ecléctico, mezcla la escolástica con elementos averroístas, cabalísticos, platónicos y estoicos. Nº de ref. de la librería 000172

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JUAN EUSEBIO NIEREMBERG

Editorial: Impresso con licencia, por Andres de Parra, En Madrid (1629)

Usado Encuadernación de tapa blanda

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Descripción: Impresso con licencia, por Andres de Parra, En Madrid, 1629. Encuadernación de tapa blanda. Estado de conservación: Muy Bien. Estado de la sobrecubierta: Muy Bien. 1ª Edición. Segunda OBRA que está encuadernada en un MISMO VOLUMEN, PROLVSION A LA DOCTRINA Y historia Natural, que hizo el P. Juan Eusebio Nieremberg, de la Compañía IESVS, el primer dia que Leyó en los Estudios Reales del Colegio Imperial de la misma Compañía en esta Corte. Grabado Xilográfico central orlado iniciales jesuíticas IHS. Impresso con licencia, En Madrid por Andres de Parra, Año 1629. 40 folios de texto incluyendo portada(80 páginas de texto total),2 folios. Textos impresos en español con bella letra tipográfica sobre excelente papel. Letra inicial capitular grabada en madera. Formato 16º (15cm x 10cm) . OBRA RARÍSIMA, ESCASÍSIMA Y MUY APRECIADA. Excelente estado de conservación. (Erratas numeración de imprenta páginas 10 en vez de 11 - 11 en vez de 13 - 12 en vez de 15, 16 en vez de 26) . ------------------------------------- Le precede la OBRA, que está encuadernada en el MISMO VOLUMEN, el SIGALION (MITOLOGÍA y SABIDURíA). Grabado Xilográfico central orlado iniciales jesuíticas IHS. CVM PRILEGIO Matriti, Apud Typographiam Regni, Anno MDC.XXIX. 8 folios (incluyendo portada, svma del privilegio, errata, tassa, svmma (varias) y 4 hojas de texto). 296 páginas de texto distribuidas en 8 partes distintas (Liber I ¿VIII en mismo volumen), 14 páginas INDEX ,1 página final CVM PRIVILEGIO Matriti, Apud viduaLudouici Sanchez, Regni Typographiam, Anno M. DC. XXIX. 327 páginas en total. Excelente encuadernación en pergamino de época, con bello título a tinta manuscrito y caligrafiado en lomo EuSebii Sigalio. Textos impresos en latín con bella caligrafía sobre excelente papel. Cabeceras, letras capitulares y colofones con bellos gradaditos xilográficos de la época. Formato 16º (15cm x 10cm) . OBRA RARÍSIMA, ESCASÍSIMA Y MUY APRECIADA. MITOLOGÍA y SABIDURíA. Excelente estado de conservación.(Errata numeración de imprenta página 591 en vez de191) ------------------------------------------------ De gran influencia en los autores de la España del Siglo de Oro, el jesuita Juan Eusebio Nieremberg, a quién Menéndez Pelayo llamó -uno de los seis grandes prosistas de nuestro siglo XVII-. Ocupó la cátedra de Filosofía Natural en el jesuita Colegio Imperial de Madrid. Su SIGALION y la PROLUSION, fueron publicados en el año 1629, ambas ediciones. No son trabajos enteramente científicos. El SIGALION es una extensa Fábula Mitológica que recoge un muy amplio catálogo de comportamientos animales; es una obra latina del jesuita Nieremberg -muy personal-. Es el diálogo de los Dioses del Olimpo en torno de los Secretos de la Vida . La conclusión sale de la boca de SIGALIÓN, Dios del Silencio cuyo nombre se encuentra ya en Ausonio. (Matriti, Apud Typographiam Regni, Año 1629). La PROLUSION ( MADRID, Andrés de Parra Editor, año 1629) expone la creencia de Nieremberg sobre la enseñanza de la Filosofía Moral en el Colegio Imperial, que debía de basarse en el estudio de la Naturaleza. Estos dos libros recibieron una considerable atención por parte de los contemporáneos de Nieremberg, por lo que se le citará con frecuencia a lo largo de la Historia como fuente de información. Numerosos contemporáneos suyos alabaron estas dos obras, junto con su Historia naturae, maxime peregrinae; el propio Fénix de los Ingenios Lope de Vega le dedico una poesía a su PROLUSION, al que pertenece el fragmento: -PERO APENAS CESÓ, CUANDO DIJERON- CUANTOS SU VOZ OYERON- QUE EUSEBIO NIEREMBERG LA DICTABA- O QUE EL MISMO ARISTÓTELES HABLABA- (Lope de Vega). Juan Eusebio Nieremberg (Madrid 1595-1658), es uno de los máximos representantes del Humanismo español, Físico, Biógrafo, Teólogo y escritor ascético perteneciente a la Compañía de Jesús. Su pensamiento filosófico es extremadamente ecléctico, mezcla la escolástica con elementos averroístas, cabalísticos, platónicos y estoicos. Nº de ref. de la librería 000173

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Manzini Carlo Antonio

Editorial: per l'Herede del Benacci, Bologna (1660)

Usado Tapa dura

Cantidad: 1

Remitente: Giuseppina Biggio (TORINO, TO, Italia)

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Descripción: per l'Herede del Benacci, Bologna, 1660. In 4° antico ( 205 x 145 mm ) pp. [12], 268, [4] con bella vignetta xilografica al frontespizio raffigurante un cannocchiale, alcuni capilettera e finalini oltre a 11 xilografie nel testo e numerose tabelle. Legatura coeva in piena pergamena rimontata, titolo calligrafico al dorso, Manca il ritratto di Eustachio Divini e la corrispondente carta bianca. Abili intarsi di pergamena al dorso e ai margini della legatura, l'angolo superiore delle pagine ha sofferto l'umidità, nel complesso buon esemplare. Prima ed unica edizione, rara. Riccardi II 96-97. Graesse IV,337. Catalogo Vinciana 1581. Importante opera dove si tratta della luce, della refrattione de raggi, dell'occhio, della vista e degli aiuti che dare si possono a gli occhi per vedere quasi l'impossibile. Dove in oltre si spiegano le regole pratiche di fabbricare occhiali a tutte le viste, e cannocchiali da osservare i pianeti, e le stelle fisse, da terra, da mare. Et altri da ingrandire migliaia di volte i minimi de gli oggetti vicini. L'Autore (1600-1677) fu astronomo e matematico, questa è senza dubbio la sua opera scientifica di maggiore impegno e successo che, visto il tema, egli dedicò a Santa Lucia. Di grande interesse sono i capitoli dedicati agli strumenti per fabbricare occhiali semplici e composti, telescopi e cannocchiali, dei difetti della vista, del vetro artificiale e lavorato, dell'occhiale composto detto di Galileo, delle ore del giorno più opportune per l'uso del telescopio. Egli inoltre sostenne la tesi, poi appoggiata dal Manni e dal Redi, che l'invenzione degli occhiali da naso si dovesse attribuire a Savinio Armati, il fisico fiorentino morto nel 1317. Carlo Antonio MANZINI, . - Nacque a Bologna il 5 ott. 1600, da Geronimo e da Camilla Vitali. Pochissime sono le notizie certe sulla sua vita. Sin da giovanissimo iniziò quel percorso di studi che lo accompagnò fino alla morte, spaziando dalle lettere antiche e moderne a varie scienze, tra cui la geografia, la matematica e soprattutto l'astronomia e l'ottica. Il 22 dic. 1625 si laureò in filosofia all'Università di Bologna; molti anni dopo, il 6 dic. 1650, fu aggregato al Collegio dei filosofi. Allievo di G.A. Magini, fece parte in gioventù di un importante gruppo di scienziati bolognesi vicini, pur con un atteggiamento comprensibilmente prudente, all'esperienza di G. Galilei; di tale gruppo facevano parte personalità di spicco come C. Marsili e G.A. Roffeni. In seguito, l'esito drammatico della vicenda di Galilei costrinse il M. a prendere le distanze - peraltro in maniera a volte ambigua - dagli aspetti più compromettenti delle sue teorie. Dal 1667 al 1670 visse a Firenze. Prese parte alla vita culturale della città, entrando a far parte dell'Accademia degli Apatisti, per le cui riunioni preparò molti discorsi. In seno all'Accademia svolse un ruolo di primo piano. Scrive a tal proposito il Fantuzzi (p. 206): Scelto poi a protettori di questa nobile Accademia l'eminentissimo sig. cardinale Delci, questi destinò suo luogotenente il co. Carlo Antonio, che sostenne questa carica fino alla morte del porporato. Nel maggio 1670 vi tenne un'orazione funebre per il granduca di Toscana Ferdinando II de' Medici. Tornato a Bologna, riprese a svolgere ogni estate osservazioni astronomiche presso una propria casa di Battedizzo, dove aveva fatto erigere a quello scopo una terrazza. Il Manzini morì a Bologna nel 1677. Gli furono tributate esequie solenni nella chiesa di S. Giacomo, alla presenza, tra l'altro, dell'intero Collegio dei filosofi. L'orazione funebre pronunciata da E.A. Coppellini fu pubblicata, unitamente con un florilegio di poesie composte per l'occasione, nel volume Le scienze inconsolabili per la morte del co. C.A. M. (Bologna 1677). Questo non fu l'unico tributo all'importanza del M. come scienziato: un cratere della Luna fu chiamato in suo onore Manzinus da Riccioli. Da: Dizionario Biografico degli Italiani - di Luigi Matt. Nº de ref. de la librería 24963

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VLYSSIS ALDROVANDI | PHILOSOPHI AC MEDICI |: ALDROVANDI (Ulissi)
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Descripción: in Gymnasio Bononiensi | Profitentis, | ORNITHOLOGIAE | HOC EST | DE AVIBVS HISTORIAE | LIBRI XII. | AD CLEMENTEM VIII. | PONT. OPT. MAX. | CVM | Indice Septendecim Lingvarvm | copiosissimo. | BONONIAE. | Apud Franciscum de Franciscis Senensem. | CIC. IC. XCIC. [1599]. Svperiorvm Permissv. | [Colofón]: BONONIAE | Apud Io: Baptistam Bellagambam. 1599. In fólio (37x27 cm) com [xviii], 893, [lv] pags. Encadernação da época em pergaminho rígido com título manuscrito na lombada. Restauro recente com atilhos e guardas novas. Ilustrado com magnifico frontíspicio com retrato do autor; portada decorativa; e profusamente ilustrado com xilogravuras no texto e em extra-texto com gravuras de aves de todos os continentes, ilhas e terras descobertas. Na categoria de aves encontram-se os morcegos, segundo a classificação da época. As aves são apresentados no ciclo de predação devorando outras aves. Apresentam-se gravuras com a anatomia externa e interna dos orgãos das aves. A obra tem como subtítulo a História das Aves e estas são apresentadas na sua relação material e simbólica com as diferentes sociedades humanas conhecidas, por exemplo, a sociedade quinhentista com os seus elementos heráldicos adoptados no continente europeu; na antiguidade com a representação dos avatares divinos do Egipto; na América com os toucados e o vestuário dos ameríndios; etc. Ulisse Aldrovandi (1522-1605) foi um naturalista italiano. Lineu e Buffon consideraram-no o pai da História Natural.R« Referido na literatura mais antiga como Aldrovandus, o seu nome em italiano é igualmente dado como Aldroandi. Formou-se em medicina e filosofia em 1553 e em lógica e filosofia em 1554 na Universidade de Bolonha. Em 1559 tornou-se professor de filosofia e em 1561 o primeiro professor de ciências naturais em Bolonha. No curso de sua vida iria montar um dos mais extraordinário gabinetes de curiosidades. Este "teatro" de História Natural continha cerca de 7.000 exemplares dos quais ele escreveu uma descrição em 1595. Entre 1551 e 1554 organizou várias expedições para um herbário: as primeiras expedições botânicas. Possivelmente o seu herbário continha cerca de 4760 exemplares em 4117 fólios de 16 volumes, conservados na Universidade de Bolonha. Tinha vários artistas, incluindo Jacopo Ligozzi, Giovanni Neri, e Cornelio Schwindt, fazendo ilustrações de espécimes. A seu pedido e sob a sua direcção foi criado em Bolonha, em 1568, o Jardim Botânico, agora a Orto Botanico dell"Universita di Bologna. Legou a suas vastas colecções de botânica e zoologia, ao Senado de Bolonha. Até 1742 as colecções foram conservadas no Palazzo Pubblico, em seguida, no Palazzo Poggi, e foram distribuídos entre várias bibliotecas e instituições no decorrer do século XIX. Em 1907, uma parte representativa foi reunida no Palazzo Poggi, em Bolonha. Binding: Remake of the contemporary hard parchment, with title written at spine; new endpapers; old dampstains. Profusely illustrated with woodcut prints of birds from places discovered on Earth. In the scientific category of birds bats are included all together. The birds are presented in the cycle of predation devouring other birds. The work displays engravings with the external and internal anatomy of birds. The book is subtitled History of Birds and these are presented in their material and symbolic relationship with the different known human societies, for example: the 16th European society with its heraldic elements; in the antiquity with the representation of the divine avatars in Egypt; in America with headdresses and feather clothing of the Amerindians; etc. Ulisse Aldrovandi (1522-1605) was an Italian naturalist. Linnaeus and Buffon reckoned him the father of natural history studies. He is usually referred to, especially in older literature, as Aldrovandus; his name in Italian is equally given as Aldroandi. He obtained a degree in medicine and philosophy in 1553 and started teaching logic and philosophy in 1554 at the University of Bologna. In 1559 he bec. Nº de ref. de la librería 1303JC022

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Lactancio, Lucios Coelio Firmiano. [Edición de Johannes Andreas, Obispo de Aleria].

Editorial: Simón Bevilacqua, 1497, 4 de abril, Venecia: (1497)

Usado

Cantidad: 1

Remitente: Els Llibres del Tirant (Barcelona, España)

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Descripción: Simón Bevilacqua, 1497, 4 de abril, Venecia:, 1497. Folio. (30,2 x 20,2 cm.). 140 hojas en signaturas A8, a-b8, c-d6, e8, f-m6, n8, o-p6, q8, r6, s8, t-u6. Encuadernación del siglo xvii en pergamino. Puntos ocasionales de óxido y alguna hoja oscurecida por mala calidad del papel pero buen ejemplar que conserva todos sus márgenes originales. Hain-Copinger 9818. Goff L-13. BMC v, 522. IGI 5630. IBE 3422. En la primera y última hoja sello del siglo xviii de antigua institución religiosa. Lactancio Firmiano tiene el honor de ser uno de los primeros autores clásicos impresos (sus obras estampadas en Subiaco en 1465 y en Roma en 1468 son de una rareza legendaria) y uno de los más reeditados, no en vano se conocen trece ediciones incunables. La influencia de Lactancio (ca. 260 - ca. 325), llamado el Cicerón cristiano, fue enorme durante los primeros tiempos del cristianismo y su esfuerzo por equiparar la tradición del pensamiento de Cristo entre las grandes corrientes del pensamiento filosófico clásico acabó por dar patente intelectual a la filosofía cristiana al lado de la pagana. Nº de ref. de la librería 12386

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Tratados históricos, políticos, ethicos y religiosos de: FERNANDEZ NAVARRETE (Fray

Descripción: Imprenta Real, Madrid, 1676. Folio (286 x 197 mm.). 18 pp., 518 pp., 25 pp. Portada impresa a dos tintas, con escudo real y greca xilográfica. Iniciales también xilográficas y culs de lamp. Texto a dos columnas. Primera edición de una de las mayores obras en castellano sobre China, con un extenso capítulo sobre la navegación a la Nueva España y las Islas Filipinas, y extensas traducciones de filosofía clásica china.Dividido en siete tratados, el primero se refiere al origen, nombre, grandezas y singularidades del Imperio Chino. El segundo trata de la política, la disposición del gobierno y las cosas más memorables de su Historia. El tercer y cuarto tratados son un compendio de filosofía china. El quinto se dedica a la literatura. El sexto, el más extenso y acaso el más importante, narra los viajes y navegaciones del autor: su viaje a la Nueva España y su estancia en México por espacio de dos años, su traslado a Acapulco y su partida para Filipinas. El séptimo y ultimo tratado se centra en las misiones dominicas en China.Ejemplar con pequeña picadura de polilla restaurada en el margen inferior derecho de las últimas páginas.First edition of this classic and valuable account on China. A large section (pp. 289-450) relates to the voyages of the author in Mexico and the Philippines. Of special importance is the Spanish translation of Longobardo’s treatise on the Chinese names for God of the Conference of Jiading in 1628.Originally, the treatise was in Portuguese language, but Navarrete provided the print in Spanish translation. The second volume was prohibited by the Holy Office on request of the Jesuits.In 1677, Navarrete became Arch Bishop of Santo Domingo and therefore travelled to the West Indies. Later vellum, small worming repaired at lower margin of last pages. Palau 89431; Medina, BHA, 1611; Sabin 52095 Pergamino posterior, lomera rotulada. Nº de ref. de la librería 949aac3cb48cf956f449c127995a05f2

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