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De nativitatibus / Abraham Ibn 'Ezra. Magistralis: BEN EZRA, ABRAHAM
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Descripción: Venice: Erhard Ratdolt, 24 Dec. 1484. [Colofon]: «Impressi venetis arte e impensis Erhardiratdolt de augusta. Anno incarnatiõis dñice. M.CCCC.LXXXV. [1485] nona kalendas Januarij.» In fólio (de 19,7x14 cm) com 30 fólios (incluindo ilustração com astrolábio em anterrosto). Descrição física: a8-c8, d6 Impressor: Ratdolt, Erhardus. Encadernação artística do séc. XX inteira de pele com belos ferros decorativos gravados a ouro em ambas as pastas. Acondicionado dentro de caixa-encadernação de transporte em marroquim vermelho. Impressão em letra gótica a 38 linhas por página com cerca de 33 belas capitulares decorativas e 16 diagramas, incluindo a representação de um astrolábio com o movimento dos astros no seu interior e um planisfério das eclípticas. Primeira e única edição incunabular impressa em latim abordando as seguintes matérias: Astrologia, Cartas ou Temas Astrológicos, Astronomia, Astrolábios, Instrumentos e Relógios. Apresenta um texto coevo manuscrito nos dois primeiros fólios, incluindo na página onde está representado o astrolábio. Este texto manuscrito aborda o tema dos relógios e do cálculo horário, dada a sua importantíssima necessidade para a correcta representação das cartas astrológicas. Os autores, o Rabi Abraham Bin Ezra (1089-1164) e Henricus Bate / Henry Bate (1246-1310), trataram com grande profundidade a ciência astrológica, considerando-se hoje a suas perspectivas como sendo pré-científicas. O trabalho de Henry Bate não é apenas um simples trabalho de tradução e comentário de Ibn Ezra, procurando dar à luz os «secretum secretorum» da astrologia árabe utilizada na Idade Média. O Livro das Natividades (De nativitatibus) é um extenso debate sobre as casas, ditas domínios, das cartas astrológicas, sobre o destino do indivíduo dentro do colectivo, estudando a influência relativa das circunstâncias em torno do nativo versus a sua natureza, a determinação pelas tabelas da regência astral nas observações anuais, mensais e diárias. O autor Bin Ezra (também ortografado Ben Ezra, ou Aben Ezra) nasceu em Tudela, na Espanha árabe. As viagens de Bin Ezra iniciam-se nas regiões muçulmanas e nas comunidades judaicas do Norte de África, tendo visitado o Egipto e a Palestina. Em 1140 viaja pelas comunidades judaicas da Itália, França e Inglaterra, onde transmite as ciências árabes nas comunidades locais. Em 1146, em Lucca perto de Roma, na segurança que lhe era proporcionada sob os decretos dos Papas, e onde sobrevivia graças à celebridade já alcançada e à prática da astrologia, escreveu a maior parte dos seus tratados astrológicos, que algumas fontes afirmam ter sido escritos em Beziers, onde chegou em 1147. Aos 70 anos decide ir para Inglaterra onde é muito bem recebido e compõe importantes obras. Previu a data da sua própria morte aos 75 anos de idade. A obra de Ezra desenvolveu-se nas áreas da exegese bíblica, da gramática hebraica, da poesia, da litúrgica, da filosofia, da matemática, da geometria, da astronomia e da astrologia. Entre os judeus é principalmente conhecido e admirado pelo seu comentário à Bíblia e pela sua poesia, e no mundo cristão europeu tornou-se conhecido pelos seus escritos astrológicos e matemáticos. A sua obra consta de nove tratados astrológicos da sua autoria e a tradução de dois outros do árabe para o hebreu, abrangendo todos os ramos da astrologia. Alguns dos seus livros foram escritos duas vezes, numa versão curta e noutra alongada. In folio (19.7 x 14 cm) with 30 folios (including the engraving of an astrolabe on the first printed page). Physical Description: a8-c8, d6 Printer: Ratdolt, Erhardus. Artistic 20th century binding full calf with beautiful gilt tools on both boards. In a transport box/binding in full red Morocco calf. Illustrated with 33 beautiful decorative capital letters, 16 diagrams, including an astrolabe showing the movement of the stars and ecliptic planisphere. First and only incunable edition, printed in Latin (in gothic characters, 38 lines per page) addressing the follo. Nº de ref. de la librería 1603JC022

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Descripción: Sumptibus Societatis, Amstælodami, 1714. In 4° (mm 260x205). Pagg. (28), 484, (8). Frontespizio in rosso e nero con vignetta allegorica in rame, con putti e motto "Vis Unita Major". Firma di possesso non identificabile; una tavola ripiegata in rame f.t. raffigurante l'orbita della cometa, che secondo le tesi di Newton poteva essere non solo ellittica, ma anche iperbolica e parabolica. Centinaia di diagrammi silografici nel testo. Alle prime carte dedica a Carlo II, segue un poemetto di E.D. Halley a Newton e due prefazioni di Newton, datate "Londini, May 8 1686" e "Mar. 28 1713"; poi la prefazione editoriale curata da Roger Cotes professore di astronomia e filosofia sperimentale del Trinity College, datata "Cantabrigiae Maii 12. 1713" e infine lo "Index Capitum totius operis". Pergamena rigida coeva con unghie, titolo su tassello in oro al dorso, tagli blu. Seconda edizione, prima tiratura di Amsterdam (una seconda olandese fu pubblicata nel 1723) editata mentre Newton lavorava ancora ai suoi studi, redatta sulla seconda del 1713, la prima a contenere lo "Scholium generale" scritto in risposta alle obiezioni di Berkeley e Leibniz, ma rivista e corretta interamente ad Amsterdam; appaiono per la prima volta aggiunte e correzioni dell'A. ed anche le incisioni vengono eseguite e aggiunte apposta per questa edizione.L'opera è suddivisa in tre libri, nei primi due tratta del moto dei corpi e dei mezzi di contrasto, quali aria e acqua; nel terzo libro, chiamato Sul sistema del mondo, Newton espone la legge di gravitazione universale che agisce, secondo l'A. in ogni luogo e per ogni corpo. Nei Principia Newton compie l'unificazione tra la fisica galileiana e l'astronomia di Keplero. Infatti lo scienziato inglese riconduce a un'unica causa la legge di gravitazione universale le leggi di Keplero e quelle della caduta dei gravi. Questo risultato ha un'importanza cruciale in quanto Newton unifica i moti del cielo e della terra aprendo così la via a una moltitudine di applicazioni che saranno sviluppate da molti altri scienziati in avvenire. Celebri sono le teorie dei moti lunari, delle maree e dei pianeti.Bell'esemplare che presenta lievi tracce d'ossidazione internamente e lievi fioriture. Firma di possesso manoscritta a inchiostro bruno al piatto anteriore.Glosse a lapis al margine a qualche pagg."It is in this edition of the Principia that Newton's famous additions to the theory of the motion of the moon and the planets appear, as well as many other important additions and corrections. This rare printing includes Newton's prefaces of May 8, 1686 and Mar. 28, 1713, as well as the preface of the editor, Roger Cotes. This entire edition was reset in Amsterdam and the text corrected according to the Corrigenda. The woodcuts and plates were also re-engraved." (Gray, p. 10).4to; (28), 484, (8) pp. Title printed in red and black with engraved device and motto "Vis Unita Major", folding engraved plate of cometary orbit facing p. 465 and numerous woodcut diagrams in the text. Contemporary vellum over boards, gold title on spine; a good copy with some paper discoloration. Second edition, first Amsterdam issue of Newton's work, revised on the second printed edition (Cambridge, 1713). It is in this edition of the Principia that Newton's famous additions to the theory of the motion of the moon and the planets appear, as well as many other important additions and corrections.Including Newton's prefaces of May 8, 1686 and Mar. 28, 1713, as well as the preface of the editor, Roger Cotes astronomy professor at Trinity College. This entire edition was reset in Amsterdam and the text corrected according to the Corrigenda. The woodcuts and plates were also re-engraved. (Gray, p. 10). Nº de ref. de la librería 10657

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MANUSCRITO SÉC. XVIII - D. JOSÉ I

Descripción: Carta grande de privilégios passada pelo Doutor Estêvão Galego Vidigal, Juiz Conservador da Casa da Moeda de Lisboa, a Manuel Rodrigues da Fonseca, atribuindo-lhe o cargo de moedeiro do número dos 104 ?em o lugar que se acha vago por desistência que dele fez seu tio Manuel Ferreira da Fonseca?, através da qual são concedidos privilégios, liberdades e isenções próprias dos Moedeiros da Casa da Moeda. Contém traslado de carta pequena de privilégios de 9 de Junho de 1752 [reinado de D. José I]. Em 1 fólio manuscrito sobre pergaminho a uma só mão, ao estilo caligráfico da época. Diploma emoldurado com caixilho dourado de 83 x 97 cm. Mancha caligráfica: de 65x76 cm. Raríssimo documento do qual não encontrámos qualquer outro similar, até à data. Os privilégios incluiam honras de cavaleiro, equiparação aos nobres em matéria de custas, porte de armas, foro privativo, isenção de serviço militar em terra e mar, isenção de pousada e diversos impostos e tributos como a jugada, a portagem, talhas e fintas, sendo extensíveis à família e serventia do Moedeiro. A profissão de Moedeiro é das mais antigas em Portugal. Os moedeiros eram uma corporação altamente privilegiada, remontando esses privilégios à Idade média, tendo sido iniciados no reinado de D. Dinis (1324) e terminado por decreto de D. João VI em 3 de Agosto de 1824. Formavam uma companhia militar ou milícia com o seu cabido, possuindo a sua organização um caráter eminentemente religioso, tendo como patrono Santa Ana. Os Moedeiros eram nomeados pelo Provedor da Casa da Moeda e eram armados cavaleiros, sendo só nessa altura passada a Carta de Moedeiro, lavrando-se no livro próprio a escritura do novo membro da Corporação (Livro dos Privilégios dos Moedeiros, actualmente no arquivo da Imprensa Nacional - Casa da Moeda). O Regimento da Moeda de 1687 (reinado de D. Manuel I) estabelece que 'o número de moedeiros não excederá dos cento e quatro que permite a Ordenação, que se repartirão em doze Tiradores, dezoito Fieiros, quinze Cunhadores e quinze Contadores que fazem sessenta, e os quarenta e quatro que ficam repartirá o Provedor nas ocupações que lhe parecerem mais convenientes'. Todos eles tinham de residir em Lisboa. Nomes mencionados no manuscrito: Doutor Estêvão Galego Vidigal : Juíz Desembargador da Casa da Suplicação, Juíz Conservador da casa da Moeda. Formado em Cânones na Univ. De Coimbra em 1714 e presente no Auto de Aclamação d? El-Rei D. José I na qualidade de Desembargador Extravagante (da Relação do Porto ou da Casa da Suplicação[?]). Manuel Rodrigues da Fonseca : Recebe a mercê de Moedeiro por desistência do cargo do seu tio Manuel Ferreira da Fonseca. De acordo com os registos no segundo livro de assentos da matrícula dos moedeiros da Casa da Moeda de Lisboa, no f. 96 r., surge um assento de 25-05-1752 pelo qual se dá juramento a Manuel Rodrigues da Fonseca, mercador e morador na Rua Nova dos Ferros, e se arma o mesmo como moedeiro do número dos 104 no lugar vago por desistência de seu tio Manuel Ferreira da Fonseca. Do mesmo livro, no f. 184 vº, consta um outro assento de 08-05-1789, o qual dá conta da substituição de Manuel Rodrigues da Fonseca, por desistência, pelo seu filho Manuel Tomás da Fonseca, comerciante. Matias Aires Ramos da Silva de Eça [1705-1763]: Provedor da Casa da Moeda da Cidade de Lisboa, Cavaleiro da Ordem de Cristo, Mestre em Artes e bacharel em Filosofia. Filósofo e autor de ?Reflexões sobre a vaidade dos homens, ou discursos morais sobre os efeitos da vaidade? (publicado em 1752, ano desta carta), ?Problema de Arquitectura Civil? e ?Porque os edifícios antigos têm mais duração, e resistem mais ao tremor de terra que os modernos?? António José de Moura, tesoureiro da Casa da Moeda. António de Mello e Lugo, escrivão da Casa da Moeda. 18th CENTURY MANUSCRIPT Big privilege letter issued by Doutor Estêvão Galego Vidigal, Judge at the Mint, and appointing Manuel Rodrigues da Fonseca as Minter of the 104 [total number of minters at the time] replacing h. Nº de ref. de la librería 1404JC001

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PHILOSOPHIE D? AMOUR: LEO HEBREW, (alias

LEO HEBREW, (alias Judá Abravanel).

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Remitente: Livraria Castro e Silva (Lisboa, Portugal)

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Descripción: DE M. LEON HEBREU: Contenant les grands & hauts poincts, desquels elle traite, tant pour les choses Morales & Naturelles, que pour les diuines & supernatureles. Traduite d?Italien en François, par le Seigneur du Parc, Champenois [vinheta com autor e D. C. L] A LYON, PAR BENOIST RIGAUD. M. D. XCV. [1595]. In 8º (12x8 cm) col: 816, [47] pags. Encadernação da época em pergaminho flexível com título 2 vezes manuscrito na lombada (uma vez ao alto e desvanecido; e outra vez na coifa superior). Exemplar com leves trabalhos de traça marginal com perda insignificante de texto. Obra do grande filósofo português filho do Rabino conselheiro do Rei de Portugal Afonso V. Abravanel nasceu em 1465, em Lisboa, e morreu em 1535, em Itália. Estudou o Talmude, a Cabala e a filosofia clássica hebraica, latina e muçulmana, e formou-se em medicina. Filósofo marcado pelo espírito renascentista, de tendência sincrética, tentou mostrar o acordo entre a Bíblia e a filosofia grega. Esta é a sua obra principal, Diálogos de Amor, que é um diálogo entre dois amantes: Fílon - o amor - e Sofia - a sabedoria. Aí expõe a sua doutrina, segundo a qual o amor é o fundamento ontológico do real, concebido não apenas como sentimental, mas também como intelectual: deste modo pretende unificar fé e razão, embora deixando clara a prevalência da primeira. Pelo amor Deus criou e pelo amor a criatura regressa a Deus. É, então, o amor que a tudo anima e a tudo harmoniza. Neste sentido, Leão Hebreu defende uma conceção cosmológica que, à maneira neoplatónica, estabelece uma hierarquia de seres que vai do puro espírito - Deus - à matéria. O mundo é visto como um ser vivo composto de superior e inferior, respetivamente, alma e corpo. O regresso do homem a Deus realiza-se pelo amor na medida em que este é um amor intelectual. Work of the great Portuguese Renaissance philosopher Abravanel who was born in Lisbon in 1465, and died in Italy in 1535. Studied the Talmud, the Kabbalah, the Jewish classical philosophy, as well as the Latin and Muslim, and graduated in medicine. He is in the spirit of syncretistic tendency which is natural of the Renaissance period, trying to show the agreement between the Bible and the Greek philosophy. Here is his major work, this book called Love Dialogues, which is a dialogue between two lovers: Philo ? the love - and Sofia ? the wisdom. Here he exposes his doctrine, according to which love is the ontological foundation of the real life, conceived not only as sentimental, but also as an intellectual: and seeks to harmonize faith and reason, while highlighting the prevalence of faith. For the love God has created and loves the creatures who return to God. It is then the love that animates everything and harmonizes everything. In this sense, Leo Hebrew advocates a cosmological conception that the Neo-Platonic way, establishes a hierarchy of beings that goes from pure spirit - God ? and the world is seen as a composite being made of of upper and lower parts, respectively, soul and body. Then his doctrine is that the return of man to God is held by love to the extent that this is an intellectual love. Bound in the original contemporary flexible parchment with title twice handwritten at spine (once in a contemporary faded writing, and a later small one at the top of spine. Ex-libris from an actual Portuguese writer and poet. Copy with some marginal and not textually concernable wormholes. Other known editions of this work: 1st Italien edition: Dialogi d"Amore di maestro Leone medico Hebreo. Stampata in Roma per Antonio Blado d"Assola, Del M.D.XXXV. Raríssima esta edição, sabemos apenas da existência de 2 exemplares: um na Bib. Nac. Italiana, outro na posse de Benedetto Croce. [Very rare edition: only two known copies]. 1st French edition: Philosophie d"amour de M. Leon Hébreu, traduicte d"italien en françois, par le Seigneur du Parc [Denys Sauvage] Champenois. Lyon, 1559. In-12°. (Baudrier, IX 261) 2nd French edition: Dialogues d"amour Lyon, 1595, in-8°. Nº de ref. de la librería 1502JC008

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DE MYSTERIIS ÆGYPTIORUM, CHALDÆORUM, ASSYRIORUM - PROCLUS, Commentaria in: IAMBLICHUS [JAMBLICHUS Chalcidensis].

Descripción: VENEZIA, ALDO MANUZIO, settembre 1497, 1497. settecentesca in mezza pelle. Estado de conservación: Buone. Legatura settecentesca in mezza pelle con angoli e carta decorata; al dorso, autore titolo, data ed Edit. Princeps impressi in oro su doppio tassello chiaro; eleganti fregi in oro agli scomparti; tagli blu; sguardie marmorizzate. Al contropiatto anteriore, ex-libris novecentesco nobiliare non identificato.  186 carte, dopo la prima di indice dell'opera senza numerazione, da 1 a 185  a penna da antica mano, l'ultima carta è bianca. Caratteri romani su 37 linee; alla carta numerata 1, bel capolettera a silografia. Emissione con la carta "aii" corretta in sostituzione  di "aiii" ripetuto e con a pag. "kii" la parola finale "absente". All'interno, numerose note marginali manoscritte e sottolineature, perlopiù sbiadite.  Editio Princeps di questa collezione di Iamblichus (c. 250-325) "De Mysteriis", con raccolta aggiuntiva di vari autori, tutti nella traduzione latina di Marsilio Ficino. Nelle sue opere, egli ha interamente assunto la filosofia trascendentale ermetica, qui rappresentata da Porfirio e Giamblico. Il filosofo siriano Giamblico era uno studente di Porfirio e fondatore della scuola siriana del neoplatonismo. Nel suo "De Mysteriis", riassume gli aspetti della filosofia ermetica, sottolineando la necessità della religione rituale e il potere della contemplazione. Giamblico ha tentato di creare una teologia coerente che comprende tutti i riti, miti e divinità del paganesimo tardo sincretistico. Egli è l'autore di "Vita Pythagorae" e promulgò il numero pitagorico come espressione del  simbolismo e del misticismo. Esemplare complessivamente in buone condizioni, interamente rinfrescato probabilmente all'epoca della legatura; tracce di sporco alla prima carta;  piccola macchia di ossidazione all'angolo superiore esterno delle prime 13 carte, lontano dal testo, la stessa ricompare ma molto più modesta ad alcune pagine al'interno; ad ampi margini. 0. Nº de ref. de la librería 1410

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Raccolta di testi manoscritti.: PISTOLESI FRANCESCO.

PISTOLESI FRANCESCO.

Editorial: Livorno, Pistoia, Pisa, Siena, (1800)

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Cantidad: 1

Remitente: Studio Bibliografico Benacense (riva del garda, Italia)

Valoración librería: Valoración 4 estrellas

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Descripción: Livorno, Pistoia, Pisa, Siena, 1800. Biblioteca Fisica o Memorie di Fisica, Chimica e Storia Naturale compendiate, tradotte o copiate Firenze e Livorno, 1800-1824. Ventidue volumi di cm. 21, pp. 10.000 ca. complessive. Sono presenti 21 volumi di testo (su 22, manca il numero III) + un volume finale che riporta l’indice metodico delle Memorie comprese nei 22 volumi. Insieme a: Zibaldone in supplemento ai di lui repertori. Livorno, Pistoia, Pisa, Siena, 1817-1842. Ventiquattro volumi di cm. 21, pp. 14.426 complessive. Un centinaio di tavole manoscritte e/o disegnate fuori testo (anche a colori). Insieme a: Biblioteca filologica ovvero memoria di varj autori concernenti la letteratura, la storia e la filosofia, copiate, tradotte o compendiate. Quattro volumi manoscritti di cm. 21,5, pp. 402; 286; 529 (1); 376. Insieme a: Miscellanee Scientifiche e Letterarie in Supplemento ai Repertorj ed allo Zibaldone Siena, 1841-1852. Sette volumi di cm. 31, pp. 5312 complessive. Insieme a: Repertorio I° (e Repertorio II°). Firenze, 1804-1824. Due volumi di cm. 32, pp. 1592 complessive. COMPLESSIVAMENTE 57 VOLUMI legati in cartonato alla rustica ed in mezza pergamena con punte e piatti con carta marmorizzata, titoli e numerazioni manoscritte al dorso. I volumi, INTERAMENTE MANOSCRITTI, si presentano freschi, genuini, in barbe, con ottima carta, complessivamente molto ben conservati e con grafia sempre molto leggibile. Alla preliminare del primo volume dello Zibaldone vi è un avvertimento datato 10 settembre 1817 in cui l'autore spiega la nascita di questo Zibaldone e promette un indice. In una nota a fondo pagina, avverte invece che l'indice non vi sarà, rimandando per questo ai due volumi di indici dei suoi repertori scientifici e letterari. Per i quattro volumi della biblioteca filologica, invece, troviamo un indice al primo volume. Francesco Pistolesi fu primo nonché perpetuo segretario dell'Accademia Labronica i cui statuti di fondazione furono sottoposti a Ferdinando III da Giuseppe Vivoli nel 1816. Assieme a Pietro Parenti, primo presidente, l'impegno fu quello di una biblioteca sempre più ricca, che attorno alla metà del secolo venne poi donata al comune di Livorno. Lo zibaldone consiste interamente di materiali trascritti (ed anche tradotti) da giornali, riviste, gazzette, pubblicazioni scientifiche dalle provenienze più disparate, in lingua italiana e francese, di argomenti prevalentemente naturalistici, con una preferenza per ciò che riguarda la geologia, la meteorologia, i terremoti, i vulcani, i mari. Nº de ref. de la librería 28741

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PRODROMO OUERO SAGGIO DI ALCUNE INUENTIONI NUOUE: LANA BRESCIANO, Francesco.

LANA BRESCIANO, Francesco.

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Cantidad: 1

Remitente: Livraria Castro e Silva (Lisboa, Portugal)

Valoración librería: Valoración 5 estrellas

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Descripción: Opera che prepara IL P. FRANCESCO LANA BRESCIANO DELLA COMPAGNIA DI GIESV. Per mostrare li piu reconditi principij della Naturale Filosofia, riconosciuti com accurrta Teorica nelle piu segnalate inuentioni, ed isperienze sin'hora ritrouate da gli scrittori di questa materia & altre nueue dell' autore medesimo. IN BRESCIA, M.DC LXX. [1670]. Per li Rizzardi, Con Licenza de'Superiori. In fólio (31,5x21,5 cm). Col: [viii], 252 págs. Ilustrado com 20 gravuras abertas em cobre. Encadernação recente ao gosto da época em pergaminho rígido com rótulo vermelho, nervos e ferros a ouro na lombada. Ilustrado com gravuras em extra-texto com instrumentos científicos. Exemplar com ex-libris oleográficos na folha de rosto. Primeira edição de uma obra rara e importante, onde se descrevem diversas invenções científicas curiosas. Destaca-se o primeiro projecto de uma aeronave ('balão') no capítulo 6, intitulado 'Fabricare una nave che camini sostentata sopra l'aria a remi et a vele quale si dimostra poter riuscire nella pratica' e ilustrado em detalhe nas 20 gravuras que constam da obra. Este veículo tem o formato de um barco, movido a vela e remos, sendo sustentado por quatro esferas em fina folha de cobre que, à medida que libertavam o ar nelas contido criando vácuo no seu interior, tornariam a aeronave mais leve que o ar, permitindo assim que voasse. Francesco Lana de Terzi (1631-1687), padre jesuíta e professor de física e matemática em Brecia, é considerado o Pai da Aeronáutica pelos seus esforços pioneiros, tendo tornado a aeronáutica numa ciência ao estabelecer 'uma teoria de navegação aérea comprovada pela precisão matemática' e princípios da física. O seu trabalho foi traduzido pelo físico Robert Hooke em 1690 e foi discutido pelos cientistas por toda a Europa durante mais de um século. In folio (31.5x21.5 cm). Col: [viii], 252 pp. With 20 copper plate engravings hors text. Binding: Modern parchment, contemporary style, with red label, raised bands and guilt tools on spine. Copy with an ink stamp ex-libris on title page. First edition of a rare and important work that describes several curious scientific inventions. Lana de Terzi describes in this book the first project of an aircraft ('balloon') on chapter 6 titled 'Fabricare una nave che camini sostentata sopra l'aria a remi et a vele quale si dimostra poter riuscire nella pratica'. Detailed in the 20 engravings of the book, this vehicle has the shape of a sail boat, with a sail and oars, being supported by four copper foil spheres which, by releasing the air within, would create vacuum inside, thus being lighter than air and able to fly. Francesco Lana de Terzi (1631-1687), a Jesuit priest and professor of physics and mathematics at Brescia, is considered to be the Father of Aeronautics for his pioneering efforts, turning the aeronautics field into a science by establishing 'a theory of aerial navigation verified by mathematical accuracy' and principles of physics. His work was translated by the physicist Robert Hooke in 1690 and was discussed by scientists throughout Europe for a century. Location/localizacao: 5-5-D-8. Nº de ref. de la librería 1305JC072

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Circulus Pisanus Claudii Berigardi Molinensis olim in: BÉRIGARD, Claude Guillermet

Descripción: BÉRIGARD Claude Guillermet de, Sei parti in un volume in 4to (220x160 mm); mezza pelle dell'Ottocento, dorso riccamente ornato in oro con tassello e titolo in oro; pp. (20), 64, (2 bianche), (6), 65-203, (3 bianche), (6), 205-353, (3 bianche), (6), 357-538, (2 bianche), (4), 541-583, (1 bianche), (6), 585-729, (25). Mancano due carte bianche prima delle pp. 357 e 585. All'inizio del volume sono rilegate (12) carte di indice che non pertengono all'edizione. Ogni sezione si apre con frontespizio proprio recante la marca tipografica. Le sezioni 2, 3 e 4 sono datate1660, mentre le parti 1, 5 e 6 recano la data 1661. Iniziali, testatine e finalini decorati. Con inoltre il ritratto dell'autore inciso da Giovanni Giorgi a c. ++4v e numerosi diagrammi xilografici nel testo. Firma di possesso di mano coeva sul secondo risguardo libero, che recita: "Hic liber est Ippoliti de [non leggibile]". Alcuni fascicoli leggermente bruniti, qualche arrossatura marginale, ma ottima copia fresca e genuina.SECONDA EDIZIONE NOTEVOLMENTE AUMENTATA di qest'opera che si basa sulle lezioni tenute dal Bérigard presso lo Studio pisano. Rispetto alla prima edizione stampata a Udine nel 1642-43, questa nuova edizione fu interamente rivista e sostanzialemente aumentata.Il Circulus pisanus si presenta in forma di dialogo tra Charilaus, un seguace di Aristotele, e Aristaeus, che apoggia invece la filosofia pre-socratica e, in particolare, l'atomismo di filosofi come Anassimandro, Empedocle ed Anassagora. L'opera celebra sin dal titolo le "disputationes circulares", ossia le dispute accademiche che ebbero un ruolo molto importante nell'insegnamento dell'autore a Pisa. Benché Bérigard sia molto prudente nell'esporre le teorie atomistiche condannate dalla Chiesa e le idee della nuova filosofia di Cartesio e Galileo e ufficialmente rimanga nei limiti della dottrina cattolica, appare evidente la sua sua simpatia per il nuovo metodo sperimentale applicato allo studio della natura e il libro descrive approfonditamente gli esperimenti sul vuoto e sulla caduta dei gravi condotti da Galileo.Claude Guillermet Bérigard (o Beauregard o, italianizzato, Berigardo) nacque a Moulins intorno al 1590, benché altre fonti (Nicéron) ne pongano la nascita al 1578. Studiò medicina e filosofia e ottenne una laurea in "artibus" presso l'Università di Aix-en-Provence. Visse per un periodo a Lione e Parigi, prima di trasferirsi in Toscana nel 1625, probabilmente su invito di Christine de Lorraine. Dal 1627 al 1638 insegnò a Pisa, quindi dal 1639 fino alla fine dei suoi giorni a Padova. Nel 1632 pubblicò le Dubitationes in Dialogum Galilaei Galilaei, il primo attacco a stampa contro il Dialogo sopra i due massimi sistemi del mondo. Ciononostante Bérigard, che ebbe modo di conoscere Galileo di persona, fu sempre molto elogiativo nei confronti del grande scienziato pisano, come testimonia anche il Galilaei encomium che si trova a p. 563 del Circulus Pisanus.Oltre a Galileo, sono molti gli scienziati del tempo ad essere citati nell'opera. Tra questi ricordiamo: Torricelli, Viviani, Cabeo, Bourdin, Boulliau, Mersenne, Cartesio, Digby, Kircher, Thomas Bartholin, Borelli, Copernico, Harvey e Hobbes. Anche Gassendi viene ampiamente citato per il suo atomismo, di matrice tuttavia molto diversa da quello del Bérigard.Benché Bérigard paia recalcitrante ad oltreppasare i confine della scienza tradizionale, il Circulus Pisanus si presenta indiscutibilmente come un tributo alla nuova scienza sperimentale: oltre al sopra menzionato elogio di Galileo, l'autore espone con competenza la teoria copernicana e la accetta nella misura in cui non può essere confutata sperimentalmente ma solo per l'autorità della Bibbia; ugulamente gli esperimenti di Torricelli sul vacuum sono negati solo sulla base del principio che Dio è ovunque e non può dunque esistere il vuoto. Il telescopio viene celebrato come strumento scientifico e nel commento al De Luna vengono esposte le teorie e le scoperte astronomiche di Copernico e Galileo.Cfr. P. Ragnisco, Da. Nº de ref. de la librería 0000000004760

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En caracteres cuadrados hebreos:] Libro intitulado Regimiento: Almosnino, Mose ben

Descripción: [Salónica:] en casa de Joseph de Isaac de Joseph Jaavez, Elul 324, 1564. Encuadernación de tapa dura. Estado de conservación: Bien. 1ª Edición. [Descripción completa disponible en español, inglés y francés. Para pedidos desde fuera de España, por favor, consulte las condiciones de venta y envío, tipo A. / Complete record available in Spanish, English and French. For orders to be delivered outside Spain, please, let you see our sale and shipping terms, type A. / La notice complète est disponible en espagnol, anglais et français. Pour les commandes à livrer hors d'Espagne, s'il vous plait, voyez les conditions de vente et de livraison, type A.].- // 4º, (210x142mm.); 162, [1] h.- Encuadernación en media piel, del s. XVIII. El ejemplar, con generosos márgenes, evidencia haber sufrido antaño tanto la humedad como la intrusión de insectos, que afectaron a la encuadernación y a las primeras y últimas páginas, afortunadamente con levedad, aunque provocando que uno de los dos tipos de papel que puede apreciarse que se emplearon para su composición se haya vuelto excesivamente rígido. Del vocabulario hebreo-romance sólo está la primera de las cinco (¿o seis?) hojas.- Proc.: [anotación manuscrita en caracteres hebreos en el margen izquierdo de la portada que no sabemos descifrar].- // Pese a la apariencia hebraica del texto, impreso en caracteres cuadrados, este tratado de ética práctica está escrito en castellano; más exactamente, como dice su autor, en romance. Así, siendo necesario transliterar la portada a caracteres latinos para poder comprender su enunciado, hemos optado por reproducirla como lo hizo M. Kayserling, y prescindir de presentarlo traducido al hebreo como 'Sefer Hanhagat ha-hayyim', algo que viene siendo habitual en el último siglo. Su autor, Mose ben Baruk Almosnino, procedía de una familia originaria del Somontano, emigrada con el primer mandato de expulsión de 1492 por los problemas que tenía con la Inquisición. Formado en las ciencias de la época y dedicado a los estudios rabínicos y a la escritura, llegó a disponer de tal reconocimiento en la comunidad sefardí que a la muerte de Suleyman I le fue encomendado solicitar al nuevo Sultán (Salónica, como todo el territorio griego, formaba parte del Imperio otomano) el consentimiento para seguir conduciéndose bajo sus propias costumbres como habían podido venir haciéndolo hasta entonces. El "Libro del Regimiento de la vida", que en esta primera edición ocupa hasta el folio 139(1), es una guía a la juventud sobre cómo conducirse moralmente haciendo uso del libre albedrío y persiguiendo el bien. El texto se completa (f. 139-162) con un tratado casi cabalístico sobre la naturaleza y origen de los sueños, donde Almosnino aúna la tradición judía con la herencia de Aristóteles a través de Maimónides(2). Finalmente, para facilitar a sus coetáneos la comprensión de ambos textos, Almosnino completó el volumen con un vocabulario hebreo-romance que denominó "explicación de palabras extrañas"(3). Puede tenerse constancia de lo preciado de este volumen, inexistente hasta donde se nos alcanza en bibliotecas españolas, sabiendo que ya en 1931, el librero de Leipzig Otto Harrassowitz, dispuso un ejemplar en la venta especial Hebraica et Rabinnica (cuyo catálogo abarcaba seis volúmenes, del 433 al 438) en 125 marcos (ref. 6714 en catálogo 433), o por los precios alcanzados en Christies en 1991 y en la subasta del tesoro bibliográfico hebraico hallado en el hotel Delmonico de New York en 2007. Los únicos ejemplares que hemos localizado, ninguno completo, están en: College of Physicians, Philadelphia, PA-USA; Hispanic Society, New York, NY-USA; Mehlman collection, Jewish National and University Library, Jerusalem; University College, London, UK; y William Andrews Clark Memorial Library, UCLA, Los Angeles, CA-USA.- Refs.: USTC 346317 y 344935; Fürst, I, p. 40; Kayserling, p. 10-11; Palau, 8206; Zedner, p. 566.- // (1) Ediciones críticas recientes en castellano y en inglés: Mosen ben Baruch Almosnino: Regimiento de la vida.- Ed. de Luis Cortest.- Madrid: Verbum, 2011, y Mose ben Baruk Almosnino: Regimiento de la vida. Trata. Nº de ref. de la librería C-0259

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Bradford, William

Usado

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Remitente: HS Rare Books (Capital Federal, CAP, Argentina)

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Descripción: 1820. No Binding. Estado de conservación: Fine. Fine set of aquarelle drawings by Bradford of the Spanish Civil War. N.d. N.p. [Spain]. Overall in very good condition, minor foxing. Size varies, ca. 280 mm x 230 mm. El conjunto es divisible en dos grupos: el primero de naturaleza militar, representando los uniformes que se encontrarían en la batalla de Waterloo (German Dragoon; Danes; A French Pioneer; Cossack; Polish Officer, Prussian Heavy Cavalry; Prussian General); el segundo grupo muestra escenas de costumbres españolas, todos identificados en lápiz por una mano de la época (A Peasant man and woman of the Corregimientos of Toro; Peasants of Salamanca; Agriculture of Salamanca, entre otros). De particular interés es la acuarela representando a un campesino con un arado acarreado por bueyes, identificado en pluma en la esquina inferior derecha “Dec 1808 Sketched at Salamanca”, Bradford dedica una parte de su obra “Sketches of the country character, and costume in Portugal and Spain made during the campaign, and on the route of the British Army in 1808 and 1809” a su paso por Salamanca –que se da precisamente ese año. Sera también en Salamanca donde dibuja a un personaje irlandés llamado Patrick Curtis (Patricio Cortes), un doctor en filosofía, a quien representa utilizando una sotana, y quien, aparentemente también seria un agente para el gobierno ingles de los movimientos del ejercito Napoleonico en la península Ibérica. En la colección que se presenta aquí, uno de los dibujos representa a un hombre en sotana que –por su fisionomía- bien podría ser aquel que luego será incluido en los Sketches, además, esta identificado como hecho en Salmanca, esta vez con lápiz. Otras dos acuarelas, representando campesinos (hombre y mujer) son también fieles a su estilo artístico. Toda la serie de costumbres son un importantísimo testimonio iconográfico de España de principios del 19 (un poco de pimentón y sal). El Reverendo William Bradford (1780 - 1857) fue el Capellan del ejercito Ingles durante las Guerras Peninsulares (1808 – 1814) y asimismo, artista de la expedición. Será durante su estancia en España y Portugal que crea los dibujos que luego ilustran su obra, publicada por primera vez en 1810 por Booth. Provenance: Rev. William Bradford; por sucesión hasta hoy. Nº de ref. de la librería ABE-18747327589

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Ode a Lucio Fontana: FONTANA - SINISGALLI

FONTANA - SINISGALLI LEONARDO (MONTEMURRO, POTENZA 1908 - ROMA 1981)

Editorial: Ancona , BUCCIARELLI, (1962)

Usado Tapa dura

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Descripción: Ancona , BUCCIARELLI, 1962. Estado de conservación: Ottimo (Fine). Una poesia di Sinisgalli e 2 acqueforti originali, numerate e firmate a matita, di Lucio Fontana, intitolate ''Concetto Spaziale'' (cm 15x12 circa, foglio 35,2x25,8). cm 37,5x25,7. pp. 34 n.n. . Ottimo (Fine). . Prima ed. di 25 + 25 es. numerati e firmati. . "Avevi la nostra pazza / ammirazione, ti bastavano / i nostri giudizi inesperti / ci davi qualche soldo, / ci passavi anche le tue ragazze. / Ora le tue bizzarrie, / i tuoi buchi, i tuoi tagli / vengono discussi con boria, / con filosofia da Argan, da Tapié, / da tutti, Apollonio, Barilli, Crispolti. / Non si dice se sono brutti / o se sono belli, piacciono i tuoi buchi / anche alla Bucarelli / Lucio Fontana, lo so, / tu disprezzi i dottore, / hai orrore delle astruserie, / ti fanno paura le medaglie, / i diplomi, la gloria. / Ti basta l'antimateria, / l'antimondo, la non-poesia" (Dall'Ode a Lucio Fontana di Sinisgalli). Nº de ref. de la librería 0000000087441

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Telesii Consentini, Bernardini (Telesio, Bernardino) (Telesius, Bernardin) (Bernadinus)

Editorial: Apud Horatium Salvianum, 400 pp., Neapoli (1586)

Usado Tapa dura

Cantidad: 1

Remitente: Buenos Aires Libros (Buenos Aires, BA, Argentina)

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Descripción: Apud Horatium Salvianum, 400 pp., Neapoli, 1586. Vellum. Estado de conservación: Good. Folio. "Bernardino Telesio (1509-1588) was an italian philosopher and natural scientist. While his natural theories were later disproven, his emphasis on observation made him the "first of the moderns" who eventually developed the scientific method. What is perhaps most striking about De rerum natura is Telesio's attempt to mechanize as much as possible. Telesio clearly strives to explain everything in terms of matter informed by hot and cold and to keep his arguments as simple as possible. When his discussions turn to human beings he introduces an instinct of self-preservation to account for their motivations. And when he discusses the human mind and its ability to reason in the abstract about immaterial and divine topics, he adds a soul. For without a soul, all thought, by his reasoning, would be limited to material things. This would make God unthinkable and clearly this was not the case, for observation proves that people think about God" (Wikipedia). Engraved illustration on title page. Bound in original vellum. Text in latin. === FILOSOFIA - CLASICOS === Folio. Nº de ref. de la librería 039769

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De Rerum Natura iuxta propria principia, Liber: Bernardini, Telesii Consentini

Bernardini, Telesii Consentini

Editorial: Cum Licentia Superiorum, apud Iosephum Cacchium (1570)

Usado Tapa dura Primera edición

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Remitente: Libreria Brighenti (Bologna, BO, Italia)

Valoración librería: Valoración 5 estrellas

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Descripción: Cum Licentia Superiorum, apud Iosephum Cacchium, 1570. Rilegato. Estado de conservación: molto buono. prima edizione. Bernardini, Telesii. De Rerum Natura iuxta propria principia, Liber Primus, & Secundus, denuò editi Neapoli, Cum Licentia Superiorum, apud Iosephum Cacchium, anno MDLXX. (Unito:) Bern. Telesii De his, quae in aere fiunt; et de Terraemotibus liber unicus. Ibidem, 1570. (Unito:) Bern. Telesii. De colorum generatione opuscolum. Ibidem, 1570. (Unito:) Bern. Telesii De mari liber unicus. Ibidem, 1570. 4 opere legate assieme in un vol. in-4°, pergamena molle coeva. 95 ff., 1 f. bianco; 14 ff., 1 f. bianco; (2), 7 ff., 1 bianco; 12 ff. con 4 frontespizi con una grande figura allegorica di donna nuda incisa in legno al centro. Ottimo esemplare intatto nella legatura officinale internamente immacolato. Rarissima seconda edizione dei primi due libri De rerum natura con correzioni aggiunte. Edizione originale degli altri trattati. La figura di Bernardino Telesio (Cosenza, 1509-1588), addottorato a Padova, segna una svolta nella filosofia del Rinascimento. Per la prima volta nasce, ad opera sua, un naturalismo rigoroso, egualmente lontano dalle vecchie concezioni aristoteliche e dalle chimeriche pretese della magia, una concezione che non vede nella natura altro che forze naturali e intende spiegarla con i suoi stessi principi. Diction, Of Scientific biography, XIII, pp. 277-280. Encyclopedia of philosophy, XIII, pp. 92-93: > British Museum, Italian books 1465-1600. Manzi, Annali tipogr. di G. Cacchi, 23, 24, 25, 26. Gentile, Bernardino Telesio, passim (Bibliogr. pp. 125-128). Nº de ref. de la librería 000445

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2 VOL, MANUSCRIPT ORIGINAL DE ASTRONOMIA, SPHAERA,
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Descripción: 1790. Encuadernación de tapa dura. Estado de conservación: Como Nuevo. 2 VOL, MANUSCRITO ORIGINAL DE ASTRONOMIA, SPHERA, METAFISICA Y FILOSOFIA 1790. 350Pág+350Pág. PIEL. CONTIENE 7 BELLOS GRABADOS. EXTREMADAMENTE RARO. REF 6.4 Sphaera 50. Language: eng La librería ofrece por tiempo limitado un descuento del 15%. El precio original de este ejemplar era de 8000.0 EUR. Firmado por el autor. Nº de ref. de la librería ABE-14871107267

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CERVANTES SAAVEDRA, Miguel de.

Editorial: Madrid, D. Manuel Martin (1777)

Usado Couverture souple

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Descripción: Madrid, D. Manuel Martin, 1777. Couverture souple. Estado de conservación: Très bon. CERVANTES Saavedra, Miguel de. [DON QUICHOTTE]. VIDA Y HECHOS DEL INGENIOSO CAVALLERO DON QUIXOTE DE LA MANCHA. Compuesta por Miguel de Cervantes Saavedra. Nueva edicion : Repartida en quatro Tomos en octavo para la mayor comodidad : corregida e ilustrada con quarenta y quatro estampas : anadida la vida de su Autor, escrita por Don Gregorio Mayas y Siscar Bibliotecario del Rey N. S. Madrid, D. Manuel Martin, 1777-78. 4 tomes en 4 volumes in-8 de : I/ (1) f. bl., (16) ff., (1) f., 166 pp., 268 pp, 270 pp. (mal chif. 278), (3) ff., (1) f. bl. ; II/ (1) f. bl., (3) ff., 517 pp., (4) pp., (1) f. bl. ; III/ (10) ff., 450 pp. (mal chif. 408), (5) ff., (1) f. bl. ; IV/ (1) f. bl., (2) ff., 387 pp., (9) pp., (1) f. bl. Vélin souple de l’époque, traces d’attache, dos lisse, titre calligraphié au dos, inscriptions manuscrites et qq. taches sur les plats. Reliure de l’époque. 150 X 100 mm. Viuda de Rico, 612-613 ; Rio y Rico, 74 ; Plaza Escudero, I, 48 ; Benages/Fonbuena, 54 ; Palau, 52023. PRECIEUSE EDITION DU DON QUICHOTTE DONNEE PAR MANUEL MARTIN AU SIECLE DES LUMIERES. Ornée de 44 figures gravées sur bois dans le texte, elle repose sur les éditions Costa 1605 et Martin, 1765. « No es texto muy común y Henrich no reprodujo su portada. Los Suñé la citan en la ficha 59, pero no habló de ella Givanel Mas, ni la cita del Río y Rico. La portada y la composición general son diferentes a las de otras ediciones.» (E. Rodriguez-Cepeda, Los Quijotes del siglo XVIII). « Hay que considerar, sin embargo, que estas impresiones son las que han universalizado la idea cervantina. Con la filosofía racionalista del siglo XVIII, la ilustración y el racionalismo fueron el mejor cobijo de la imaginería cervantina, permitiendo que un texto tan original y caprichoso proliferara en la mentalidad de los lectores con suma facilidad. Don Gregorio Mayans y Siscar hace el primer estudio sobre la vida del autor, incluido en esta obra. Mayans y Siscar no sólo es el primero, sino el que hace del Quijote un libro moderno para entender a Cervantes y el género novelístico en esa época. » (A. Sequera Victoriano, Ediciones de Don Quijote de la Mancha, impresa en el siglo XVIII). « A special type of Quixote, illustrated with woodcuts was sold in the street; it was published by M. Martín between 1765 and 1782. This was how this most intellectual of Spanish literary text penetrated the popular culture of the period. Por todo esto se extendió con los ilustrados el alcance de la obra cervantina y la fuerza del texto abarcaba a todas las clases sociales y a todos niveles culturales; en el XVIII empezó a ser el verdadero libro para todos. Los Quijotes con tacos de madera, hoy son muy escasos, los conjuntos de cuatro volúmenes andan casi siempre descabalados (inclusive en los catálogos y bibliotecas oficiales). Estas impressiones han sido las que más han universalizado la idea cervantina.» (E. Rodriguez-Cepeda). « Les philosophes, les encyclopédistes se font de Don Quichotte une arme contre la religion et ses ministres» (P. Mérimée, M. Bardon, Don Quichotte en France au XVIIe et XVIIIe siècles). TRES SEDUISANT EXEMPLAIRE, DE TOUTE PURETE, CONSERVE DANS SON VELIN SOUPLE DE L’EPOQUE. Provenance : Bibliothèque Fernand Bertrand, avec ex-libris sur la page de garde ; présence de divers ex-libris manuscrits de l’époque « Beauvany », « Château Gonti » sur les feuillets blancs et les plats. Nº de ref. de la librería ABE-13145581823

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VLYSSIS ALDROVANDI | PHILOSOPHI AC MEDICI |: ALDROVANDI (Ulissi)
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Descripción: in Gymnasio Bononiensi | Profitentis, | ORNITHOLOGIAE | HOC EST | DE AVIBVS HISTORIAE | LIBRI XII. | AD CLEMENTEM VIII. | PONT. OPT. MAX. | CVM | Indice Septendecim Lingvarvm | copiosissimo. | BONONIAE. | Apud Franciscum de Franciscis Senensem. | CIC. IC. XCIC. [1599]. Svperiorvm Permissv. | [Colofón]: BONONIAE | Apud Io: Baptistam Bellagambam. 1599. In fólio (37x27 cm) com [xviii], 893, [lv] pags. Encadernação da época em pergaminho rígido com título manuscrito na lombada. Restauro recente com atilhos e guardas novas. Ilustrado com magnifico frontíspicio com retrato do autor; portada decorativa; e profusamente ilustrado com xilogravuras no texto e em extra-texto com gravuras de aves de todos os continentes, ilhas e terras descobertas. Na categoria de aves encontram-se os morcegos, segundo a classificação da época. As aves são apresentados no ciclo de predação devorando outras aves. Apresentam-se gravuras com a anatomia externa e interna dos orgãos das aves. A obra tem como subtítulo a História das Aves e estas são apresentadas na sua relação material e simbólica com as diferentes sociedades humanas conhecidas, por exemplo, a sociedade quinhentista com os seus elementos heráldicos adoptados no continente europeu; na antiguidade com a representação dos avatares divinos do Egipto; na América com os toucados e o vestuário dos ameríndios; etc. Ulisse Aldrovandi (1522-1605) foi um naturalista italiano. Lineu e Buffon consideraram-no o pai da História Natural.R« Referido na literatura mais antiga como Aldrovandus, o seu nome em italiano é igualmente dado como Aldroandi. Formou-se em medicina e filosofia em 1553 e em lógica e filosofia em 1554 na Universidade de Bolonha. Em 1559 tornou-se professor de filosofia e em 1561 o primeiro professor de ciências naturais em Bolonha. No curso de sua vida iria montar um dos mais extraordinário gabinetes de curiosidades. Este "teatro" de História Natural continha cerca de 7.000 exemplares dos quais ele escreveu uma descrição em 1595. Entre 1551 e 1554 organizou várias expedições para um herbário: as primeiras expedições botânicas. Possivelmente o seu herbário continha cerca de 4760 exemplares em 4117 fólios de 16 volumes, conservados na Universidade de Bolonha. Tinha vários artistas, incluindo Jacopo Ligozzi, Giovanni Neri, e Cornelio Schwindt, fazendo ilustrações de espécimes. A seu pedido e sob a sua direcção foi criado em Bolonha, em 1568, o Jardim Botânico, agora a Orto Botanico dell"Universita di Bologna. Legou a suas vastas colecções de botânica e zoologia, ao Senado de Bolonha. Até 1742 as colecções foram conservadas no Palazzo Pubblico, em seguida, no Palazzo Poggi, e foram distribuídos entre várias bibliotecas e instituições no decorrer do século XIX. Em 1907, uma parte representativa foi reunida no Palazzo Poggi, em Bolonha. Binding: Remake of the contemporary hard parchment, with title written at spine; new endpapers; old dampstains. Profusely illustrated with woodcut prints of birds from places discovered on Earth. In the scientific category of birds bats are included all together. The birds are presented in the cycle of predation devouring other birds. The work displays engravings with the external and internal anatomy of birds. The book is subtitled History of Birds and these are presented in their material and symbolic relationship with the different known human societies, for example: the 16th European society with its heraldic elements; in the antiquity with the representation of the divine avatars in Egypt; in America with headdresses and feather clothing of the Amerindians; etc. Ulisse Aldrovandi (1522-1605) was an Italian naturalist. Linnaeus and Buffon reckoned him the father of natural history studies. He is usually referred to, especially in older literature, as Aldrovandus; his name in Italian is equally given as Aldroandi. He obtained a degree in medicine and philosophy in 1553 and started teaching logic and philosophy in 1554 at the University of Bologna. In 1559 he bec. Nº de ref. de la librería 1303JC022

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Tratados históricos, políticos, ethicos y religiosos de: FERNANDEZ NAVARRETE (Fray

Descripción: Imprenta Real, Madrid, 1676. Folio (286 x 197 mm.). 18 pp., 518 pp., 25 pp. Portada impresa a dos tintas, con escudo real y greca xilográfica. Iniciales también xilográficas y culs de lamp. Texto a dos columnas. Primera edición de una de las mayores obras en castellano sobre China, con un extenso capítulo sobre la navegación a la Nueva España y las Islas Filipinas, y extensas traducciones de filosofía clásica china.Dividido en siete tratados, el primero se refiere al origen, nombre, grandezas y singularidades del Imperio Chino. El segundo trata de la política, la disposición del gobierno y las cosas más memorables de su Historia. El tercer y cuarto tratados son un compendio de filosofía china. El quinto se dedica a la literatura. El sexto, el más extenso y acaso el más importante, narra los viajes y navegaciones del autor: su viaje a la Nueva España y su estancia en México por espacio de dos años, su traslado a Acapulco y su partida para Filipinas. El séptimo y ultimo tratado se centra en las misiones dominicas en China.Ejemplar con pequeña picadura de polilla restaurada en el margen inferior derecho de las últimas páginas.First edition of this classic and valuable account on China. A large section (pp. 289-450) relates to the voyages of the author in Mexico and the Philippines. Of special importance is the Spanish translation of Longobardo’s treatise on the Chinese names for God of the Conference of Jiading in 1628.Originally, the treatise was in Portuguese language, but Navarrete provided the print in Spanish translation. The second volume was prohibited by the Holy Office on request of the Jesuits.In 1677, Navarrete became Arch Bishop of Santo Domingo and therefore travelled to the West Indies. Later vellum, small worming repaired at lower margin of last pages. Palau 89431; Medina, BHA, 1611; Sabin 52095 Pergamino posterior, lomera rotulada. Nº de ref. de la librería 949aac3cb48cf956f449c127995a05f2

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Lapide, Cornelio (Alapide)

Editorial: Ex Typographia Balleoniana, Venecia (1761)

Usado Tapa dura Primera edición

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Descripción: Ex Typographia Balleoniana, Venecia, 1761. Pleno Pergamino De Época. Estado de conservación: Excelente. Primera edición. Obra magna en muy buen estado. 10 gruesos vols. en pergamino. Size: 10 Vols. 38 x 24,5 Cm. Nº de ref. de la librería 004991

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Glaister, Donald. Rumi and Walt Whitman

Editorial: Foolsgold Studio, Vashon, WA (2016)

Usado Tapa dura Ejemplar firmado

Cantidad: 1

Remitente: Priscilla Juvelis Inc., ABAA (Kennebunkport, ME, Estados Unidos de America)

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Descripción: Foolsgold Studio, Vashon, WA, 2016. Artist's book, one of 10 copies, from a total edition of 12 for sale, 10 regular, 2 deluxe (Sold Out), pages on polyester film and various metals and binders board, each copy signed by the artist, Donald Glaister, on the colophon. Page size 14 x 12 inches; 32pp. Bound by the artist: textured and painted paper over boards, hand-sewn with each page on tabs to allow complete opening of each page spread, black morocco spine, with sanded aluminum insets on front and back panels; title indicated by three parallel cut-outs in the aluminum inset on front panel suggesting a counting system, housed in custom-made black cloth clamshell box. The text is letterpress printed in Filosofia in various point sizes, on aluminum and polyester sheets done from photopolymer plates by Jessica Spring at Springtide Press. The drawn images are silkscreen printed on aluminum and individually painted by the artist, Donald Glaister, who designed and produced the edition, assisted by Gabby Cooksey. The texts are Zahra Partovi's thoughtful, elegant translation of VERSES (1986) by Jalaluddin Mohammad Rumi, a 12th century Persian mystic poet, published by Vincent FitzGerald and Company and the verse of Walt Whitman from the 1855 edition of LEAVES OF GRASS, starting, "I celebrate myself." The colophon / artist's statement tells us that this book is dedicated to the memory of Don Moore, Senior Engineer on the Voyager Spacecraft Project, the late brother of Donald Glaister's wife, artist Suzanne Moore. Aside from the family ties, the two Don's were close friends.The artist, Donald Glaister, writes, " 3 IN SEARCH OF THE UNIVERSE is a celebration of the search for what is beyond: beyond what we see, what we think we see, and what we know we don't see. Rumi, Whitman, and the Voyager project all were instruments of this 'grand quest.' The writers wondered at the immensity and the universality of being. The scientist gave Voyager the physical form to that wonder. It fuels our wonder still."The book begins with couplets from Rumi, letterpress printed on textured aluminum with painted accents. The effect is ethereal and timeless, as are the couplets themselves. After the Rumi pages begins a sequence of amorphous, darkly painted, textured pages with angular cut-outs that reveal hard-edged industrial forms of plastics and metals beneath. From the fold of each of these page spreads emerges a translucent page of poetry, excerpted from Walt Whitman's LEAVES OF GRASS. These seemingly incongruous elements make perfect sense given the theme of the book in general and the theme of Whitman's poetry in particular.Interspersed are the cut-out / Whitman page spreads and images reminiscent of engineering drawings painted on brushed aluminum. The aluminum paintings increase in complexity as one moves through the book. These paintings reflect the indefinite process of human creativity: the hard work as well as the flashes of inspiration that allow parts of an idea to appear fully formed in the searcher's mind. They are the visual ecstasy of "the quest." The aluminum paintings are visually oriented to the Voyager part of the trilogy but are equally applicable to the Rumi and Whitman facets as well. Man has, from the very beginning, dared to search not only his immediate environs but the immensity of all he can imagine. It is in that exploration that human beings discover themselves, as is so poignantly detailed by Rumi and Whitman. Donald Glaister's art brings us, breathtaking page by breathtaking page, to the edges of what we know of the universe, with flashes of illumination amidst the darkness, and then brings us back to the light in each of us. As well as a beautiful book, perfectly crafted, this is a profoundly moving book. To open the pages is to embark on the journey, experience the exhilaration of discovery, wonder, and joy!. Nº de ref. de la librería 11141

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Elogios o vidas breves,de los caballeros antiguos: Paulo Iovio

Paulo Iovio

Editorial: Granada en casa de Hugo de Mena (1568)

Usado Tapa dura

Cantidad: 1

Remitente: Libreria Pontes (Madrid, España)

Valoración librería: Valoración 5 estrellas

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Descripción: Granada en casa de Hugo de Mena, 1568. Encuadernación de tapa dura. Estado de conservación: Muy bien. Traduxolo de latin en castellano el licenciado Gaspar de Baeca. Dirigido a la Catholica y Real Magestad del rey Don Philippe II,nuestro señor. Primera y única edición en castellano. Folio. 4 hojas, 222 folios. Portada con escudo real grabado. La obra consta de ocho libros donde cada personaje tiene un texto precedido de un clípeo donde en algunos casos se ha dibujado el perfil del personaje en tinta,el resto en blanco y acompaña un texto en versos con diferentes metros. Encuadernación en pergamino original en muy buen estado. Alguna anotación manuscrita de época marginal. Ejemplar completo de esta obra,rara hoy en día . Paolo Giovio, castellanizado como Paulo Jovio 1483-1552 fue un humanista,historiador, biografo y prelado italiano del Renacimiento. Javio ejerció como médico en Como, pero empezó muy pronto a viajar por Italia y Europa. Se trasladó a Roma, donde el papa León X le asignó la cátedra de Filosofía moral y, en seguida, la de Filosofía natural en la Universidad de Roma. En el mismo periodo inició su actividad como historiador. En 1517 fue nombrado médico del cardenal Giulio de Medici, futuro Papa Clemente VII interesado en zoología, publicó además un tratado sobre los venenos y De Romanis piscibus (Roma, 1524). Cuando Giulio de Medici fue nombrado papa fue promovido a obispo de Nocera (1528) y enviado a importantes misiones diplomáticas. Levantó un palacio en la ribera del lago de Como provisto de un importante museo y de frescos manieristas de Giorgio Vasari. Escribió sobre las guerras de Italia en latín Historias de su tiempo (1550–1552), unos Elogia virorum litteris illustrium y Elogios o vidas breves de los caballeros antiguos y modernos muy reimpresos, biografías de celebridades de su época. Todas sus obras fueron traducidas al castellano siendo especialmente raras las relativas a las hazañas de Gonzalo Fernández de Cordoba. Ref Salvá 694. Nº de ref. de la librería 0221122012

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PICO DELLA MIRANDOLA, Giovanni.

Editorial: Imp. Sebastian Henricpetri. Basilea, 1601 (1601)

Usado Tapa dura

Cantidad: 1

Remitente: Libreria anticuaria Farré (Barcelona, España)

Valoración librería: Valoración 4 estrellas

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Descripción: Imp. Sebastian Henricpetri. Basilea, 1601, 1601. . 33 cm. 2 vol.: (I) 29 h., 519 pág. CCPB 123779-9. (II) 38 h., 890 pág, 1 h. Marca tipográfica en portada y colofón. CCPB 211093-8. Dos vol. enc. en piel, nervios, tejuelo, cantos dorados, cortes jaspeados, lomera restaurada. Cabeceras y capitulares xilográficas. Restauraciones apenas perceptibles en ambos volúmenes. Marcas de caucho, breve anotación manuscrita antigua en portada. * Giovanni Pico della Mirandola (1463-1494) cursó estudios en Bolonia, Ferrara y Padua y se estableció en Florencia tras haber vivido en París y Roma. Humanista, filósofo y teólogo reputado, se destacó siempre por un gran eclecticismo. Así, no resulta extraño que en su obra confluyan tesis propias del platonismo, el neoplatonismo, el aristotelismo, las tendencias místicas y cabalísticas y la teología cristiana. Con el objetivo de mostrar los puntos de confluencia entre ideologías aparentemente tan dispares como puedan ser la filosofía griega y la teología cristiana analiza en estas páginas a un sinfín de autores. En su percepción del hombre como culminación de la naturaleza otorga al ser humano una alta responsabilidad en la comprensión de la unidad del cosmos y del principio divino. Las obras completas, que vieron la luz por vez primera en 1596 se reúnen cinco años después en esta edición corregida y aumentada y dotada de prácticos índices de autores y materias. Fecha tomada de colofón. Ejemplar procedente de la librería del Colegio Imperial de la Compañía de Jesús (Madrid) que, a partir de 1625, daría lugar a los Reales Estudios de San Isidro. Humanismo. Filosofía. Teología. Nº de ref. de la librería 21242

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Descripción: Francofurdi: Ex officina typographica Ioannis Wecheli, 1593.- [8 h.], 582 p., [27 h.]: portada con escudo xilográfico del impresor y algunas viñetas xilográficas en otras hojas; 8º minúsculo (13,3 x 9 cm.); buena impresión a una columna con notas marginales impresas; Encuadernado en Plena Piel Pergamino a la romana (tapas duras) del siglo XVI, con estampaciones en seco originales, cortes pintados en color granate.- La encuadernación es original del siglo XVI y está bastante bien conservada, aunque el lomo tiene al pie una rozadura y el resto del mismo ha perdido en parte los hierros en seco originales a causa de los años; la portada con varias notas a tinta de la época que no tocan texto y una pequeña falta en la esquina inferior externa; alguna linea del texto subrayada a tinta de la época. Levinus Lemnius o Limnos Levine (1505-1568) nació en Ziericzea o Zirichzaea (Zirizaea Latina), que es el actual Zierikzee en la isla de Schouwen en Zeeland Duiveland (Holanda). Médico y astrólogo, estudió bajo el gran anatomista Andrea Versal o Vesalio (André van Wesele), y durante toda su vida se dedicó al estudio de lo que era desconocido, misterioso y extraño. De Occultis Miraculis Naturae, publicada por primera vez en Amberes en 1559, se convirtió en un libro muy popular y de referencia para el conocimiento de los fenómenos ocultos, rarezas, maravillas naturales, los monstruos y los nacimientos monstruosos, creencias míticas.etc., otras partes de la obra sólo tratan de entretener al lector. Pero además, Lemnius tenía en mente un propósito mucho más serio: demostrar la presencia de Dios en la naturaleza, en contra de la tendencia de la filosofía contemporánea a racionalizar milagros; preservar la divinidad de la naturaleza y apartarla del naturalismo que caracterizaba a la escuela italiana de la magia natural. De hecho, según este humanista flamenco: "La naturaleza es la mente de Dios". RARISIMA OBRA. latín. Nº de ref. de la librería 29523

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Epicteto, y Phocilides en español con consonantes.: Epicteto. Francisco de

Descripción: Por Maria de Quiñones,, [En el colofón: Madrid:, 1635. 12º. (11,7 x 7,8 cm.). 8 hojas, 88 + 47 folios (las 4 primeras hojas paginadas 1 a 8, después sigue con foliación). [*8, Retrato, A-L8, A4, B-E8, F7] Magnífica encuadernación moderna en plena piel marroquin azul de grano liso con filetes y ruedas doradas en cantos y contracantos. Cortes dorados. Firmada Brugalla 1948. Muy buen ejemplar, únicamente alguna hoja corta del margen superior habilmente restaurada la mínima pérdida del titulillo y en F1 de la segunda parte una mínima restauración al pié afectando apenas 3 letras. Palau 80177. El neoestoicismo español del siglo xvii tiene como representante más eminente al escritor y poeta Francisco de Quevedo. Su adhesión a la filosofía estoica nos remite a tres fuentes principales: La primera de ellas es la obra de Sánchez de las Brozas, que Quevedo encomió y de la que se sirvió para su propia traducción en verso del Enchiridion de Epicteto. En segundo lugar, se sabe que Quevedo bebió también del neoestoicismo de Lipsio, con quien además mantuvo una asidua correspondencia durante los últimos años de vida del maestro holandés. Por último, habría que citar la influencia que ejerció sobre Quevedo la literatura oratoria que empezó a proliferar desde las últimas décadas del siglo xvi y que en sus prédicas hacía uso constante de tópicos estoicos extraídos fundamentalmente de las obras de Séneca. Aparte de sus traducciones versificadas de Epícteto y del Pseudo-Folcílides, fueron varias las obras morales que publicó Quevedo y que han llevado a catalogarlo como autor neoestoico.En el prólogo a su traducción reconoce el autor que para llevarla a efecto tuvo ante sus ojos "el original griego, la versión latina, la francesa, la italiana que acompañó el Manual con el comentario de Simplicio", la de Sánchez de las Brozas y la del Maestro Gonzalo Correas. De todas ellas el "Lipsio de España" -como le llamara Lope en el Laurel de Apolo- prefiere la del brocense, que califica de "docta y suave, y rigurosa en lo importante, no en lo impertinente". Nº de ref. de la librería 13001

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Descripción: Apud Haeredes Iacobi Iuntae, Lugduni, 1562. Gran folio. Portada con grabado xilográfico, (20) hojas, 993 págs., (18) hojas. Texto a dos columnas, con bellos capitulares y amplios margenes. Hojas limpias. Pergamino romana, lomo rotulado. Corte superior dorado. Extraordinario ejemplar en perfecto estado de conservación, de esta gran edición de las obras del gran teólogo y filósofo, de la orden de los predicadores, máximo representante de la tradición escolástica y fundador de la escuela tomista de teología y filosofía cristiana, conocido como Doctor Angélico. En 1567 fue declarado Doctor de la Iglesia por el Papa Pio V. El presente volumen, con textos teológicos y filosóficos, está impreso a dos columnas, con ladillos numéricos. Incluye un índice inicial de primeras palabras, de las cosas insignes de los Comentarios, de cuestiones importantes, e índice toponímico de lugares contenidos en los Comentarios a las Sagradas Escrituras, al Cántico de los Cánticos y al Apocalipsis. Teología. Filosofía. Religión católica. Theology. Philosophy. Catholic religion. Nº de ref. de la librería C16N729

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Descripción: Guilielmum de Fontaneto de Monferrato,, Venetiis, 1519. In Folio (310x220); carte 258 con numerose grandi iniziali silografiche ornate, dedica a Lodovico Maria Sforza, entrambe opera di Giovan Francesco Pico, nipote dell'autore. Fascinosa legatura coeva in piena pelle con impressioni geometriche a secco a rotella che formano al centro un rombo al cui interno è impresso un rosone, etichetta al dorso. Seconda edizione, assai rara, ed una tra le migliori e maggiormente apprezzate edizioni del primo Cinquecento (la prima fu pubblicata a reggo Emilia nel 1506), comprensiva di tutte le opere del filosofo neoplatonico mirandolese (Mirandola 1463-Firenze 1494), citate sul frontespizio. Contiene anche epistole scambiate con numerosi umanisti fra cui Ermolao Barbaro, Angelo Poliziano, Roberto Salviati, Filippo Beroaldo, Battista Guarino, Cristoforo Landino, Marsilio Ficino, Baccio Ugolini ed altri. Le opere di maggior interesse sono il "Heptaplus", un tentativo mistico-allegorico di cogliere i significati più reconditi della Genesi, l'"Apologia", in cui difende le proprie opere dall'accusa di eresia da parte della Chiesa, "Tractatus de Ente et Uno" in cui si ricercano le concordanze fra le filosofie platoniche ed aristoteliche oltre alla celebre "Disputationes adversus astrologos" una appassionato attacco alle credenze astrologiche. Testo perfettamente conservato, legatura genuina con mancanze alle cuffie ed agli spigoli; abrasioni superficiali. BMC, 514. Non in Adams, né Sander. Testimonia eius vitae ; Disputationum adverus astrologos. Nº de ref. de la librería 3714

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Descripción: Erasmi Kempsseri, Francofurti, 1613. 4º mayor. Señal de polilla restaurada, en los margenes superiores de diversas páginas. Hojas algo oscurecidas. Pergamino época, con lomo rotulado. Cortes tintados. Interesante volumen que reúne cinco obras de Piero Valeriano Bolzani (1477-1558), humanista italiano muy famoso en su tiempo, nacido en Belluno, de familia humilde, que estudió filosofía en Padua, conoció al Cardenal Giovanni de Medici, futuro Papa León X, tomó las órdenes y ganó títulos y honores, llegando a ser tutor de Alejandro e Hipolíto de Médicis. A la muerte de ambos, volvió a Padua, y aquí se dedicó a escribir hasta su muerte en 1558. Tuvo un gran éxito con la primera de las tres obras aquí reunidas, los "Jerogíficos", en dos tomos, que publicó junto a los redescubiertos 119 jerogíficos del mago egipcio Horapolo Niliacus, que se dijo que habían sido usados por los faraones. Estos títulos de P. Valeriano forman el primer diccionario de simbolos del renacimiento, y significaron la popularización de este género. Se publicaron por primera vez en Basilea, en 1556, fueron varias veces reimpresos y traducidos a otras lenguas. Cierra el volumen su obra poética, en latín, que fue muy celebrada en su época. Jeroglíficos. Egipto. Filosofía. Poesía latina. Hieroglyphs. Egypt. Philosophy. Latin poetry. Nº de ref. de la librería C17N656

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Descripción: Alonso Gomez, Madrid, 1569. 4º. Portada con grabado, (7) hojas, 241 p, 2 grabados intercalados en el texto. Alguna página algo tostada. Pergamino de época, lomo con letras rotuladas. Tercera edición de una obra publicada en 1540 y 1546, en la ciudad de Toledo, en casa de Juan de Ayala. El presente ejemplar es es la primera impresión realizada en Madrid de este libro tan estimado, que según Palau había de tener una segunda parte que nunca se llegó a publicar. Esta edición, junto con la segunda, presentan la particularidad de especificar el contenido de la obra en la misma portada. (P., 351610). Astronomía. Filosofía. Religión. Astronomy. Philosophy. Religion. Nº de ref. de la librería C15N638

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TRATTATO DI SCIENTIA D'ARME, CON UN DIALOGO: AGRIPPA Camillo (1510

AGRIPPA Camillo (1510 ca.-1595 ca.)

Editorial: In Roma, per Antonio Blado stampatore apostolico, M.D.LIII, con privilegio di Papa Giulio III per anni dieci, (1553) (1553)

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Descripción: In Roma, per Antonio Blado stampatore apostolico, M.D.LIII, con privilegio di Papa Giulio III per anni dieci, (1553), 1553. coeva in pergamena. Estado de conservación: rinfrescato, in buone condizio. Contemporary vellum, handwritten title and author's name on spine. Four leaves not numbered, the first bearing a beautiful full page etched portrait of the author, frontispiece on verso, 1 leaf for the Imprimatur, 1 for the Cosimo I de' Medici dedication, 1 leaf printed on the verso with and etching of the author at a study desk showing an armillary sphere to his pupils; LXX numbered leaves follow, one still without number is continuation of the index. Inside, leaf LXIII (Q3), before the Dialog, another splendid full page etching with text on the verso were the author, in a dream, defends himself from philosophers' accusations. Other 53 in text refined etchings, some printed recto-verso, 4 full page lengthwise with duel and fencing scenes; 6 illustrations, possibly for the first time in the history of etching, try to render movement and human action; wrongly Gelly says that the book "describes different two vs. two and three vs. two duels" where Agrippa presents only two fencers in these illustrations in different positions, but following the same movement. Camillo Agrippa (Milan, ante 1535 ¿ Rome, post 1595) was an Italian Renaissance fencer, architect and mathematician. Regarded as one of greatest fencing theorist of all times. This is his most famous work, printed for the first time in Rome in 1553, with a dedication to Cosimo I of Florence, many other editions will follow. This treatise has been an inspiration for all those to follow; the use of geometric explanations was an innovation that moved fencing closer to being a treated scientifically. The preface has Agrippa describing the science of arms as made out of justice, intelligence and practice. Every man has to determine by himself if arms are required in administering justice, life and victory depend on intelligence. Agrippa introduces a few novelties such as choosing to use the point of the sword over the edge and noticing how it is better to wear the sword in front and not on the back. Probably the first to use the term "inquarto" he promoted the estoc as an important weapon. This treaty is richly illustrated with copper etchings, like the author's portrait on the frontispiece, probably by Baldo Pero. The final Dialog bears interest as it presents notions on the planets' gravitational force and was reprinted with the title "Modo da comporre il moto della sfera". Printed by Blado in cancelleresca corsiva [italics] third and last of the fonts designed by Lodovico degli Arrighi. Later editions only bear 19 illustrations and exclude the Dialog. "Seventeen years after the first appearance of Marozzo's system of fencing, the printer Antonio Blado published in Rome (.) a remarkable work on swordsmanship, which advocated some very bold and new principles. (.) Agrippa is better known to biography as architect, mathematician, and engineer, in which capacity he wrote sundry books. He is especially celebrated for having brought to a successful issue the operation of raising the needle in the middle of the Piazza di San Pietro. (.) Agrippa devoted much of his time to practice in the schools of fence. Not being a teacher, he was not shackled by any conventions, and accordingly the book is orig., and much in advance of the popular notions of his days." (Castle). "A côté de l'intérêt qu'offre ce Traité de l'escrime ancienne, le bibliophile remarquera les gravures, qui sont de l'école de Marc-Antoine. (.) Un autre côté intéressant pour nous, de cet ouvrage, est de connaître qu'il a été consulté par Saint-Didier dont le Traité parut en France vingt ans après." (Vigeant)."Already a fundamental essay on fencing¿it helped develop its theory. Probably a Marozzo pupil he shortened the treatise by decluttering it and adding many rules¿he is the first to promote the inquarto (ch. XVII)¿dueling with two swords". (Gelli, 6-12). The book has been entirely and masterfully washed in the last quarter of the XX cent; the three leaves after the portrait are trimmed for 1 mm on bottom border (they. Nº de ref. de la librería 1532

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Descripción: Chez Barillot, & Fils,, Ginebra:, 1748. 2 tomos en 4º mayor (25,4 x 19,4 cm.). 4 hojas, XXIV, 522 páginas y hoja de erratas. 2 hojas, XVI, 564 páginas. Encuadernación de la época en piel con el lomo restaurado, roces y manchas ocasionales en el papel. Cortes tintados. PMM 197 .Tchemerzine VIII, 459-460. Se trata del retiraje furtivo, el mismo año de la primera edición, impreso en París por Prault: tiene la errata del nombre del impresor con una sola r y la hoja de erratas."La libertad política, en un ciudadano, es la tranquilidad de espíritu que proviene de la opinión que cada uno tiene de su seguridad y para que se goce de ella, es preciso que sea tal el gobierno que ningún ciudadano tenga motivo de temer a otro."Más político o sociólogo que filósofo, el ilustrado Charles Louis de Secondat es difícilmente encasillable en una disciplina concreta. Nacido en La Bréde, Burdeos, Francia, en 1689, en el seno de una familia acomodada, estudió ciencia e historia en la universidad. Después de morir su padre en 1713, vivió bajo el cuidado de su tío, el barón de Montesquieu, que muere tres años después, dejando a Charles tanto su fortuna como su oficio de presidente del Parlamento de Burdeos, así como su título de Barón de Montesquieu.A partir de entonces, viaja por Europa, pero fue sobre todo Londres la ciudad que más simpatías le despertó, debido al tipo de gobierno que había instaurado en Inglaterra. Su interés primordial se centra en la investigación de las formas de gobierno, las leyes y las costumbres de los distintos países de Europa. A los 32 años escribe Cartas persas, obra que le granjeará una gran fama por su crítica a las libertades y privilegios de que gozaban las clases altas, incluido el clero. En 1734 publica Consideraciones sobre las causas de la grandeza de los romanos y de su decadencia, y en 1748 saldrá a la luz su obra más conocida y que más influencia ejercerá en los siglos siguientes, El espíritu de las leyes, del cual se hicieron más de veinte ediciones en dos años. En 1750 publica Defensa del espíritu de las leyes. Todas estas obras fueron incluidas en el Índice de libros prohibidos por la Iglesia Católica. Montesquieu muere en 1755.Montesquieu pertenece al movimiento ilustrado que, tomando sus raíces en la confianza en la razón postulada en el siglo anterior por Descartes, Leibniz o Hobbes, pretende convertirla en el tribunal al que se ha de apelar para el definitivo progreso de la humanidad. La Ilustración, sin embargo, pone ciertos límites a la omnipotencia de la razón de los racionalistas, excluyendo de la filosofía los temas propios de la metafísica y de la teología tradicional. La crítica de la razón sólo puede extenderse hacia aquello que caiga bajo sus límites. Dentro de esta crítica, el pensamiento de Montesquieu contribuyó a desmontar la tradición que justificaba prejuicios, privilegios, injusticias y barbaries. Nº de ref. de la librería 12454

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Di Consolatione Philosophica volgare, nuovamente revisto et: Boethius, Anicius Torquatus

Descripción: Nicolo dito Zopino, Vinegia, 1528. 8º, frontis grabado, 82 p. con grabados. Piel época, nervios, lomo cuajado con dorados. Volumen con dos obras muy famosas, que en la Edad Media fueron muy imitadas y traducidas. Aquí figuran una reimpresión de una traducción al italiano del célebre diálogo literario-filosófico de Boecio, hecha por el canónigo milanés Anselmo Tanzo, publicada por primera vez en Milán, en abril de 1520 (Graesse, I, p. 466); le sigue la Eneida, el poema sobre la eternidad de Roma, de Virgilio, también traducida del latín al italiano, aunque en el texto no consta el nombre del traductor. En ambos casos, el editor figura al final. La impresión de la Eneida virgiliana se diferencia de la del Tratado de Boecio por contener 11 grabados, uno al principio de cada uno de los once libros que componen la obra; en cambio, en De Consolatione, sólo se aprecia un bello frontis y una portadilla con los datos del traductor, situada al principio del primer libro. Literatura latina. Filosofía. Latin literature. Philosophy. Nº de ref. de la librería C14N106

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